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Delegado conclui inquérito da Operação Parada Obrigatória e indicia sete pessoas

31 de julho de 2015 1

(Com Camila Guerra)

 

O delegado Daniel Garcia concluiu o inquérito que diz respeito à Operação Parada Obrigatória e decidiu indiciar sete pessoas, entre elas entes públicos. O indiciamento significa que a autoridade policial considerou que há indícios suficientes que apontam essas pessoas como autoras dos crimes investigados pela operação.

O resultado da investigação foi entregue no fim da tarde desta sexta-feira à 1ª Vara Criminal de Itajaí e o conteúdo foi mantido em sigilo, já que os procedimentos que se referem à operação correm em segredo de Justiça.

Na segunda-feira o inquérito deverá ser enviado ao Ministério Público, que terá cinco dias, a partir do recebimento dos documentos, para decidir se oferece denúncia contra os indiciados.

A Operação Parada Obrigatória foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial para Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no dia 14 de julho. Três pessoas foram alvo de prisão temporária e o vereador licenciad0 Zé Ferreira (PP) foi detido preventivamente.

Feita em duas fases, a operação se refere a crimes relacionados a órgãos de trânsito (em Itajaí, a Codetran) e depósitos de veículos em outras cidades. Estão em análise diversas questões administrativas ligadas à Codetran. Um exemplo citado de suposta irregularidade é a liberação de veículos apreendidos do pátio sem o devido processo legal.

As investigações incluem crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, peculato, advocacia administrativa e formação quadrilha.

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comentários

Comentários (1)

  • Marvado diz: 1 de agosto de 2015

    Após encerrada a fase de inquérito o risco de ocultação ou subversão de provas teoricamente acabou. Então, ainda que o promotor não ofereça denuncia, não há mais razão para prosseguir em segredo de justiça, pois se trata de ação penal PUBLICA incondicionada e, minimante, a vítima, que no frigir dos ovos é o POVO, tem direito de conhecer os detalhes da lambança, como foi feito com a operação LAVA JATO. No que isto interessa? No fato de que se houve fraude na compra dos radares, por exemplo, as multas aplicadas a partir deles são NULAS, porque lidas a partir de um objeto PRODUTO DE CRIME. . .

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