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Donos de pontos de milho protestam contra derrubada em Cabeçudas

08 de agosto de 2013 4

Foto: Rafaela Martins

Donos dos pontos de venda de milho na praia de Cabeçudas, em Itajaí, estão de prontidão, com cartazes nas mãos, para tentar evitar a derrubada das estruturas. Os 11 permissionários receberam, no início do mês, uma intimação avisando que os pontos deveriam ser esvaziados. O prazo vence hoje.
Os proprietários reclamam que não foram avisados com antecedência e reclamam que não terão como manter o sustento. Alguns, como Antônio Carlos da Silva, 62 anos, trabalham no ponto há mais de 20 anos.
Paulo Praun Cunha Neto, secretário de Planejamento, diz que a retirada dos pontos é necessária para dar sequência às pbras de revitalização da orla de Cabeçudas. Segundo ele, ainda não foi definido o modelo de comércio que ocupará a praia após a reforma.
_ O que sabemos é que não cabem na praia 11 quiosques. Se forem pontos de milho, podem ser feitos rapidamente. Mas se forem quiosques, dependerão de licitação pública _ afirma.
Os alvarás dos comerciantes, hoje, dão direito à exploração dos pontos somente durante o verão _ mesmo assim, as vendas ocorrem durante o ano todo, há anos. O secretário de Planejamento diz que houve tolerância por parte do município.

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comentários

Comentários (4)

  • Valdevino Painel diz: 8 de agosto de 2013

    eu tambem quero um ponto na praia de Cabeçudas, como faço pra coseguir… Dagmara, pergunte ao SMU porque só davan licença p 11 kioskes – eles sao donos da praia…. esses kioskes enfeiam a praia… tem que fazer kiosques padrão Fifa…

  • Marcello Colla diz: 9 de agosto de 2013

    A situação destes quiosques é bem clara:

    1º – Todos os alvarás são de AMBULANTES, portanto não poderiam ficar ali de forma regular;
    2º – Cabe ali o instituto da licitação dos pontos, não se esqueçam se trata de espaço público tomado indevidamente pelo particular;
    3º – Como a empresa que fará a revitalização poderá garantir a qualidade dos trabalhos com a atitude radical dos comerciantes?
    4º – E a questão de saúde pública, estes comerciantes sem estrutura alguma poderam garantir as condições de higiene aos seus clientes com as obras em andamento?
    5º – Alguém já questionou os moradores de Cabeçudas se desejam que eles (comerciantes) fiquem na atual situação?
    6º -Se lá atrás o Município errou na postura em relação a estes comerciantes, não pode ter compromisso com o erro e manter o erro;
    7º – As obras são de recursos de ordem federal e se não forem executadas o Município terá que devolver o dinheiro (prejuízo politico) e pagar a rescisão do contrato (prejuízo financeiro), os contribuintes devem pagar pela atitude corporativista destes (comerciantes)?
    Cabe a reflexão, sem atitudes de enfrentamento o Poder Público irá paralisar e nada mais será concretizado, cabe o alerta, cabe o aviso.

  • Atilio Pimenta Camargo diz: 9 de agosto de 2013

    Sempre levo a cadela da minha sogra pra passear e fazer as necessidades na praia… A cadela, coitadinha, sempre fica assustada com esses quiosques horríveis construídos na praia de Cabeçudas… O prefeito precisa contratar urgente uma equipe de arquitetos para fazer novos pontos de venda na praia… Os comerciantes que ali estavam todos esses anos tem que aprender uma nova profissão ou procurar uma nova praia… Há solução pra tudo, só não há solução pra morte…

  • Edson Moraes Lessa diz: 9 de agosto de 2013

    Tomara que o seu Atílio leve, além da cachorrinha, alguns daqueles saquinhos de juntar cocô de cachorro. Porque se não levar… quem tá “emporcalhando” a praia, é ele!

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