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Coluna de 23 de agosto

23 de agosto de 2012 0

Calçadas 1

Esta semana, soubemos, via imprensa, que Florianópolis, Itapema e Balneário Camboriú têm algumas das calçadas mais mal avaliadas do País. Não gostamos de ser destaque negativo, mas temos que concordar. Nossas calçadas são péssimas. A média nacional ficou em 3,55. Em Balneário Camboriú, houve rua avaliada com míseros 0,25.

Calçadas 2

Aqui em Itajaí, a situação não é diferente. Nada mais desagradável do que caminhar em ruas nas quais você precisa desviar da lama, por não ter calçada, ou desviar de materiais de construção sobre as calçadas, automóveis estacionados de forma irregular sobre elas. O morador tem a calçada como uma extensão do seu terreno. “Ela é minha, eu paguei por ela, eu a construí”. Acha-se no direito de fazer o que bem entender. Não é por aí.

Calçadas 3

Destaco dois pontos que não podem ser ignorados neste debate: 1) Concessionárias de luz, água e telefone detonam as calçadas e depois fazem remendos medíocres. 2) Moradores demoram para fazer uma calçada porque o custo é alto. Se houvesse maior incentivo ou uma construção compartilhada entre poder público e moradores, teríamos calçadas padronizadas e bem feitas.

Campanha na TV

A impressão que se tem é que, agora sim, o processo eleitoral começou pra valer. Mesmo com a vertiginosa queda de audiência da televisão aberta em comparação com novas mídias como Internet, TV a cabo, vídeo games e tablets, é agora, com a propaganda eleitoral gratuita estabelecida, que a eleição começa de verdade.

Tomate

O tomate foi o responsável, sozinho, por 23% da inflação de julho. Deve repetir o feito este mês. Depois do susto, os especialistas disseram que essa alta no preço do fruto seria passageira. Não foi. Continua lá em cima.

Sem fiscalização 1

Esta semana, causou vergonha à Nação a operação “não padrão” da Polícia Federal na fronteira com o Paraguai. Triste para um País ver uma cena como aquela. Policiais de braços cruzados enquanto o contrabando entrava livremente no Brasil. Coisa de País sem ordem, sem organização, sem limites. Quantas armas podem ter entrado sem fiscalização alguma? Quantos criminosos podem estar rindo à toa?

Sem fiscalização 2

Prejuízo social sem precedentes. Protestar é salutar, mas o que se viu, desta vez, não condiz com um País que deseja se posicionar entre os maiores do mundo. Obviamente, os policiais têm todo o direito de protestar, de exigir seus direitos. Mas o governo fica inerte e custa demais a resolver estes problemas, causando outros ainda maiores.

Frase:

“Cabe ao cidadão não deixar de falar as coisas”. Günter Grass

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