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Parada proibida

09 de janeiro de 2014 7

Caminhão parado em fila dupla para descarregar mercadorias é cena comum na Avenida Atlântica. De acordo com o diretor de trânsito e engenharia de Balneário Camboriú, Fabiano da Silva, a operação é proibida. Com as ciclofaixas na avenida _ que ainda estão em fase de implantação na região Norte _ todos os caminhões terão que parar nas ruas transversais para carregar e descarregar.

Silva admite que é difícil fiscalizar, já que as operações irregulares, embora atrapalhem o trânsito, são geralmente muito rápidas. Com regras ainda mais rígidas para os motoristas, é bem provável que o número de infrações aumente.

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comentários

Comentários (7)

  • Adriano Leandro diz: 9 de janeiro de 2014

    Sou representante de uma distribuidora de alimentos e atendo a Av.Atlântica, fiquei muito feliz quando soube que haveria uma ciclofaixa na avenida pois um projeto antigo que nunca saiu do papel, nada parecido com o apresentado a ciclofaixa está ai sendo feita na alta temporada sendo que a prefeitura teve o ano todo para fazer e realocar as vagas de estacionamento, bom dizem que todas as vagas seriam feitas nas ruas transversais, quem mora aqui ou simplesmente passa pela Atlântica nota que não as vagas não comportam esses carros pois elas ja existiam antes da retirada das vagas e já estavam sempre lotadas, pra ter uma ideia se você tiver muita paciência consegue uma vaguinha perto da Av. dos estados á quase 1km da Av. Atlântica. Os caminhões que fazem a entrega de suprimentos para os estabelecimentos da Atlântica não estão conseguindo fazer as entregas pois estão tendo que parar em fila dupla, é errado? Sim, mas de opção porque acredito que quando um vereador ou o prefeito for a um rEstaurante comer sua lagosta e tomar seu whisck, e o garçom dizer que não tem porque o caminhão não entregou por não ter onde estacionar para descarregar, surgira um projeto para novas vagas. #FICAADICA

  • avelino ponte diz: 9 de janeiro de 2014

    Sou norteamericano, de origen espanhol e residencia permanente no Brasil.
    Acho importante para Balneario en particular y o Brasil en general, jornalistas como voce, que mostran o que esta errado.Tem muito trabalho a facer e o Brasil precisa de muita gente como voce, con independencia de criterio, para educar a populacao ja que o Goberno nao faz.
    Parabems para voce por um trabalho bem feito

  • marie isabelita diz: 9 de janeiro de 2014

    Faltam vagas demarcadas para carga e descarga, nas áreas comerciais. Não adianta imaginar que só vão fazer isso de noite e de madrugada. Onde há vagas, diz a placa que isso só pode ser feito num período de 12 a 2 horas, algo assim, mas a vaga está sempre ocupada por carros. Os guardas poucos autuam, desfilam mais de carro e moto, quando devriam estar a pé, presentes nas ruas e sinaleiras.

    Do mesmo modo que as vagas de idoso e deficiente, nossas entradas de garagem estão sendo usadas para carga e descarga, ou pessoas que esperam por alguém. Daí vc chega, não pode entrar, forma-se longa fila de carros, começa o buzinasso. Ou vc vive na insegurança de perder seu horário, trancado na garagem, sem poder sair.

    Uma cidade como Balneário Camboriú, se quiser uma qualidade de vida razoável e um turismo decente, tem que ter muito guarda de trânsito, assim como muito salva-vidas e fiscais na praia. Uma festa do Green Valley contrata 300 seguranças e ainda dá aquela roubalheira. Aqui querem controlar uma virada de ano, com um milhão de turistas, na base de 300 funcionários de atividades diversas, catados em cima da hora (Guarda de trânsito, Guarda armada, etc) Do mesmo modo, escola tem que ter professores e administradores em número suficiente, com o devido preparo.

    Mas pior de tudo é permitir aqueles ônibus gigantes em meia dúzia de avenidas, circulando para cima e para baixo. Se nós moradores temos que andar a pé, porque os turistas que às vezes nem estão hospedados na cidade, tem que andar só embarcados e trancando tudo???? Burrice e omissão das autoridades. Retrocesso, pois já se havia tirado o ônibus do centro em temporadas anteriores. Tinha estacionamento para eles na quarta-avenida, na frente do Angeloni. Õnibus de turismo paga IPTU???

  • Alaércio de Souza diz: 9 de janeiro de 2014

    Onde os caminhões paravam quando não havia a ciclovia? Resposta: Em fila dupla, como agora, pois no espaço onde hoje está a ciclovia estavam os automóveis, certo?

    É muita pretensão querer descarregar defronte a cada estabelecimento comercial. Tem que parar em algum ponto e vir trazendo as mercadorias em um carrinho menor, como ocorre nas grandes cidades?

    Ou vamos que ter um ponto de carga e descarga em cada esquina ara abastecer de milho e coco verde as barracas e quiosques?

  • Elisabeth de Souza diz: 9 de janeiro de 2014

    Onde os caminhões paravam quando não havia a ciclovia? Resposta: Em fila dupla, como agora, pois no espaço onde hoje está a ciclovia estavam os automóveis, certo?

    É muita pretensão querer descarregar defronte a cada estabelecimento comercial. Tem que parar em algum ponto e vir trazendo as mercadorias em um carrinho menor, como ocorre nas grandes cidades?

    Ou vamos ter um ponto de carga e descarga em cada esquina para abastecer de milho e coco verde as barracas e quiosques?

  • Adriano Leandro diz: 13 de janeiro de 2014

    Alaércio de Souza, antes com o estacionamento existiam vagas de carga e descarga como em qualquer lugar no país, que hoje foram praticamente extintas. Esses carrinhos que você mencionou é usado já a muito tempo pelas empresas de distribuição, que quando existiam esses locais faziam esse trabalho de parar nos devidos locais e levar até o estabelecimento, assim como é nas outras avenidas de Balneário. Não sei se você tem conhecimento das leis municipais de trânsito, mas caminhões de entrega não podem circular nas avenidas: Atlântica, Brasil e 3ª após as 12hrs, “Ônibus de turismo pode” mas isso é outro assunto. Isso causa um caos em qualquer logística tendo um período tão curto, é “pretensão” sim querer estacionar defronte de cada estabelecimento existente, para isso não ocorrer de opção. Você vendo pelo lado de fora um caminhão infringindo a lei por parar em fila dupla é fácil crucificar, quero ver viver aquilo e ver que soluções simples evitaria transtornos. Eu o convido a passar uma manhã com meus entregadores.

  • Adriano Leandro diz: 13 de janeiro de 2014

    “Só reflita”

    Parece simples, mas você já parou para pensar o que gira economia de Balneário? Quantas famílias dependem do movimento dessa fatia de estabelecimentos da cidade para colocar comida na mesa de casa, se um restaurante não tiver insumos para produzir ou clientes para consumir terá que fechar suas portas.

    Conta rápida: Um restaurante médio porte acredito que emprega 50 pessoas, ele recebe a visita de no minimo 10 representantes de insumos que precisam vender para seus entregadores terem emprego.

    Quantas pessoas ficariam sem trabalho? Quantas famílias essas pessoas sustentam?Quanto a cidade deixaria de arrecadar se não existisse os mesmos? O que gira a economia da cidade?

    Existem na Atlântica: Hotéis, pousadas, restaurantes, quiosques, lanchonetes, bares, conveniências, mercados, sorveterias, padarias e outros. Que dependem desse ciclo, então vamos analisar todos os lados da moeda. Ficando bem claro que não sou contra a ciclofaixa acho uma tremenda de uma utilidade pública, irei até arrumar a minha bicicleta para dar uma volta, nossa cidade é muita rica, arrecada milhões a cada ano fez um projeto bacana até para quem lembra, e entrega uma obra feita desse nível que creio eu é só para promover eleição como obra concluída.

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