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Coluna de 28 de setembro

28 de setembro de 2012 0

Desigualdade

O abismo que separa os mais ricos dos mais pobres reduziu significativamente nos últimos dez anos, no Brasil. É o que indica o estudo apresentado, esta semana, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mesmo assim, ainda estamos entre os 15 países mais desiguais do mundo. Mais assustadora é a afirmação do presidente do instituto, Marcelo Neri. Segundo ele, levaria 20 anos para chegarmos aos níveis de desigualdade presentes dos Estados Unidos, se continuarmos nesse ritmo.  Isso, sim, vale reflexão.

Antônio Heil

Excelente a informação divulgada, esta semana, sobre a duplicação da rodovia Antônio Heil, que liga Itajaí a Brusque. Embora sejam apenas 30 quilômetros de extensão, as filas deixam a viagem longa. Agora é aguardar a audiência pública, que está prevista para 10 de outubro. Depois, no início do ano que vem, deve sair o edital de licitação.

Fêmur 1

Você já imaginou ficar mais de 24 horas deitado em uma maca, no corredor de um hospital, aguardando para ser internado? E se você estiver com fortes dores, pois o motivo que o levou ao hospital foi um acidente no qual você quebrou o fêmur? Para quem não lembra, o fêmur é, simplesmente, o maior osso do corpo humano. O chamado osso da coxa.

Fêmur 2

A história que contei acima é real. Ocorreu entre segunda e terça-feira desta semana, no Hospital Marieta Konder Bornhausen. A paciente, que não quer ser identificada, sofreu um acidente quando ia para o trabalho, de moto, por volta das 7h de segunda-feira. Só na tarde de terça-feira conseguiu a internação para realizar uma cirurgia. Ela não tinha plano de saúde. Precisou aguardar atendimento pelo SUS, na maca, no corredor.

Fêmur 3

Esse tipo de ocorrência é comum nos hospitais brasileiros. Mas, cá entre nós: não é nada digno sofrer de dor num corredor de hospital por mais de 24 horas. É desumano.

Chatô

Tardia, porém correta, a atitude da 31ª Vara Cível do Estado do Rio de Janeiro, de condenar o ator e diretor Guilherme Fontes. Ele agora é obrigado a devolver R$ 2,5 milhões à Petrobras, porque recebeu patrocínio e nunca finalizou o filme “Chatô, o rei do Brasil”, sobre a vida do empresário Assis Chateaubriand. Se recebeu dinheiro público e não fez o que se propunha a fazer, tem que pagar, é lógico. Qualquer brasileiro já teria sido punido há muito tempo. A captação de recursos para realizar o filme começou em 1995.

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