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Operação do Ibama para reduzir mortes de animais marinhos termina com 30 redes apreendidas

05 de agosto de 2014 4
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

 

A operação do Ibama de Itajaí para coibir a pesca ilegal em área costeira terminou com o recolhimento de 30 redes e quase quatro quilômetros de cabos no Litoral Norte. A ação foi motivada pela morte de animais marinhos que ficam presos às redes, e teve até recolhimento de tartaruga e pinguim vítimas da pesca irregular.

O mais difícil nesses casos é a punição: a rede é recolhida, mas dificilmente o dono aparece. No fim das contas só um pescador foi autuado por crime ambiental, em Itapoá.

Mais da metade da operação, que durou uma semana, foi feita por terra. Isto porque o Ibama de Itajaí _ terra da pesca _ não possui embarcação própria. Para fiscalizar no mar, só com barco emprestado.

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comentários

Comentários (4)

  • silvano w rodrigues diz: 5 de agosto de 2014

    Gostaria de saber porque não foi publicado o comentário que eu fiz sobre a matéria da tartaruga marinha encontrada morta na praia de Bal. Camboriu?

  • João Paulo Martins diz: 5 de agosto de 2014

    Pois é, e onde estão as 28 lanchas para “Patrulha Ambiental” do MPA – Ministério da Pesca e Aquicultura (compradas por R$ 32 milhões, por um órgão que nem realiza fiscalização de pesca)??

    Uma delas está aqui:
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/08/1495052-governo-afasta-servidores-que-usaram-lancha-oficial-para-passeio.shtml

    Infelizmente, enquanto alguns bons servidores trabalham em condições precárias… outros maculam a imagem do serviço público no país. “Reflexo da nossa sociedade”

  • Daniel diz: 6 de agosto de 2014

    Se ele forem lá em canto grande entre a praia da conceição e a ilha do macuco vão achar umas 10 redes no costão pelo menos.

  • Costa diz: 6 de agosto de 2014

    Sensacional o seu comentário João Paulo!

    Pena que tenha pouca visibilidade… Estas informações deveriam ser espraiadas aos quatro ventos para que todo mundo fique sabendo e para que as autoridades tomem providências.

    É simplesmente ridículo que um órgão federal de fiscalização em região portuária e costeira não possua uma embarcação própria pra realizar o serviço!

    Talvez se tivessem deixado de comprar banheiras de hidromassagem para um estádio de futebol que nunca mais será usado, poderiam investir em material para fiscalização!

    Mas esses fatos não são lembrados na hora do voto.

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