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Coluna de 29 de setembro

01 de outubro de 2012 0

Assustada

O julgamento do mensalão tem rendido, diariamente, comentários a respeito das divergências entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski. Na quarta-feira, foi a vez de Barbosa alterar o tom e ser, até mesmo, um pouco deselegante com o colega, quando quis ensiná-lo a fazer seu trabalho. Barbosa reclamava da forma como Lewandowski fazia a leitura de seu parecer. Enquanto os dois batiam boca, o olhar arregalado da ministra Carmem Lúcia roubou a cena. Ela transmitiu algo do tipo: “que baixaria! O que estou fazendo aqui?”. Impagável.

Doação de órgãos 1

Alarmante a matéria da repórter Dagmara Spautz (O Sol Diário de 27 de setembro). É baixo o número de doadores de órgãos em Itajaí. Mais de 1,4 mil pessoas aguardam na fila do transplante em Santa Catarina. Vamos levantar a bandeira da doação. Quantas vidas poderiam ser salvas com esse gesto?

Doação de órgãos 2

Sei que pode parecer apelativo, mas você já parou para pensar na aflição da família do paciente que espera por um órgão? Talvez não. Mas vale a pena refletir. Um dia, todos nós podemos passar por uma situação como essa.

Portos 1

Discutir formas de ampliar a eficiência dos portos brasileiros. Esse é um dos objetivos do Congresso Brasileiro de Direito Marítimo, que termina hoje, na Univali, em Itajaí. A coordenação é do professor Osvaldo Agripino de Castro Júnior, pós-doutor em Regulação da Infraestrutura de Transportes e Portos pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Portos 2

A dependência do Brasil em relação aos transportadores marítimos internacionais é algo, no mínimo, assustador. Estamos, literalmente, nas mãos de gigantes internacionais porque não temos navios para transportar o que produzimos.

Alergia

Ao contrário do que muita gente pensa, aqui na nossa região a primavera pouco influencia o desenvolvimento de alergias respiratórias. A afirmação é da médica alergista Cláudia dos Santos Dutra Bernhardt. Segundo ela, a região Oeste do Estado apresenta um tipo de pólen mais leve, que circula mais no ar e, consequentemente, compromete sobremaneira a qualidade de vida de quem é alérgico. Já o pólen pesado encontrado aqui no litoral não acarreta tantos problemas respiratórios.

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