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Pesquisa

01 de dezembro de 2012 0

Pouco se falou, na imprensa, sobre a premiação do Curso de Oceanografia da Univali, no Prêmio Santander Universidades deste ano. Mas a equipe orientada pelo professor Marcio Tamanaha teve mérito por vários motivos. A pesquisa sugere alimentar os frangos produzidos em frigoríficos com uma alga que produz um antioxidante potente, um pigmento natural que pode substituir, em parte, a aplicação de substâncias sintéticas nos frangos, o que, por si só, já causa benefícios à saúde. Mas os benefícios são também ambientais. A maioria dos frigoríficos possuem estações de tratamento de efluentes para reduzir os impactos ambientais próximo ao local de onde estão instalados. Mesmo assim, alguma carga poluidora sempre pode ser liberada. As algas, por produzirem oxigênio e assimilarem determinados compostos, auxiliam no processo de limpeza dos efluentes. Essas microalgas são cultivadas a partir dos efluentes, para serem adicionadas à ração dos frangos. Uma vez adicionadas, elas tornam o frango melhor e ainda ajudam a limpar os efluentes. A ideia pode ser um quinhão de mercado importante para a empresa que decidir apostar. Um diferencial em tempos de marketing verde.

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