Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Para inglês ver

12 de maio de 2014 1

Prefeituras da região correram contra o tempo para realizar audiências públicas sobre a gestão de resíduos _ parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabeleceu  prazo até agosto deste ano para que as cidades eliminem os lixões, método antigo e poluente de depósito dos dejetos. Nas duas maiores cidades da região o lixo é depositado em aterro sanitário, devidamente regulamentado. Ainda assim, a discussão é importante para discutir políticas públicas adotadas para tudo o que descartamos.

Via de regra, as audiências foram anunciadas pelas prefeituras em cima da hora. Um problema para um encontro que deveria reunir a comunidade para debater um tema tão importante.

Recentemente a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu mais três anos para a eliminação dos lixões. Tentativa de empurrar com a barriga assunto que interfere diretamente no futuro do planeta e que já deveria ter saído do papel há muito tempo.

Comente e compartilhe

comentários

Comentários (1)

  • Mariah diz: 12 de maio de 2014

    Lamento muito quando ouço e vejo o caminhão do lixo, de noite, no centro de BC, moendo tudo junto: vidro, pets, papéis, etc. As pessoas até separam, mas na lixeira do prédio fica tudo misturado. Caso nenhum catador tenha recolhido, vai tudo para o lixão. O caminhãozinho da reciclagem passa uma vez por semana, VOANDO, só tocando musiquinha. Não vai parar prédio por prédio, naquele trânsito. E nem os moradores vão ficar lá na rua, esperando para fazê-lo parar, como alguns fazem lá nos bairros.

    Como não há nenhum incentivo ou certificação para o condomínio que separa direitinho, os poucos funcionários não estão nem aí. Muitos síndicos nem moram no prédio, e não estão nem aí para o reciclado. É uma vergonha esta falta de política de reciclagem, para uma cidade pretensamente moderna, luxuosa, etc. Ainda mais se Itajaí está reclamando do uso do lixão.

    Pior, deveria haver fiscais e multas, porque jogam de tudo das janelas. Conforme o SOL noticiou, até tijolo jogam nas pessoas na rua 1500. Tem gente com ferramenta, martelo na mão, etc. É claro que podem derrubar nos pedestres. Até caminhão betoneira da Concrebrás trafega na contra-mão, para chegar na obra em frente à Trigo’s, fazendo os outros que estão certos, voltarem de ré. (Construtora RV)

    É só observar os fumantes nas janelas e varandas, fumando, batendo cinza, cuspindo e jogando cigarro nas pessoas. Jogam até o papel da carteira. Outro dia caiu no braço de um bebê. O que a pessoa vai fazer? Invadir o prédio? Chamar a polícia?

    Tem gente instalando redes nas janelas, ou ar condicionado, com furadeiras, sem sinalizar a calçada. Caem pedaços de cimento, e pode cair até a furadeira, se o cara não segurar bem. Deveria ser necessário ordem por escrito do síndico e verificação de que sinalizem a calçada.

    Não se vê campanhas educativas da prefeitura, nem para moradores, nem para turistas. Que tal explicar as responsabilidades, os procedimentos?

    Se colocassem receptores de lixo reciclado por quadra, os moradores mais conscientes poderiam ir lá, em vez de carregar o reciclado até encontrar um catador.

Envie seu Comentário