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Arte na areia

22 de agosto de 2015 4
Foto: Greta Rauen, Especial

Foto: Greta Rauen, Especial

 

Quem acordou cedo na sexta-feira em Balneário foi brindado com essa lindeza de mandala desenhada na areia.

Obra de um artista anônimo, devidamente fotografada por Greta Rauen.

Aliás, Balneário parece ter esse “poder” de atrair gente inspirada em suas areias. Lembra do Martins, o simpático gari que costuma escrever “Bom dia” na Praia Central?

Bem, não dá pra negar que acordar diante de um visual desses é mesmo inspirador.

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comentários

Comentários (4)

  • Rodrigo Franco diz: 23 de agosto de 2015

    O nome do artista é Reciclayton,
    mora em Floripa e é de São Paulwo.

  • rodrigo diz: 23 de agosto de 2015

    deve ta faltando serviço pra um cara desse hein ?

  • joao francisco duarte diz: 23 de agosto de 2015

    …eu acho que é um crop circle como aparece na Inglaterra kkkkkk

  • Luciana Andrea diz: 25 de agosto de 2015

    O Autor deste ato de Amor nas areias de Balneário Camboriú é Clayton Balduino, o Reci Clayton, paulista, morador de Florianópolis, é autodidata, atua em com grupos de teatro, musica, desenho,conscientização ambiental… além de ser voluntário no Museu do Lixo de Florianópolis na manutenção do espaço e também ajudando a cuidar da horta. Esta mandala na areia foi uma ação voluntárias dele, saudando os participantes do Café com Atitude para organização da Semana Lixo Zero BC que acontece de 23 a 31 de outubro e um Convite a todos os moradores de BC a envolverem-se nesta campanha.
    “A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra. Por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). ”
    Ele recolhe todo micro lixo de uma determinada área de areia e deixa no local a sua marca e essa energia que contagia a todos. Clayton faz da sua arte, um protesto silencioso em forma de Amor, amor ao meio ambiente e às pessoas que interagem com a obra. E mesmo sabendo da breve permanência de sua obra na areia, ele não se priva de espalhar a arte onde muitas pessoas espalham o lixo. Como se diz, cada um dá aquilo que tem. Respondendo ao comentário do leitor rodrigo… Mais do que “faltando serviço a um cara desses”, está faltando amor nos olhos de quem vê, está faltando respeito a arte, respeito ao meio ambiente, respeito ao ser humano e seus feitos por amor. Está faltando amor… e o mundo seria um lugar muito melhor de se viver se cada um cumprisse com sua responsabilidade e fizesse um pouquinho mais, por amor. Que possamos seguir o exemplo deste artista e deixarmos pelo caminho, rastros de beleza ao invés de lixo.

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