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História preservada

01 de maio de 2014 31
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

A construtora Ciaplan entrega neste fim de semana em Balneário Camboriú o edifício Tour Chapelle, que tem uma peça no mínimo inusitada na arquitetura: uma igrejinha tombada pelo patrimônio histórico municipal. A capela, construída na década de 1960, pertencia à associação luterana Wally Heidrich, que já não tinha condições de manter o imóvel e ofereceu o terreno à construtora. A incorporação da igrejinha ao edifício foi aprovada pelo Conselho da Cidade, como forma de manter o patrimônio.

Deu tão certo, que a capela tornou-se um plus para o prédio de luxo. Ideias parecidas poderiam ser usadas pela região para evitar a tão comum destruição do patrimônio.

A igrejinha

Inaugurada em 1961, a então Igreja Evangélica de Confissão Luterana atendia principalmente os veranistas de cidades como Brusque, Blumenau, Pomerode e Rio do Sul, que sentiam falta de um espaço para professar a fé no litoral, além das 25 famílias luteranas residentes na chamada Praia de Camboriú à época. As características históricas da igreja  foram preservadas, como  a cruz talhada em madeira nobre pelo escultor Hermann Teichmann, o peculiar formato do telhado e o sino.

Sobre a estrutura da capela estão os 29 pavimentos do Tour Chapelle, com um apartamento por andar. O empreendimento, na quadra do mar, tem  piscinas aquecidas,  ofurô, sala de jogos, brinquedoteca,  cinema e academia.

A construtora ficará responsável pela manutenção da capela  que estará disponível para visitação  e também possibilitará a locação para eventos como casamentos e batizados.

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comentários

Comentários (31)

  • Schell diz: 1 de maio de 2014

    Algo pode ter sido perdido pelo “caminho”. Até hoje não conheço nenhuma compra de terreno por parte de igrejas eou seitas. Sempre e sempre há doações, públicas ou privadas. E, geralmente, tais doações são para fins específicos. Assim, ficom com a dúvida: como a igreja adquiriu aquele terreno? Foi doação? Como a construtora destrinchou esse caso (no caso de doação para fim específico)? Foi por isso que mantiveram a “igrejinha”? Para fazer de conta de que a finalidade continuaria? Sei não…

  • miguel diz: 1 de maio de 2014

    O amigo ai de cima, pelas afirmações feitas, deve ser um grande conhecedor do assunto de compra de imóveis por igrejas. caso contrário esta falando besteira, pois ninguém deveria afirmar algo de que não é conhecedor. Um dos problemas do brasileiro é sempre afirmar algo sobre um assunto sem ter conhecimento algum sobre o mesmo.
    O não sábio, geralmente fala mais do que lê.

  • Leonardo diz: 1 de maio de 2014

    Uma das minhas preocupações ao ler é com erros ortográficos, e logo na primeira linha há um: “eStrega”. nao sei se o correto seria “entrega” ou “estraga”. parei de ler a matéria.

  • stella diz: 1 de maio de 2014

    Schell, a História não começou depois que vc nasceu!!! Reflita sobre isso!

  • Gustavo diz: 1 de maio de 2014

    Não respeitam nem o que é tombado? A igreja virou a casinha de cachorro do prédio, perdeu todo o significado. É triste ver os órgãos públicos aceitarem essa aberração na arquitetura e na paisagem.

  • Gilberto Gomes diz: 1 de maio de 2014

    Além de toda falcatrua envolvendo a gestão do terreno desde o século XX, não bastasse, a proposta arquitetônica ficou de um mal gosto sem precedentes, tudo descontextualizado!

  • Juliane diz: 1 de maio de 2014

    Ficou um charmeee e que mais construtoras se inspirem!!
    Não é obrigatória a destruição para que surja o novo.
    Incorporar o antigo ao moderno é a chave do desenvolvimento.

  • Rodrigo diz: 1 de maio de 2014

    Plus? Isso é uma aberração. O não derrubamento da igreja não significa que o patrimônio tenha sido preservado. O contexto de toda a obra se perdeu. A capela foi engolida por um edifício de dezenas de andares e vedada com uma parede de vidro… A tentativa de torná-la uma peça de museu fará com que ela se torne mero objeto cenográfico. De nada adianta existirem políticas de preservação do patrimônio se os próprios órgãos públicos que os fiscalizam e aceitam projetos como esse se vendem ao puro interesse do capital privado.
    Não questiono o fato dos antigos donos já não possuírem mais condições de preservarem o monumento e o terem vendido. As técnicas construtivas de antigamente já não são mais as mesmas, o que torna a manutenção de um imóvel desses muito alta… Mas uma aprovação dessas pelo Conselho da Cidade é só outro exemplo de como Balneário Camboriú já se perdeu em função do interesse privado e se tornou uma cidade-aberração.

  • André Wagner diz: 1 de maio de 2014

    Já ouvi um pouco sobre o processo de venda da propriedade, de como se chegou à ideia de incorporar a igreja ao edifício, sobre o trabalho de arquitetura que, se não me engano, envolveu estudos profundos de situações semelhantes fora do Brasil. Depois de saber o que sei sobre o empreendimento, é hilário ler comentários como o do Schell e uns outros também. Ao mesmo tempo me esclarece porque há tanta confusão na sociedade: muita gente acha que sabe tudo e que todos os demais são bandidos. Que cada um se coloque no seu lugar e se manifeste com força a medida que adquire conhecimento no mesmo nível que pretende proclamar opiniões.

  • Beatriz diz: 1 de maio de 2014

    Lamento a existência da parede de vidro pelo simples fato de representar um perigo para as aves e quem sabe para outros bichinhos incautos…de resto, são meras opiniões e cada uma deve ser respeitada.

  • Alessandro diz: 1 de maio de 2014

    já reclamei em um comentário no face e aqui serve também, pois todo muito reclama, critica e desfaz tudo que esta sendo divulgado na mídia on line mas já pararam para se olhar no espelho, são perfeitos, são racionais 100%, para gente ta chato já isso nos comentários , guerras e batalhas por menções muitas das vezes sem significado mas vão cuidar das suas casas e filhos, lavar o carro, passear com o cusco, fazer amor com sua esposa meu Deus quanta hipocrisia

  • Valdecir Jose Pinto diz: 1 de maio de 2014

    Andre Wagner, parabéns pelas suas palavras.
    O que a gente vê por ai, é cada vez mais pessoas dando opinião em assuntos que não conhecem ou não estudaram. Quando a opinião é apenas uma opinião tudo bem. O problema é que tentam transformar opiniões em verdades.
    Infelizmente isso acontece em todos os setores de nossa sociedade. Pessoas passam anos estudando algo e depois veem comentários sem o minimo de conhecimento técnico colocar em chek tudo aquilo que demorou anos, décadas de estudo.
    O caso da igreja, é inovador e oportuno. Parabéns a todos que apoiaram o projeto.

  • Luiz Filipe Sander diz: 1 de maio de 2014

    Ridícula e infeliz a colocação de alguns, eu morei por 21 anos na rua 2300, rua do empreendimento Tour Chapelle ( http://www.ciaplan.com/tour-chapelle.cfm ), e como poucos acompanhei desde antes do seu tombamento pelo 1998 pelo poder público, como após até o início das obras do empreendimento. Passei por mais de uma decada diariamente ao lado da Capela é o que vivenciei que era um completo absurdo, um imóvel simplesmente largado, abandonado, sempre fechado. Situação bem diferente dos que comentaram acima sem ter conhecimento de causa acham que o mesmo estava tendo algum aproveitamento, ou condição para isso. O empreendimento veio primeiro a restaurar a antiga e morta capela, tornando a um ponto de atração como deveria ser como um patrimônio tombado, lembrando muito da origem da própria cidade de Balneário. Pra quem não sabe mais fala sem saber o empreendimento possui um salão de festas anexo ao prédio que poderá ser de uso (pago é logico) por quem assim desejar utilizar a capela para oficialização de um matrimonio por exemplo. Além disso estava sendo estudado uma forma de estabelecer horários de visitação a Capela.

    Excelente padrão e bom gosto o empreendimento possui somente 5 unidades a venda – 1 decorado – 3 unidades tipo e a Cobertura.

    Informações pelo telefone: (047) 9937-5719
    Email – luiz_filipe_sander@hotmail.com – Creci 21.483

  • Gustavo Benvenutti diz: 1 de maio de 2014

    Ficou ó…. UMA BOSTA!

  • Fabricio diz: 1 de maio de 2014

    O patrimonio ja era. Aberracao de arquitetura e jornalismo vagabundo que engole qualquer merda que um capitalista ou politico lhe aplica.

  • Breno diz: 1 de maio de 2014

    História preservada… sim, história da especulação imobiliária selvagem e sem escrúpulos, história da ingerência do poder público sobre a cidade e o ambiente urbano… história da aberração urbanística em que se transformou BC.

  • Edsel Neumann diz: 1 de maio de 2014

    Como as pessoas tendem para a maldade, é claro que o empreendimento foi bem elaborado e a ideia genial. Quanto ao terreno busquem informações, pois o dinheiro foi aplicado pela igreja em outro local, como manda a regra. Quanto ao Sr. Gustavo Benvenutti, não tem nem educação, melhor não opinar sobre assuntos que exijam cérebro!

  • Lisete Terezinha Dos Santos diz: 1 de maio de 2014

    Se eles tivessem destruído a igreja, tava todo mundo criticando. Mais tiveram a decência, respeito e preservaram, achei muito bom para os funcionários deste edifício, nas horas vagas, podem ficar inspirados e procurar ” DEUS “, fazerem sua orações. Deveria ter em todas as empresas, uma capelinha, tem muita gente afastada de ” DEUS “. Mais mesmo assim o povo não esta contente.Povo sem noção…

  • Maria diz: 1 de maio de 2014

    Daqui a pouco, vamos preservar um quadradinho de grama com a última árvore da cidade, cobrando pela visitação. Não vi nenhum comenarista dizendo objetivamente, quem pagou pelo terreno, repassado à construtora. A igreja ganhou ou comprou?

    Aos furibundos, recomendo ler meia dúzia de compêndios atualizados sobre Arquitetura, Urbanismo e qualidade de vida, de nível internacional, de nível científico, de gente respeitada sem interesses comerciais.

    Balneário Camboriú é sim uma cidade de gosto duvidoso, para deleite de novos ricos, classe média consumista e aparvalhada. As próprias autoridades locais reconhecem os problemas criados com esta falta de planejamento urbano e o desrespeito ao bom senso. Basta pagar uma multinha ou compensaçãozinha e faz-se qualquer coisa.

    Vem aí o segundo andar do camelódromo!!!! Coisa linda e funcional ;-)

    É bom que continuem estragando BC, e deixem outras cidades vizinhas preservadas no litoral. A história julgará estes empresários e lideranças políticas, como já julgou alguns.

  • otavio diz: 1 de maio de 2014

    para quem ta falando bobagem vai um pouco de informação ..o terreno nao foi doado pelo poder publico..era de propriedade da Sra. Wally Heidrich que junto com a comunidade construiu a Capela….quando foi tombada a mesma nao recebeu nenhum centavo do município nem do IPHAN.. as proprietárias nao tinham dinheiro para manter a capela que estava em estado critico de conservação …a capela foi recuperada seguindo todas as normas regras que regem a restauração de templos ecumênicos e foram feitos por uma empresa especializada neste tipo de restauro..a capela será mantida pela construtora que ira Mantega aberta ao publico para que a população possa conhecer um pouco da história do município..quanto ao vidro..infelizmente faz-se necessário para preservar o patrimônio e evitas vândalos cachorrinhos e seus xixis e cocôs..bem como proteger as esculturas e outros que fazem parte da história da capela..vamos respeitar as opiniões mas vamos nos informar antes para nao falar bobagem……o ato é que a cidade tem um bem histórico preservado so este fato já seria motivo de elogio.

  • Lisete Terezinha Dos Santos diz: 1 de maio de 2014

    Para vocês que não leram a reportagem, esta capelinha a anos estava abandonada pela prefeitura, que deveria manter o patrimônio em ótimas condições para visitação de turistas e as pessoas da cidade pudessem continuar frequentando. Mais não era o que estava acontecendo, a capelinha estava com sérios comprometimentos na sua estrutura, que poderia vir a desabar sozinha ou com pessoas dentro. A capelinha não ficou particular, eles a reformaram, sem mexer na estrutura antiga, permitindo agora que as pessoas possam continuar frequentando a capelinha e ate oficializar casamentos. No edifício, do lado esquerdo da capelinha, eles também construíram um salão de festas, para quem quiser fazer a sua festa de casamento, pagando é claro, mesmo nada é de graça. Se a capelinha tivesse desmoronado, por conta do desleixo do órgão responsável pelos patrimônios da cidade, aposto que vocês não estariam criticando. O povo tem este costume, não reage para que as coisas melhorem, ai vem um empresário nota dez, que faz este gesto bonito e de fé, preservando a capelinha, e mesmo assim as pessoas são ingratas, sem noção. Com certeza estas mesmas pessoas, passaram em frente desta capelinha milhões de vezes, sem a mínima preocupação de solicitar uma reforma, para a preservação do patrimônio e assim pudessem voltar a frequentar. O povo sabe de seus direitos, mais não cobra. Tomem tento gente, vamos reclamar menos e agir mais.

  • raqueljacke diz: 1 de maio de 2014

    Noooooossssa , que estranho !!!! como uma igreja “tombada”pelo patrimonio histórico, doa um terreno???? como uma construçāo sob um bem tombado???? como con$eguiram tal aprovaçāo???? estamos cansados de saber como isso funciona, $$$$$$ especialmente em Balneario camboriu, onde a especulaçao imobiliaria é gritante!!!!

  • Paulo Eduardo diz: 2 de maio de 2014

    Creio que a história precisa ser preservada e em várias cidades da Europa adotam em mesclar o velho com o novo, algumas pessoas comentaram pasmos sobre isso, mas é uma coisa absolutamente normal lá fora.

    Se a dona do terreno não tinha condições em manter a igrejinha conservada em funcionamento, foi muito sensato a construtora restaurar e colocar em funcionamento para comunidade. Parabéns a construtora.

    E penso que ao invés das construtoras utilizarem terrenos com vegetação e mata nativa para construção é muito mais sábio utilizar terrenos que já estão desmatados e que possuem imóveis antigos a serem restaurados o impacto ambiental é bem menor. Ninguém pensou nisso, temos que preservar o verde e nossas referencias históricas da cidade.

    Ao contrário da nossa vizinha Itajaí que estão exterminando vários casarões e apagando a história da região.

    Vamos preservar a história da nossa cidade.

  • Matheus diz: 2 de maio de 2014

    Aberração arquitetônica e jornalística de uma vez só. Antes de escrever tamanha bobagem, consulte alguém que entanda do assunto!!! Fica a dica com um plus a mais…

  • Matheus diz: 2 de maio de 2014

    O patrimônio é tombado e tão público que ficou pra dentro do fechamento em vidro…idiota!!!

  • Luis Gustavo Costa diz: 2 de maio de 2014

    LISETE. Nao fale besteira sem ter conhecimento
    A Capela precisava do seu entorno preservado. Agora o projeto nem preserva a leitura de capela nem adiciona valor a o novo empreendimento., foi de muito mal gosto. Pergunto cade os órgãos de fiscalizacao do patrimonio que deixou passar um absurdo desse? Cade seus pareceres, gostaria muito de ver o pq dessa barbárie.

  • Adrienne diz: 2 de maio de 2014

    Não entendi…Patrimônio tombado dentro de um prédio particular???rsrsrs A visitação à capela será controlada por quem,pelo síndico do prédio,o porteiro ou a “antiga proprietária?rsrsrs…Quanto à parede de vidro ” para os cachorrinhos não fazerem cocozinhos” saberá diferenciar entre os cachorrinhos e os humaninhos que desejarem visitar o “nosso ” patrimônio??? A Proprietária “doou” para uma “Construtora” da Cidade de “Balneário Camboriú” terrinha das ” marretadas”???Sim este é o som peculiar da nossa amada Balneário “plim Plim PLim” marretas derrubando paredes ou “marretas” no sentido mais negativo = falcatruas!!! enfim…levem este papinho de preservação em nossa região,lá pra Inglaterra!!!Preservação pra inglês ver…por favor…Estão muito acostumado com a idéia de achar que Catarinense é Jeca!!!

  • Tiago Tamanini Junior diz: 2 de maio de 2014

    Que bom que a construtora restaurou a Igreja. Agora só falta demolir o prédio construído em cima. A Igreja foi fechada como um pássaro em uma gaiola. Está sem céu e sem liberdade. É simples, as Igrejas apontam para o céu com suas torres no sentido de apontar para o divino, no caso esta perdeu todo o seu sentido, uma pena. E lamentável também o título desta postagem se chamar “História Preservada” ao invés de “História Ameaçada” ou ainda “História Ridicularizada”. Falta crítica jornalística ou conhecimento técnico sobre preservação de patrimônio antes de postar um título desse.

  • Rodrigo diz: 2 de maio de 2014

    O curioso é que o argumento da maioria dos que se posicionaram a favor de tal aberração, nestes comentários, não foi focado na notícia, e sim em atacar quem concorda que a obra é uma aberração. Ao invés de nos mandarem estudar, poderiam também tentar compreender o que significa patrimônio histórico e o porquê de sua preservação. Com a bibliografia certa, talvez comecem a entender também um pouco do processo de formação de uma cidade e como seu desenvolvimento saudável é intimamente ligado com a limitação do poder de ação do capital privado.

  • Miriam diz: 3 de maio de 2014

    A alguns críticos acima vão procurar saber é ridículo comparar uma Igreja a uma casinha de cachorro pois você não deve ser cristão,penso eu.A Juliana meus parabéns pela colocação assim como outros que conheceram a história e defenderam.

  • Edgar Ricardo von Buettner diz: 14 de maio de 2014

    Simplesmente sensacional a solução encontrada! Uma referência no âmbito da preservação do patrimônio histórico, para todo o Brasil, mostrando também no exterior, especialmente Europa, que somos capazes de aprender e evoluir! A solução arquitetônica é simplesmente magnífica, que inclusive deu origem ao nome do conjunto: Tour Chapelle! A proteção em vidro, que pode apresentar o problema da colisão de pássaros, é de fácil solução: existem decalques, largamente usados na Europa, imitando silhuetas de pássaros. Porém, não creio que sejam necessários, pois o local já é bem urbanizado e os pássaros devem preferir locais mais tranquilos! Quando for a Balneário Camboriú, farei questão de conhecer a Capela, com seu estilo simples e despojado, típico para os templos luteranos! Parabéns à Dagmara Spautz, pelo seu texto simples e objetivo!

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