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Dono de pátio rebate carta aberta do vereador Zé Ferreira

28 de novembro de 2015 0

Citado na carta aberta emitida na noite de sexta-feira pelo vereador Zé Ferreira (PP), o empresário Julio Cesar Fernandes, dono do pátio de veículos apreendidos que presta serviço à prefeitura de Itajaí, apresentou seu contraponto. O texto, enviado por seu advogado, rebate pontos trazidos à tona pelo vereador.

::: Leia a carta de Zé Ferreira
1. Sucatas de motocicletas: referem-se unicamente ao pátio de Itajai e não Brusque, como alegado. Tais sucatas foram evidenciadas quando da transferência do antigo pátio paro o atual, exclusivamente de Itajai;
2. A então autoridade de trânsito, o Sr José Alvercino Ferreira, autorizou que diversas carretas levassem as sucatas para São Paulo. A princípio pensava-se em algo legítimo por parte da Codetran todavia, soube-se, posteriormente, que se tratou de uma venda ilícita da autoridade de trânsito para angariar fundos para sua campanha a vereador;
3. Quem narrou isso foi (testemunha), em depoimento perante o Gaeco, ao tempo das investigações, posteriormente é estranhamente alterado em juízo;
 4. (Testemunhas) alteraram completamente suas versões no curso da persecução penal. Inclusive, já foram evidenciadas as contradições e tomadas as medidas cabíveis pelo crime de falso testemunho;
5. Não existiu qualquer oferta de propina para alteração de depoimento por parte de Julio, mas pelo contrário, pois está sendo vítima do crime de calúnia por parte das testemunhas que, agora, mentiram em seus depoimentos, diferentemente dos anteriores, na tentativa de retirar o verdadeiro autor dos fatos, o Sr. José Alvercino, dos acontecimentos.
6. O não repasse dos 17% ao município, no início do contrato, foi em decorrência de contrapartida acordada informalmente com o Sr. José Alvercino, ao obrigar o concessionário do pátio a abrir um segundo ponto de atendimento próximo ao centro de Itajai, já que o edital não previu. Como tal estrutura geraria custos não previstos na proposta de licitação, o Sr. José Alvercino estabeleceu o não repasse a fim de equacionar este dispêndio extra.
7. Importante dizer, ainda, que o concessionário do pátio não tem qualquer ingerência do que entra no pátio (apreendido pela autoridade de trânsito ou polícia) nem pelo que sai (somente liberado por alguma autoridade) exercendo apenas a função de depositário desses bens.

 

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