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Projeto pede extensão do camelódromo da igreja em Balneário

22 de julho de 2015 2
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

 

A prefeitura aguarda uma nova proposta de extensão do camelódromo da Igreja em Balneário Camboriú. Um projeto inicial já havia passado por várias etapas de aprovação e havia sido encaminhado para audiência pública, já que aumentar o comércio depende da criação de uma nova lei. Mas na sexta-feira, o responsável pela proposta retirou o assunto de pauta da audiência pública depois de ter recebido questionamentos.
A extensão ocorreria num terreno onde fica um prédio de cinco andares, que foi adquirido pela administração do camelódromo.

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comentários

Comentários (2)

  • Maria T Maes Santos diz: 22 de julho de 2015

    O PROJETO EM QUESTÃO NADA TEM A VER COM O CONDOMÍNIO PARTICULAR CITADO ACIMA , PARA CONHECIMENTO DE TODOS , É DE INICIATIVA DOS PROPRIETÁRIO DO PRÉDIO COM O PODER PÚBLICO , O CONDOMÍNIO DO CHAMADO CAMELÔ É UMA INSTITUIÇÃO DE PROPRIETÁRIOS ORGANIZADOS , QUE POR ACASO VIZINHOS COM INTERESSES PARTICULARES PARA NÃO DIZER OUTRA COISA , QUEREM EXPANDIR SEUS NEGÓCIOS USANDO ESSA INSTITUIÇÃO , PORTANTO QUE FIQUE CLARO TODA ESSA QUESTÃO NADA TEM COM O CONDOMÍNIO DO CAMELÔ

  • Henrique diz: 22 de julho de 2015

    Olá, eu estava presente na audiência pública em questão e o que segue na matéria é divergente dos fatos.
    A prefeitura não aguarda nova proposta de extensão do camelódromo, quem aguarda são os proprietários do terreno/edifício em questão, pois não é de interesse da municipalidade a expansão do camelódromo, é um interesse privado. O pedido em questão, não passou por nenhuma etapa, pois a primeira etapa é a Audiência Pública. Para aumentar o comércio não se precisa de lei, para criar um camelódromo sim, só pode existir um camelódromo nos moldes deste em questão, os demais são centros comerciais. O responsável retirou o projeto de pauta pois notou com a manifestação dos presentes que seria vencido, os questionamentos foram, quanto a infraestrutura, que no projeto não oferecia banheiros, não oferecia vagas de estacionamento, não apresentava como impactaria na rede de água e energia, já que 40 unidades tem um impacto na infraestrutura já existente, que já esta sobrecarregada, não oferecia nada, há não ser mais 40 boxes que estão avaliados em R$500.000,000 a unidade, que usariam da estrutura já existente do antigo camelódromo. Em suma, é bom para a cidade ou para os proprietários? Ademais, o Sindico do camelódromo deixou claro e público que o camelódromo nunca comprou, nem fez proposta de compra para os proprietários. O edifício não pertence ao camelo!

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