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Coluna de 8 de outubro

08 de outubro de 2012 0

Ressaca

Terminado o processo eleitoral, esperamos que aquela ressaca, aquele cansaço, não se abata sobre nenhum eleito de nossa região. Afinal, agora é hora de contabilizar os prejuízos de campanha, os novos amigos e inimigos conquistados durante os últimos meses. Espero, sinceramente, que nenhuma cidade da região estacione. Espero que os trabalhos continuem sendo realizados para o bem comum, mesmo nos lugares em que o partido da situação foi derrotado. Já vimos, no passado, vários exemplos disso. É, no mínimo, deselegante. É coisa de quem não sabe perder.

Morno

A escolha das equipes de governo deve agitar as cidades na região. Talvez agite mais do que o próprio processo eleitoral, que foi morno, sem graça, em alguns lugares.

Repercutindo 1

Reclamação pertinente do leitor Claudio Jose Canto Ditzel, sobre a falta de troco, no comércio, para quem utiliza o sistema de estacionamento privatizado de Itajaí. As moças da Estapar geralmente não têm troco também. O motorista já tem que sair de casa com as moedas contadas para utilizar o estacionamento rotativo. Concordo com o Claudio quando ele diz que a cidade corre o risco de se tornar antipática e pouco acolhedora em razão disso. Algo precisa ser pensado urgentemente.

Repercutindo 2

Não acho que a campanha das armas de brinquedo seja incoerente, como disse o leitor Jean Cordova, no site de O Sol Diário, mas concordo com ele em um ponto: por que não deixam de fabricar as armas de brinquedo, então? Até mesmo como forma de impedir os assaltos com esses objetos, algo que sempre confunde as vítimas, já que ninguém pensa em testar se a arma é de verdade. Uma campanha maior, nacional, poderia ser feita neste sentido.

Planos de saúde

Acertada a decisão da Agência Nacional de Saúde (ANS) de suspender as vendas de 301 planos de saúde no País. Eles descumpriram a resolução que previa prazos máximos para marcação de consultas, exames e cirurgias. Foram, nada mais, nada menos, que 10.144 reclamações. Medida radical, mas necessária. Vender plano de saúde é fácil. Garantir atendimento de qualidade, nem tanto.

Sensacionalismo

O projeto de lei 3.801/12, da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), quer acabar com a principal atração dos programas policialescos da TV brasileira. A ideia é impedir que equipes de televisão participem de ações policiais, para não interferir na própria ocorrência. Algo bastante polêmico. Esbarra na liberdade de imprensa. Também não sou fã desse tipo de atração, mas tudo tem que ser analisado. Em alguns casos, a presença da imprensa já impediu execuções sumárias por parte da polícia. Algo a ser refletido.

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