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Operação da Polícia Federal que investiga médicos respinga em Itajaí

09 de junho de 2015 7

A Operação Onipresença, coordenada pela Polícia Federal de Florianópolis, tem como um dos alvos Itajaí. Embora ainda não tenham sido divulgados detalhes, pelo menos um dos médicos investigados pela operação mantém negócios na cidade.

A Polícia Federal identificou que 27 médicos no Estado possuem vínculos de 60 ou 40 horas de trabalho no Hospital Universitário da capital (HU) não estão cumprindo a carga horária: atendem em clínicas particulares no momento em que deveriam estar prestando serviço público.

Os nomes dos médicos envolvidos ainda não foi divulgado pela PF.

 

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comentários

Comentários (7)

  • Renato diz: 9 de junho de 2015

    Muito bem… Está na hora de fiscalizarem com todo o rigor possível. E não apenas os médicos, mais todos os funcionários públicos de todas as esferas. Trabalho numa empresa privada e tenho que cumprir as 8 horas diárias de jornada. Pq os bonitões não tem que cumprir? Aposto que se todos os médicos cumprissem as horas corretamente nossa saúde não estaria tão capenga. Espero, ainda, que tal ação não seja apenas pirotecnia e que sejam obrigados a ressarcir o dinheiro com multa e juros!

  • Joel diz: 9 de junho de 2015

    Renato, não generalize o caso. A maioria dos médicos que atendem nas redes publicas trabalha e muito. O que falta é estrutura (hospitais, equipamentos, remédios, enfermeiros treinados). O governo importou um amontoado de médicos cubanos, que andam por aí apenas com um estetoscópio pendurado no pescoço e nada mais. Assim, a dona Dilma engana o povo dizendo que fez a parte dela. O meu filho é medico num PA de uma cidade do interior do PR e utiliza o próprio carro como ambulância, porque a sucata da prefeitura tá sem pneus a mais de dois anos. A nossa saúde é vergonhosa porque temos um governo vergonhoso.

  • Saldenha diz: 9 de junho de 2015

    Joel, não generalize você também! A velha desculpa do “falta isso e falta aquilo”,, queres justificar que estes médicos não estão trabalhando onde estão contratados através de concurso por falta de material?? Isso justifica que eles abondem o hospital e atendam cobrando fortunas em consultório particular? Assim falta não só material, mas médico também!

    Os PAs dos municípios são de competência da municipalidade, que recebe recursos do governo federal, e as prefeituras desviam como bem entendem.

    Outra coisa: Viva os médicos cubanos que se dispõem a atender onde os nossos não querem, ah, o HU da UFSC tem sua sede em Florianópolis, capital do estado,, até aqui essa raça é malandra!

  • Salete catalão diz: 9 de junho de 2015

    A maioria dos médicos tem mais que uma fonte, já conheci médico com quatro fontes, como fazem para cumprir, deve ser que nem DEUS, presente em todos os lugares e na mesma hora.
    Isso acontece em todas as esferas, Federal, Estadual e Municipal, sem falar que a maioria dos médicos estão desviados e suas funções.

  • Samir diz: 9 de junho de 2015

    Eu deveria ter cursado medicina. Estuda-se um monte, trabalha-se pouco e ganha-se uma fortuna!! cambada de malandro, com um emprego já seriam ricos. mas são tão zolhudo que querem 3 ou 4 fontes de renda. vergonha desse país.

  • chupsgrello diz: 10 de junho de 2015

    Tem funcionário público ai que não faz nada tirando sete contos por mês, é só ir no portal transparência e ver quanto os funcionários da DIVE (divisão epidemiológica do estado de sc) ganham, chega 3 horas da tarde fazem um banquete nas salas, café com tudo que tem direito e fazendo fofocas, trabalhar que é bom nada, só enchem a paciência dos terceirizados e estagiários que são o que realmente levam o serviço público nas costas.

  • waltencir diz: 10 de junho de 2015

    na verdade o serviço público depende dos estagiários, médicos residentes e terceirizados, os funcionários públicos ganham no mole e ganham bem.

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