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Ambulância

31 de dezembro de 2012 0

A imagem de um rapaz com a mão despedaçada impressiona qualquer pessoa. Imagine, então, um menino de 11 anos. Eu tinha essa idade quando presencie tal cena, no pronto socorro do Hospital Marieta, em uma noite de réveillon da década de 80. O rapaz chegara ensanguentado, em estado de choque, após ser atingido por fogos de artifício que ele mesmo havia soltado. Jamais soltei fogos de artifício. Nunca vou fazer isso. O perigo é iminente. Não vale a pena. Deixo para os profissionais dos grandes shows pirotécnicos que encantam a multidão. Nesta época do ano, os serviços de emergência têm muito trabalho. O socorro precisa chegar rápido. Alguns segundos podem ser fatais. Vamos cooperar com os profissionais socorristas e evitar acidentes?

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