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Poeira, lama e perigo

29 de maio de 2014 0

 

Foto: Rafaela Martins

Foto: Rafaela Martins

 

O barro e o pó fazem parte da rotina dos moradores da rua Pedro João Pinto, o endereço do Complexo Prisional da Canhanduba, em Itajaí. Apesar do movimento intenso – é grande o vaivém de advogados, visitantes e viaturas – a via de apenas 600 metros não recebeu asfalto nem calçamento. Além do incômodo aos moradores, que mal podem abrir as janelas quando o tempo é seco e correm o risco de atolar os carros quando chove, a via esburacada também representa perigo: é o acesso por onde chegam os detentos – e se a viatura quebra no meio do caminho?

Na terça-feira, quando o governo do Estado assinou a ordem de serviço para a construção da Penitenciária Feminina em Canhanduba, a passagem ganhou uma “tapeada” com patrola e brita. Quando não há previsão de chegada de autoridades, a quantidade de buracos só aumenta.
Tarcízio Zanelato, secretário de Obras de Itajaí, diz que estão sendo asfaltadas ruas na zona rural, mas não há previsão de melhorar o acesso. Segundo ele, a expectativa da prefeitura era que o Estado – o “dono” do complexo – desse conta de fazer as melhorias. Até agora, nada feito.

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