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Coluna de 11 de outubro

11 de outubro de 2012 0

Segurança 1

Um arrombamento ao Banco do Brasil da cidade de Rodeio, no Médio Vale, na semana passada, trouxe à tona, novamente, a fragilidade dos estabelecimentos bancários, exatamente os que deveriam ter segurança máxima. A agência não tinha sequer alarme. Penso que, nesse caso, é como colocar uma caixa aberta, cheia de dinheiro, em praça pública e esperar que alguém a leve. Isso não ocorre somente em Rodeio. Aqui na Foz do Vale, também.

Segurança 2

Os bancos são instituições de lucro exorbitante. Transferir a responsabilidade pela vigilância dessas agências à Polícia Militar é absurdo. Instituições bancárias não precisariam disso. Poderiam, muito bem, contar com vigilantes próprios, terceirizados, o que ampliaria postos de trabalho no país inteiro. Polícia tem que fazer a segurança do cidadão comum, não de agência bancária.

Osvaldo Reis

A iluminação da avenida Osvaldo Reis continua deficitária. Alguns pontos são muito escuros. Já é hora de admitir o erro e consertar o projeto. Ao contrário da Abrahão João Francisco, a Contorno Sul, cuja nova iluminação parece ter agradado os motoristas.

Enchentes

O prefeito reeleito de Itajaí, Jandir Bellini, disse ao O Sol Diário (9 de outubro) que uma cidade grande precisa de grandes obras. Já que evitar as enchentes é impossível, por conta de nossa condição geográfica, esperamos que o prefeito assuma o compromisso de minimizar seus impactos no município. A busca de apoio junto aos governos estadual e federal deve ser a bandeira do prefeito, daqui em diante, no sentido de alcançar todas as alternativas viáveis para a redução dos danos causados pelas inundações no município. Nada atrasa mais a vida do itajaiense e a economia da cidade do que a ocorrência de uma enchente. Leva-se anos para se recuperar de uma tragédia.

Facebook

Apesar das milhares de frases que não dizem nada com nada, da futilidade que as vezes parece dominar as redes sociais, algumas inserções desses ilustres desconhecidos do Facebook até que nos fazem pensar. Uma delas, atribuída ao ator Pedro Cardoso, o que pode não ser verdade, como tudo o que aparece entre aspas nas redes sociais, questiona: “Por que, no Brasil, um País em que nada funciona, temos um sistema eleitoral dos mais eficientes e rápidos do mundo? No mínimo, estranho”. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Não somos mais um País em que nada funciona. As coisas já foram piores por aqui. Já fomos mais atrasados em tudo. Hoje, até nos destacamos em algumas áreas. E a própria Justiça Eleitoral realmente funciona. Mas, claro, a frase questionadora nos faz pensar.

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