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Entrevista: desembargador Ricardo Roesler

30 de junho de 2015 0
Foto: Rafaela Martins

Foto: Rafaela Martins

 

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina e o governo do Estado inauguram hoje a primeira sala de videoconferência prisional no Estado, no Complexo Penitenciário da Canhanduba. Coordenador do Núcleo de Comunicação Institucional do TJ-SC, o desembargador Ricardo Roesler falou sobre o
sistema-piloto.

Por que a escolha de Itajaí?
Muito pelo dinamismo do juiz Pedro Walicoski (Vara de Execuções Penais de Itajaí), que teve a iniciativa de propiciar essa novidade que dará mais dinamismo aos processos.

Outras unidades no Estado vão receber sistemas como esse?
O projeto-piloto será uma vitrine para todo o Estado, e poderá ser implementado em outras Varas de Execução Penal onde haja condições.

O sistema é o mesmo usado na audiência dos presos do PGC, no ano passado?
Ali foi algo mais empírico, em que se precisava, até pelo número de réus, de mais dinâmica no julgamento. Esta iniciativa vai concretizar o princípio da eficiência, com uma redução considerável das transações penais.

Já se sabe o volume dessa redução?
Ainda não. Esta experiência vai determinar os dados concretos. Haverá mais segurança para os magistrados, aos membros do MP-SC, aos servidores e à sociedade. Além de influenciar na logística de transporte de presos: reduz a exigência de escoltas, com policiais, agentes prisionais, e resulta em economia aos cofres do Estado.

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