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Parte do inquérito da Operação Trato Feito volta a Balneário Camboriú

24 de junho de 2015 0

O promotor Jean Forest, responsável pela moralidade administrativa, deve receber de volta nos próximos dias parte do inquérito da Operação Trato Feito, que no ano passado levou à prisão para averiguações 14 pessoas, entre empresários e servidores do alto escalão da prefeitura de Balneário Camboriú, suspeitos de envolvimento em um esquema de fraude em licitações.

O desembargador Roberto Lucas Pacheco, relator do caso, decidiu manter na Procuradoria Geral de Justiça apenas os trechos em que, de acordo com o Tribunal, aparecem indícios de uma possível participação do prefeito Edson Piriquito (PMDB). Retornarão a Balneário as demais situações investigadas.

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De acordo com o despacho do desembargador, ficarão na capital as investigações relacionadas ao alargamento do Rio Peroba, revitalização do Canal do Marambaia, projeto executivo e fiscalização das obras do elevado da Quarta Avenida e outros relacionados a saneamento.

A separação deve agilizar o andamento do processo e o possível oferecimento de denúncias criminais à Justiça, se for o caso.
O prefeito Edson Piriquito ainda não se manifestou sobre a decisão.

Nulidade

O Tribunal de Justiça também negou o pedido apresentado pela defesa do ex-secretário de Planejamento de Balneário Camboriú, Auri Pavoni, para invalidar as escutas da Operação Trato Feito com base em uma suposta “falsidade documental”. O problema estaria na numeração do protocolo e o Ministério Público argumentou que se tratava de um problema de sistema.
A nulidade de provas beneficiaria a todos os envolvidos na operação.

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