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CPI atrai pouco público na Câmara de Vereadores de Itajaí

17 de setembro de 2015 0

Só oito pessoas assisitiram à segunda reunião da CPI ontem no plenário da Câmara de Vereadores de Itajaí. Na transmissão online, foram 18.

Ou o horário está difícil de acompanhar, ou esfriou o interesse do eleitorado na investigação.

Depoimento

Os vereadores membros da CPI da Codetran decidiram ontem que o primeiro a depor à comissão será o empresário Julio Cesar Fernandes, dono do pátio B. Auto, que prestava serviço à prefeitura de Itajaí para depósito de veículos apreendidos.
O inquérito revelou que Fernandes assumiu papel-chave durante as investigações do Gaeco. A expectativa é que ele ajude a esclarecer os fatos aos vereadores.

A CPI decidiu começar a apuração por duas das situações mais polêmicas apontadas no inquérito. A primeira delas é o sumiço de 715 motos do pátio, que, segundo a polícia, teriam sido negociadas pelo vereador licenciado José Alvercino Ferreira (PP) com um comprador em São Paulo (SP).

A segunda é a liberação de veículos apreendidos sem apresentação dos documentos necessários – na prática, a retirada ilegal na base do “favor”, que também teria Zé Ferreira como pivô, segundo o Ministério Público.

O depoimento de Julio Cesar Fernandes deve ocorrer segunda-feira, às 15h, na Câmara de Vereadores de Itajaí. Os membros da comissão decidiram alterar a data das reuniões, que havia sido acordada para as quartas-feiras.

Além dos membros da CPI, outros vereadores podem apresentar questionamentos até 48 horas antes da audiência. A reunião será aberta ao público e terá transmissão no canal da Câmara no YouTube.

Diferente do esperado, a mudança de partido de Thiago Morastoni, que deixou o PT para filiar-se ao PMDB, não veio à tona durante a reunião da CPI. O PMDB estaria “segurando” a oficialização da troca para evitar que ele perca o mandato de vereador.

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