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Menos fiscalização, mais mortes

01 de julho de 2013 0

Um levantamento feito pela Codetran revelou que dos sete acidentes com morte registrados em Itajaí este ano, cinco ocorreram em locais onde havia fiscalização eletrônica, mas os radares estavam desativados.
As colisões ocorreram nas ruas Luiz Lopes Gonzaga, no São Vicente, Gustavo Benedet, no Cordeiros, José Eugênio Müller, na Vila Operária, Heitor Liberato, no São João, e Contorno Sul, no Centro _ todas elas, de movimento intenso.
Os radares deixaram de multar em 23 de novembro do ano passado, quando venceu o contrato entre a prefeitura e a empresa proprietária dos equipamentos. O município promoveu uma nova licitação, e a fiscalização eletrônica está sendo reinstalada _ mas só deve passar a funcionar no dia 1º de agosto.
Ao todo, 96 radares deverão ser instalados em Itajaí, mas a Codetran ainda não definiu se todos funcionarão neste primeiro momento.

O questionamento sobre os acidentes havia sido feito à coluna pelo leitor Lucas Miura, que também perguntou o quanto a cidade deixou de arrecadar em multas desde que os radares foram desativados. A resposta do coordenador da Codetran, Wilian Gervasi, é que não há como estabelecer uma média de infrações.
_ Não há como prever. Pode haver mil infrações num mês, ou nenhuma _ disse.

Multas provenientes de fiscalização eletrônica costumam provocar reclamações entre os motoristas. Mas é fato que inibem o excesso de velocidade e podem prevenir acidentes, especialmente em locais onde há grande movimento e abusos por parte dos motoristas. Resta saber se uma lombada física não faria o mesmo efeito.

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