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Medicamentos

27 de março de 2013 0

A implantação do Sistema de Registro Eletrônico de Medicamentos, anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na segunda-feira, deve reduzir em até 40% o tempo de espera pelo registro de um medicamento. A contratação de novos técnicos também deve contribuir para uma maior celeridade do processo que, hoje, é um dos entraves para a indústria farmacêutica nacional. Pesquisas científicas destinadas ao desenvolvimento de medicamentos costumam levar mais de uma década, compreendem diversas etapas e dependem do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para que possam avançar. Apenas ao final desse longo processo, o medicamento pode ser registrado, para entrar no mercado, o que, atualmente, também constitui processo lento e burocrático. Acelerar esse processo representa ganho não apenas para a indústria, mas, também, para o consumidor, que poderá contar com uma maior variedade de medicamentos e marcas. Nesse cenário, quanto maior a competitividade, menor o preço. Quanto menor o preço, maior o acesso de grande parte da população ao medicamento.

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