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Justiça condena Expressul e seguradora a indenização de R$ 1 milhão por morte de desembargadora após acidente no Bondindinho

31 de julho de 2014 9

A juíza Dayse Herget de Oliveira Marinho concedeu decisão favorável à família da desembargadora Júlia Mercedes Cury Figueiredo, que morreu em 2011, aos 75 anos, após sofrer uma queda no Bondindinho em Balneário Camboriú. A desembargadora teve fratura na coluna vertebral e faleceu no hospital, dois meses após o acidente. A indenização soma quase R$ 1 milhão, mas as duas rés no processo _ a empresa Expressul, que administra o Bondindinho, e a seguradora Nobre _ podem recorrer da decisão.

De acordo com o advogado Luiz Carlos Nemetz, responsável pela ação, um dos embasamentos do processo foi um vídeo que mostra o momento do acidente. O boletim de ocorrência, registrado logo após pela família, informava que Júlia estava sentada no Bondindinho quando o ônibus colidiu com outro veículo, na Avenida Brasil. Com o impacto, ela caiu do assento e bateu a nuca.

A família argumenta que a desembargadora foi lançada ao chão e atendida de maneira equivocada (o que pode ter agravado a lesão).

A sentença inclui indenizações para cada um dos três filhos e pagamento pelas despesas médicas. Apesar da sentença favorável, o advogado da família deve recorrer ao Tribunal de Justiça para aumentar o valor pelos danos morais e materiais.

Tanto a empresa Expressul quanto a seguradora Nobre preferiram não se manifestar porque ainda não haviam tomado conhecimento da decisão.

Natural do Rio Grande do Sul, Júlia Mercedes Cury Figueiredo foi corregedora, vice-presidente e presidente do Tribunal Regional do Trabalho em Santa Catarina. Quando morreu, estava aposentada e vivia em Balneário Camboriú.

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comentários

Comentários (9)

  • Marcelo Homem de Mello diz: 31 de julho de 2014

    Isso ai é típico de SC. Se fosse um pobre a indenização seriam R$ 10.000,00, como é de praxe do TJSC…

  • Schell diz: 31 de julho de 2014

    Indenização de milhão de reais, até hoje, só soube da que foi ganha pelo ex-desembargador José Paulo Bisol, do Rio Grande do Sul, pois, as decisões judiciais são, sempre e sempre, de que não podem enriquecer o pedinte; já no caso de pares, pelo visto, R$ 1.000.000,00, ainda é pouco. Como diria a Dilma: um peso e mais de 19 medidas.

  • Edson diz: 31 de julho de 2014

    Não dá para entender a justiça. Um milhão porque era desembargadora? Tenho uma família que perdeu o filho em acidente semelhante e condenaram em 100 mil. Guri de 10 anos apenas. Pode isto Arnaldo?

  • Marisa diz: 31 de julho de 2014

    Um milhão? Se fosse pobre ganhava 30, 40 mil e olhe lá….

  • walter diz: 31 de julho de 2014

    Se fosse um pobre mortal ainda teria que talvez pagar indenização inversa pra concessionaria

  • Joaquim diz: 31 de julho de 2014

    Esta merda está igual a justiça americana. Todo mundo leva. Barbosa, não é só confusa não, é um balcão de negócios.

  • cacabo diz: 1 de agosto de 2014

    PALHAÇADA, ,,,,

  • Mario diz: 1 de agosto de 2014

    CaÍ de um micro da Expressul, devido à manobra brusca do jovem motorista. Poderia ter tido o mesmo fim. E há anos já quebrei minha coluna, por causa de dois motoristas profissionais (um deles da Celesc).

    Eram sete e pouco da manhã, o ônibus estava quase vazio. O sujeito seguia pela terceira avenida e virou bruscamente à esquerda, lançando-me ao corredor. Ele sequer viu o ocorrido, tão desatento estava. fFalei ao sair, não dei a mínima. O passageiro ou um saco de batata, é tudo a mesma coisa. Bati algumas partes do corpo nos ferros e fiquei com a roupa toda suja, porque o ônibus estava molhado.

    Sou jovem e forte, estava devidamente sentada. Mas temos que andar agarrados, como se estivéssemos numa montanha russa. Como fica a segurança dos passageiros em pé???? Se só podemos andar sentados e de cinto de segurança, porque ônibus podem pôr aquele enorme contingente de pessoas em pé???? OLHA ISSO JUSTIÇA!!!!!

    Já tivemos uma Praiana que foi notícia por entrar voando numa lombada da Avenida do Estado, registrando passageiros feridos, levados ao hospital.

    Falta condições de segurança nos ônibus e muito treinamento aos motoristas, vários bem mal educados, rudes, sem paciência alguma. Eles trabalham longas jornadas, ganham mal, e dão aos passageiros um péssimo retorno. Então, vamos entulhar as ruas de carro, pois custa mais barato e não somos tratados como sardinhas.

  • James diz: 1 de agosto de 2014

    Se for para andar de ônibus,bondindinho, prefiro ficar em casa…..

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