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Posts do dia 21 novembro 2014

Site que compara custo de vida aponta Balneário Camboriú como a cidade mais cara de SC

21 de novembro de 2014 6

 

Foto: Rafaela Martins/Arquivo

Foto: Rafaela Martins/Arquivo

 

O site Expatistan.com, que compara o custo de vida em várias cidades pelo mundo, mostra que Balneário Camboriú pode estar entre os municípios mais caros para se viver em Santa Catarina.

A página mostra, por exemplo, que quem vive em Balneário gasta 10% mais do que quem mora em Florianópolis. A cidade também é 4% mais cara do que Blumenau e 9% mais dispendiosa do que Joinville.

O que pesa mais nas contas é a moradia. Chega a ser 18% mais cara do que na capital e 28% acima da média de preços de Joinville.

O site é abastecido por usuários e, por isso, os quatro municípios são os únicos no Estado que aparecem nas comparações. Embora Balneário tenha os mais altos preços, não aparece no ranking das cidades mais caras do mundo, que tem Florianópolis como a única catarinense (a página não explica por que alguns dos municípios que têm comparações no site não entram na lista).

Para quem vive em Balneário, o consolo está na comparação com outras cidades pelo mundo. O custo de vida por aqui pode ser alto, mas ainda é 51% mais barato de que Nova York e custa 45% do que a belíssima Paris.

Caminhão derruba três postes em Navegantes e deixa parte da cidade sem luz

21 de novembro de 2014 0
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

Um caminhão enroscou na fiação em frente à Praça Nossa Senhora dos Navegantes, bem em frente ao ferry boat, e derrubou três postes. Parte do Centro de Navegantes está sem luz, inclusive lojas e bancos. Técnicos da Celesc tentam restabelecer o abastecimento de energia elétrica.

O acidente ocorreu pouco antes das 11h. A fiação no local já estaria mais baixa porque, durante a noite, outra carreta já havia enroscado.

Quando o caminhão passou, esta manhã, acabou provocando a queda de dois postes de luz e outro que sustenta uma das câmeras de segurança da via. Um dos postes caiu sobre um táxi que estava parado na praça. O veículo estava vazio e ninguém se feriu. Um transformador pegou fogo.

A Polícia Militar está orientando o trânsito no local. Parte da via está fechada e o fluxo é desviado.

Durante a tarde a prefeitura deve recuperar as images das câmeras de segurança para verificar as imagens do primeiro caminhão que enroscou nos fios, para tentar identificar se estava com altura acima do permitido.

Prefeitura de Bombinhas anuncia início da cobrança de pedágio em dezembro

21 de novembro de 2014 18

Por Maikeli Alves

A prefeitura de Bombinhas anunciou em entrevista coletiva nesta sexta-feira que vai dar início à cobrança da Taxa de Preservação Ambiental (TPA) entre 15 e 20 dezembro. A data é posterior à próxima sessão do pleno do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) em que os desembargadores decidirão sobre a constitucionalidade da lei que instituiu o pedágio, marcada para 3 de dezembro. A prefeita Ana Paula da Silva afirma, porém, que o motivo para o adiamento anterior – a cobrança entraria em vigor dia 15 de novembro – não foi aguardar essa decisão, mas concluir a campanha de divulgação da taxa.

- Não iniciamos a cobrança porque a gente precisa prepará-la plenamente. Por isso, a fase inicial será de informação sobre a taxa, porque entendemos que não está bem divulgado – explicou a chefe do Executivo, admitindo também que o sistema não ficaria pronto a tempo.

Para a prefeita, se houvesse impedimentos para cobrança os desembargadores do tribunal já teriam se manifestado. Confiante em um posicionamento favorável e disposta a recorrer em caso contrário, Ana Paula garante que vai assinar o contrato com a empresa Telmesh – responsável pelo sistema de cobrança da TPA – no início da próxima semana. O valor do serviço é de R$ 6,8 milhões para dois anos de operação.

- O tribunal tem feito reflexões de que a taxa é importante. Nesse período, a gente também pretende minimizar qualquer tipo de conflito ou mesmo promover melhorias na lei – completa.

Exemplo do que será aperfeiçoado inclui a administração da taxa, um dos pontos discutidos pelo tribunal. Ficou definido que a prefeitura irá criar conselho para fiscalizar os valores arrecadados e a aplicação.

25 pontos de cobrança

Também foram apresentadas nesta sexta-feira peças publicitárias produzidas para divulgar a cobrança da taxa. No material constam cinco pontos de cobrança para turistas: Posto 4 Ilhas; shoppings Russi & Russi e Tropical; posto de vigilância sanitária, na entrada da cidade; e o escritória central da empresa que administrará o sistema.

Além dos pontos divulgados no material, o município terá outros 20 locais que receberão o pagamento – que também poderá ser feito pela internet. Entre as ações para divulgar o pedágio estão a veiculação de comerciais na televisão, jornais e a instalação de placas de sinalização na entrada da cidade.

Entenda o caso

- Quarta-feira os desembargadores do Tribunal de Justiça de Santa Catarina adiaram pela segunda vez a decisão sobre a constitucionalidade da lei que instituiu a taxa em Bombinhas.

- O desembargador Ledio Rosa de Andrade, que havia pedido vista na última sessão, em 5 de novembro, informou que, diante da decisão da prefeitura de adiar o início da cobrança do pedágio já não há mais urgência em analisar o caso. Até dezembro, a análise deve ficar suspensa.

- Na primeira apreciação, a votação dos desembargadores estava em 3 a 1 pela inconstitucionalidade quando foi suspensa.

- A ação direta de inconstitucionalidade que envolve a lei, proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina, argumenta, entre outros quesitos, a falta de detalhamento da aplicação dos valores recolhidos e a falta de isonomia _ já que há uma série de exceções prevista.

Quanto custa

A taxa vale por 24 horas, então nesse período é possível entrar e sair quantas vezes for necessário. Se o período de permanência for uma semana, por exemplo, você também paga o pedágio apenas uma vez.

- Motocicleta, motoneta e bicicletas a motor: R$ 2,56

- Veículos de passeio: R$ 20,53

- Caminhonetes e furgões: R$ 30,79

- Vans e micro-ônibus: R$ 41,06

- Caminhões: R$ 61,59

- Ônibus: R$ 102,65

Pedindo explicações

21 de novembro de 2014 2

O deputado federal Marco Tebaldi (PSDB) apresentou um requerimento pedindo à Secretaria Especial de Portos que informe sobre os investimentos efetuados e previstos para o Complexo Portuário do Itajaí.

Tebaldi cita no documento os problemas financeiros do Porto de Itajaí, que resultaram num plano de demissões voluntárias, e fala em “atrasos nos investimentos por parte do governo federal”.

A preocupação é legítima, mas faltou uma conversinha com a superintendência, que afirma não terem havido atrasos.

Relações estreitadas

21 de novembro de 2014 0

O cônsul honorário da Romênia em SC, Edson Dreher, acompanhado do chefe do Escritório Comercial da Romênia em São Paulo, Matei Balaita, reuniram-se esta semana com o superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Ayres dos Santos Filho.

O objetivo da visita foi o estreitamento de laços comerciais entre o Complexo Portuário do Itajaí e investidores romenos, que prospectam investimentos em Santa Catarina – especialmente no segmento da siderurgia.

Premiação

21 de novembro de 2014 0

Os restaurantes Didge e Guacamole são os únicos finalistas de Balneário Camboriú no Prêmio à Micro e Pequena Empresa (MPE), do Sebrae. Os dois concorrem na categoria serviços de turismo.

Foram mais 2.400 inscritos em Santa Catarina, e apenas 23 selecionados.

Dois pesos, duas medidas

21 de novembro de 2014 1

Questionados pelo repórter Victor Pereira sobre os motivos para terem votado a favor da Guarda Armada em Itajaí, os vereadores que aprovaram a proposta tiveram respostas bem parecidas, que incluíam atender ao “clamor popular” embora soubessem que “não vai resolver o problema”.

O curioso é que a Câmara não se mostrou tão preocupada com a opinião popular quando aprovou o aumento de 12 para 21 vereadores – embora pesquisa do IPS Univali mostrasse que 90% dos itajaienses eram contrários.

Justiça seja feita: era outra legislatura. Resta saber se mudou a postura, ou se a opinião pública só importa quando convém.

De qualquer forma, se é sabido que um custo de R$ 12 milhões ao ano não vai garantir segurança, será prudente aprová-lo?