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18 de março de 2014 2

A reitoria do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) assina amanhã contrato com a empresa Concretil, que venceu a licitação para tocar a obra da sede em Itajaí, paralisada desde 2010. A construtora terá 330 dias para entregar a obra.
O câmpus Itajaí funciona provisoriamente há três anos em um prédio alugado na Rua Tijucas, no centro da cidade, e atende cerca de 400 alunos por semestre.
(Colaborou Maikeli Alves)

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comentários

Comentários (2)

  • Bertson Campos diz: 19 de março de 2014

    Passo sempre em frente a esta obra, e venho acompanhando ela se deteriorando com o tempo….espero mesmo que desta vez a terminem, pois sua aparencia inacabada é bem desagradavel em uma avenida tao movimentada,

  • Estela diz: 19 de março de 2014

    Mais do que aparência desagradável de obra abandonada, AO LADO DA CASA DO POVO, o triste é ver que o IFSC já deveria estar atendendo cerca de 1.200 alunos, gratuitamente e com bolsas para ajudar na manutenção dos mais carentes. É a “universidade do trabalhador”, que pode auxiliar muitas pessoas a melhorar sua qualidade de vida e carreira profissional.

    O prejuízo para a população tem sido enorme, em tempos de tantas mazelas sociais, falta de qualificação profissional.

    Para quem já passou dos 50 anos e fez todo tipo de sacrifício para estudar, é animador ver que finalmente o ensino público, gratuito e de qualidade, começa a ser oferecido em SC, famosa terra das oligarquias, qua já teve um ministro da educação (Paulo Bornhausen), mas onde só prosperava o ensino pago. Vejam a precariedade e demora da Udesc em BC ou da UFSC em Blumenau.

    Mais bonito é que no Instituto Federal de Santa Catarina, com mais de 20 unidades no estado, há democracia. A gestão é participativa. Os alunos e professores participam de eleições para direção, coordenações. Isso gera cidadania.

    Lamentavelmente, é o que a dita universidade comunitária Univali não pratica. O reitor Villela, em seus tempos, submeteu-se à eleição direta, com participação de alunos e professores. Depois dele, só eleições indiretas, de conselho. E quem elegeu o conselho? Pouco mais de cem pessoas elegem um reitor, sem verdadeira democracia, para reinar sobre uma comunidade dita de mais de 20 mil pessoas. O dinheiro público circula pela Univali, de formas diversas. Não há universidade de verdade, sem eleições amplas e democráticas.

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