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Entrevista: Rogério Philippi

07 de maio de 2014 2
Foto: Rafaela Martins

Foto: Rafaela Martins

Eleito o Empresário do Ano pela Associação Empresarial de Itajaí (ACII), Rogério Philippi comanda desde a década de 1960 a empresa que leva seu nome, especializada na armazenagem de contêineres. O empresário, que já havia figurado na lista dos mais votados do ano passado, desta vez venceu a disputa com 38,4% dos votos. Nesta entrevista, ele fala sobre a economia de Itajaí.

É importante para a empresa receber esse reconhecimento?
Fomos privilegiados. Somos uma empresa familiar, e fico orgulhoso pela família. Algumas boas coisas fizemos nesses quase 50 anos.

A área em que o senhor atua é considerada determinante no sucesso do complexo portuário…
Vim de Florianópolis, na época trabalhávamos com madeira, que era o forte do Porto de Itajaí. Trabalhamos com cimento, e quando começaram a chegar os contêineres, nos procuraram para descarregar porque tínhamos máquinas para isso, foi por acaso. No contexto de Itajaí, hoje a atividade retroportuária é essencial.

O que falta hoje na economia de Itajaí?
Vivemos um progresso muito grande, que poderia ser ainda maior se já tivéssemos estradas de ferro, ampliação do porto e via portuária. Com isso tudo, nosso futuro é promissor.

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comentários

Comentários (2)

  • A Voz da Experiência diz: 7 de maio de 2014

    Parabéns a este empresário – qualquer ser humano que consegue fazer sua empresa sobreviver durante tanto tempo, com um governo sempre ajudando a atrapalhar, é um mérito. Nada como ouvir a voz da experiência, conforme relatado no final da entrevista:

    Entrevista: Rogério Philippi
    07 de maio de 2014 0
    Foto: Rafaela Martins

    Foto: Rafaela Martins

    Eleito o Empresário do Ano pela Associação Empresarial de Itajaí (ACII), Rogério Philippi comanda desde a década de 1960 a empresa que leva seu nome, especializada na armazenagem de contêineres. O empresário, que já havia figurado na lista dos mais votados do ano passado, desta vez venceu a disputa com 38,4% dos votos. Nesta entrevista, ele fala sobre a economia de Itajaí.

    É importante para a empresa receber esse reconhecimento?
    Fomos privilegiados. Somos uma empresa familiar, e fico orgulhoso pela família. Algumas boas coisas fizemos nesses quase 50 anos.

    A área em que o senhor atua é considerada determinante no sucesso do complexo portuário…
    Vim de Florianópolis, na época trabalhávamos com madeira, que era o forte do Porto de Itajaí. Trabalhamos com cimento, e quando começaram a chegar os contêineres, nos procuraram para descarregar porque tínhamos máquinas para isso, foi por acaso. No contexto de Itajaí, hoje a atividade retroportuária é essencial.

    O que falta hoje na economia de Itajaí?
    Vivemos um progresso muito grande, que poderia ser ainda maior se já tivéssemos ESTRADAS DE FERRO, AMPLIAÇÃO DO PORTO E VIA PORTUÁRIA. Com isso tudo, nosso futuro é promissor.

    OUVIRAM, GOVERNANTES DE M….

  • Ingo Norante diz: 7 de maio de 2014

    Vou apenas completar a última resposta: Falta na economia de Itajaí a consciência para a atividade turística… Atualmente perdemos até pra Camboriú no número de visitantes Temos uma área rural extensa (turismo rural), temos atrativos naturais e durante 12 meses do ano aproveita-se alguns dias em poucos eventos… O comércio não está preparado, não há uma caneta estampada “lembrança de Itajaí” ou algo parecido. Os governantes precisam ir a Fraiburgo, Gramado e nas cidades vizinhas pra aprender a ganhar dinheiro com turismo…

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