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Posts do dia 3 julho 2015

Abraço no Canto do Morcego

03 de julho de 2015 0
Foto: Marcos Porto/Arquivo

Foto: Marcos Porto/Arquivo

 

O Canto do Morcego receberá um novo abraço neste sábado, a partir das 14h. A ideia é chamar atenção para o avanço das construções e desmatamentos na Praia Brava. O evento começa às 14h.

Crise: Prefeito de Itajaí vai reduzir o próprio salário e demitir comissionados

03 de julho de 2015 22
Foto: Lucas Correia, Especial

Foto: Lucas Correia, Especial

 

O prefeito de Itajaí, Jandir Bellini (PP), confirmou nesta sexta-feira que a redução do próprio salário será a primeira medida de uma reforma para readequar os custos do município. Quer antes “dar o exemplo” e “cortar a própria carne”, afirma, para depois efetuar cortes significativos no número de servidores comissionados, que hoje está perto de 500.

Pela manhã, em entrevista a uma emissora de TV, Jandir já havia recomendado que os comissionados evitem contrair dívidas e avisou que o corte “pode acontecer com qualquer um”. À tarde, confirmou para o blog:

_ É como se todos entrassem em aviso prévio _ afirmou o prefeito.

Uma comissão está avaliando os cargos e onde os cortes são possíveis. A fatia do corte no salário do prefeito também será definida ainda e não tem data para entrar em vigor. De acordo com Jandir, as demissões levarão em conta vagas, e não nomes _ dando a entender que será uma decisão “empresarial” e não política.

Além da redução de salário e de servidores, outras ações de corte de gastos também serão levadas em conta. Parte delas já foi anunciada em um decreto em maio, quando foram suspensas novas contratações, gratificações, e estipulada economia no uso do telefone.

O principal motivo para as medidas é a queda na arrecadação: Itajaí perdeu 5% de receita nos seis primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período no ano passado. De acordo com o secretário da Fazenda, Marcos Andrade, os tributos municipais estão equilibrados. O problema está nos repasses de impostos federais e estaduais, que tiveram queda considerável (especialmente o ICMS, que representa 35% da receita de Itajaí).

Em maio uma decisão judicial determinou o corte de cargos comissionados na prefeitura de Itajaí que não se encaixassem nos princípios legais. Em junho, o município recorreu alegando que nem todos os cargos listados tinham problemas.

 

 

Doçaria permititrá montar o próprio cupcake em Balneário Camboriú

03 de julho de 2015 1
Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação

 

A doçaria Patrícia Goedert, de Florianópolis, abre as portas de uma filial em Balneário Camboriú nesta sexta-feira. Além do doce cardápio, a unidade permite ao cliente montar o próprio cupcake, com mais de 80 combinações possíveis.

Além de docinhos, há opções salgadas no menu.

 

 

A loja, na Avenida Brasil, ganhou ambiente romântico, que remete a uma época onde a vida era mais simples, a rotina mais calma e as pessoas eram mais atentas umas às outras. Quem comandará a loja em Balneário Camboriú é a empresária Anna Laura Teixeira.

 

Venda da Dalçoquio vira caso de polícia

03 de julho de 2015 4
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

 

Um imbróglio levou à Justiça a venda da Transportadora Dalçoquio, negociada pela família há cerca de quatro meses. A disputa pela composição societária virou caso de polícia e chegou nesta quinta-feira a um ponto crítico, depois que R$ 4 milhões para o pagamento de funcionários foram transferidos de uma conta da empresa.

Os trabalhadores foram chamados pela atual direção em Itajaí, que acusa um dos sócios de apropriação indébita. Até o início da noite os salários ainda não haviam sido pagos.

Representantes da Tomé Transportes, que assumiu o comando da Dalçoquio, afirmam ter registrado boletim de ocorrência contra Milton Rodrigues Junior, detentor de 80% das ações da Dalçoquio segundo o registro da empresa na Junta Comercial de São Paulo.

A direção atual alega que a compra foi efetuada pelo empresário Laércio Tomé, que teria se mantido anônimo. O registro da empresa teria ficado em nome de Rodrigues, que passaria a ser sócio minoritário. De acordo com a advogada Samira Monayari Silva, Rodrigues não teria cumprido o acordo que previa devolução da maior parte das ações.

Já a defesa de Rodrigues, representada pela advogada Ketrin Schubert, afirma que ele adquiriu a empresa sozinho e que Tomé teria demonstrado interesse em comprá-la dele mais tarde. Uma equipe do Grupo Tomé veio de São Paulo para comandar a Dalçoquio e Rodrigues deixou a direção, mas os pagamentos não teriam sido efetuados, e o negócio não foi adiante.

Os advogados de Rodrigues dizem que a transferência de R$ 4 milhões, ontem, foi para uma outra conta da empresa, de onde o dinheiro seria transferido para os funcionários. No entanto, a Tomé Transportes teria se negado a oferecer a lista de trabalhadores. A defesa de Rodrigues informou que procuraria ainda na quinta-feira a Justiça do Trabalho para garantir o pagamento dos salários.

Contrato

A defesa da Tomé apresentou ao blog um contrato assinado por todas as partes que previa uma nova movimentação de ações da Dalçoquio, com data de 15 de maio. A empresa passaria a ter 60% das ações em nome de Laercio Tomé, 10% em nome de Claudio Neto e outros 30% ficariam com Milton Rodrigues. Esta composição não chegou a ser registrada na Junta Comercial.

Há hoje uma ação judicial movida por Rodrigues solicitando o reconhecimento da posse da Dalçoquio no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, aguardando decisão.

Outra ação, movida por Laercio Tomé, pedia o cancelamento do registro societário da empresa na Junta Comercial. Esta ação foi negada e extinta pela Justiça de São Paulo.

Ex-dono defende

Em meio à disputa o antigo proprietário da transportadora, Augusto Dalçoquio, assume o lado de Tomé: afirma que vendeu a empresa para o empresário de São Paulo, com quem já havia ensaiado uma parceria no passado – os dois tentaram uma sociedade para concorrer ao arrendamento do Porto de Itajaí, há duas décadas.

A Junta Comercial de Santa Catarina informou que o registro da Dalçoquio foi transferido para São Paulo. Na Junta Comercial paulista constam os nomes de Milton Rodrigues, como sócio majoritário da empresa, e de outros dois sócios.Não aparece o nome de Tomé.

No cadastro há informação do dia 25 de junho dando conta de que existe uma investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre uma suposta associação criminosa envolvendo a sociedade da empresa e impedindo novas alterações de registro.