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Coluna de Primeiro de Outubro

01 de outubro de 2012 0

Motos 1

Algo precisa ser feito urgentemente para tentar coibir o número de acidentes com motos, sobretudo as motos de pequeno porte, nas ruas de Itajaí e região. Não é possível que tenhamos acidentes com esses veículos praticamente todos os dias, em cada cruzamento, nas rótulas, enfim, isso precisa de um basta. É claro que, muitas vezes, a culpa é do próprio motociclista que desempenha manobras arriscadas em meio ao trânsito, além de abusar da velocidade.

Motos 2

Mas o motorista de automóvel também tem seu quinhão de responsabilidade. Quantas vezes ele percebe que não terá tempo hábil para cruzar uma pista, porém se arrisca, principalmente se o veículo que estiver vindo em sua direção for uma moto. De forma egoísta, ainda comenta: “é só uma moto, dá tempo”. Importante lembrar que o motociclista tem, como escudo, seu próprio corpo. Nada mais.

Calçada

O flagrante do repórter fotográfico Marcos Porto, em O Sol Diário (28 de setembro) dá o tom do desrespeito aos pedestres nas ruas de Itajaí. Um carro sobre a calçada, com a porta escancarada. Claro que seria demais para o motorista que faz esse tipo de coisa refletir sobre a possibilidade de um deficiente visual trafegar por ali, naquele exato momento. No entanto, poderia perceber que a redução do espaço para o pedestre já é, por si só, ato de extremo desrespeito e passível de multa.

Distâncias

Mesmo com todo o complexo tecnológico a nossa disposição, continuamos isolados dos nossos vizinhos sul americanos. Poucas informações nos vêm de países como Chile, Equador, Uruguai e a própria Argentina, principal emissora de turistas para cá. Impressionante como somos isolados. E nem precisamos ir tão longe. Estamos a duas horas e meia de Curitiba mas, geralmente, não temos a menor ideia do que acontece no vizinho Paraná. A tecnologia é capaz de trazer informações, em tempo real, dos Estados Unidos, da Europa, mas não nos aproxima de quem está mais perto.

Promessas

Vamos encarar o processo eleitoral com maior discernimento entre o real e o imaginário. Entre aquilo que é promessa e aquilo que é possível. Durante as eleições, essas coisas se confundem, talvez de propósito. Cabe ao eleitor refletir sobre o possível e aquilo que podemos chamar de “impossível fabricado” ou mascarado. Candidatos por todo o País tentam  persuadir o eleitor. Às vezes, com poder retórico apurado, conseguem essa proeza. Outras vezes, caem no deboche popular. Quem manda prometer o impossível?

Hebe 1

A morte da apresentadora Hebe Camargo trouxe à tona, novamente, a discussão entre liberdade de expressão e falta de respeito, nas mídias sociais. Mensagens agressivas, com palavrões, foram desferidas contra a apresentadora. Um ódio exacerbado de quem não tem respeito pelos outros. Odeio hipocrisia e lamento os momentos em que Hebe manifestou apoio explícito a determinados políticos profissionais. Isso não se faz, é claro, até por conta de sua responsabilidade enquanto comunicadora.

Hebe 2

Também concordo que o sensacionalismo falou alto nas emissoras de televisão na cobertura da morte de Hebe. Exagero. Mas só o fato de fazer parte da primeira transmissão de TV no País, em 18 de setembro de 1950, já a credencia como personalidade de respeito. Aliás, o respeito às pessoas anda em baixa no Brasil.

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