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Frente a frente com o problema

19 de setembro de 2015 1

A apreensão de roupas falsificadas no camelódromo em Balneário Camboriú teria soado como música para a Sônia Hess, a presidente da Dudalina.
A empresária tem apartamento em Balneário e vez ou outra dava de cara com produtos falsos da marca vendidos no camelô.

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comentários

Comentários (1)

  • Renato diz: 19 de setembro de 2015

    Cada dia me surpreendo mais com essas operações. Trabalho de “inteligência” da polícia civil, federal, receita federal etc etc. Não precisa trabalho de inteligência pra saber que os camelôs, e não só eles, pois muitas lojas vendem produtos contrafeitos (esse é o termo correto Dagmara), basta dar uma volta pelo comércio local.
    Aliás, hoje, sábado, dia 19/09, passei nos camelôs e percebi que pouco efeito teve a operação, pois já estava repleto de mercadorias.
    Agora, entrando por outra seara, a toda chique Dudalina não emitiu nota fiscal na sua loja em um shopping de Balneário. Tive que pedir para a pessoa que estava no caixa a nota. Veja bem, tive que pedir… sendo que é obrigação da empresa fornecer a nota fiscal.
    Em tempo e para refletir, não adianta repreender a venda de produtos contrafeitos se a loja da grife não emite a nota fiscal.

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