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Obra liberada

07 de abril de 2014 2

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu o embargo das quatro últimas torres, de um total de 14 previstas, no empreendimento Brava Home Resort, na Praia Brava, em Itajaí.

O desembargador Luiz Zanelato concedeu liminar no agravo de instrumento interposto pelos advogados que representam a construtora Procave e aceitou o argumento da defesa, de que o embargo das torres está fundamentado em uma lei que não estava mais em vigor na data da aprovação do projeto.

O Ministério Público alegava que a obra não obedecia a taxa mínima de permeabilidade do solo.

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comentários

Comentários (2)

  • Tarciso Parente diz: 7 de abril de 2014

    fico ansioso, aguardando a construção em todas áreas possíveis em Itajaí… Acho que toda a área de preservação tem que ser transformada em paredes de concreto – algumas edificaçoes antigas, como por exemplo, a igreja matriz, o herbario, o museu, a casa onde esta a receita federal, etc, precisam ser demolidas e dar lugar para inúmeros edificios, quanto mais alto, melhor…

  • Gabi Hassan diz: 8 de abril de 2014

    Tarciso, fica frio que logo eles vão estragar tudo o que for possível! O dinheiro é que manda. Eles vão levar para algum cofre dentro do caixão. Olhe a Brava, o povo se movimentou, encheu a Câmara (aquela turma que tem muitos chefes, menos o povo!), mas a des-truição civil (favela de concreto da classe média) venceu.

    Sobre a igreja matriz, linda, com aquela bela praça, as autoridades in-competentes devem olhar para fora, já que adoram viajar às custas do povo. Em muitas cidades, está proibido construir numa área ao entorno de monumentos históricos importantes, para manter sua beleza e não ofuscá-los. Creio que é assim em Washington, ao redor daquele obelisco com enorme espelho dágua, onde ocorreram manifestações históricas.

    Enquanto isso, se os chiques que vierem para as regatas internacionais forem caminhar, vão torcer o pé nas calçadas arrombadas e ver lixo no terreno baldio. Olha a rua Tijucas. Sem falar naquelas cortinas com correntes, que as lojas descem no espaço público e amarram no meio fio. A ignorância é tanta que só vê a vitrine quem caminha na calçada. Vc paga UM REAL para dar uma estacionada e não pode abrir a porta do carro. Tem que passar por baixo, enroscar a cara na corrente, que estraga seu carro. Aliás, se paro 25 minutos, por que tenho que pagar no mínimo UMA HORA? A máquina lê moeda de 50 centavos. O POVO ESTÁ SENDO ROUBADO.

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