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Café de la Musique abre sem alvará da Polícia Civil em Itajaí

28 de dezembro de 2015 5

O delegado regional de Itajaí, Angelo Cintra, marcou uma reunião com representantes do Café de La Musique nesta segunda-feira para tratar da documentação da casa, que fez o primeiro evento na Praia Brava no fim de semana. A balada, que funciona junto do recém-inaugurado Fresh Market, funcionou sem o alvará da Polícia Civil, e de acordo com o delegado só não foi interditada porque possuía os outros documentos necessários.

O alvará que falta é justamente o que determina o horário para abrir e fechar o estabelecimento. No domingo, moradores incomodados com o som alto, que seguiu até 22h, procuraram a polícia.

De acordo com Victória Bacchi, proprietária do Fresh Market, o documento que faltou foi uma autorização da Fundação do Meio Ambiente de Itajaí (Famai), emitida no fim da tarde da última quarta-feira, antes do início do recesso. Segundo ela, não houve tempo hábil para entregá-lo às autoridades responsáveis.

A decisão da empresária em manter a programação no fim de semana foi em respeito aos cerca de 60 estabelecimentos que fazem parte do Fresh Market.

Conflito de interesses

Até então praia frequentada por surfistas e pouco habitada, a Praia Brava teve um boom populacional nos últimos anos. E os problemas para conciliar quem busca sossego e a vocação para as baladas ficaram evidentes.

Recentemente a Polícia Civil fez reunião com bares e representantes da associação de moradores para tentar amenizar as queixas de perturbação, principalmente no entorno das baladas. A recomendação da polícia é que os estabelecimentos cuidem da segurança e orientação aos motoristas para evitar incômodo.

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comentários

Comentários (5)

  • Paulo Roberto diz: 28 de dezembro de 2015

    VAI COMEÇAR O MIMIMI DESSE POVO RECLAMANDO DO BARULHO….PORQUE NAO SE MUDAM PARA UM SITIO JA QUE QUEREM SOSSEGO?
    A PRAIA BRAVA É UM PONTO DE TURISMO ESTA SE TORNANDO REFERENCIA PARA AS MELHORES BALADAS DA REGIÃO. ISSO AGREGA VALOR E GIRA A ECONOMIA.

  • mauro batista de oliveira jr diz: 28 de dezembro de 2015

    Sr. Paulo Roberto, mimimi faz gente mimada que não pode ser contrariada, porque alguns querem acabou tem que ter barulho, vai quem quer pra um sitio fazer barulho…os moradores pedem apenas adequação ao som muito alto, respeito!!! Mas neste pais sem lei e sem controle vale tudo mesmo, que destruam o pouco que resta, eu vejo “as baladas” todo fim de semana por aqui…e tem mais a prefeitura é que sabe, lembre-se da boate Kiss, tem que ter legalizado sim!

  • Francisco diz: 28 de dezembro de 2015

    Montarem uma tenda de circo na beira da praia num final de semana e encherem de mesinhas não ahraha valor a nenhum lugar e não existe em nenhum lugar decente doeundo. A brava deve e pode crescer de maneira ordenada e com quem nela investe corretamente e naonvem apenas especular na bica do verão. Montem um local decente com isolamento acústico, restaurantes com estrutura, e não um pombal mal acabado com carrinhos de lanche ao redor….

  • rage diz: 29 de dezembro de 2015

    Sim agrega muito valor a região mesmo. Agrega lixo que esses (sensurado) deixam após as “grandes baladas” na praia inteira e também na restinga. Já cansei de catar lixo que esses (sensurado) jogam na rua e na restinga. Mas as baladas nem são o pior. Pior mesmo são esses malditos prédios que estão erguendo em tudo que é pedaço de terra e que parecem brotar do chão. Mas é isso mesmo, aproveita as tuas baladas enquanto ainda é possível, pois com tantos prédios, logo não sobrará mais nem espaço para tu estacionar o carro para ir na tua “balada”. Até o warung vai ter que fechar quando aquela M… de condomínio novo estiver pronto no canto do morcego. Saudades tenho da época em que a maioria desses infelizes nem conhecia a brava, e quando ela era de fato linda…

  • Silas augusto de amaral diz: 29 de dezembro de 2015

    Infelizmente a maioria dos brasileiros não vale mais o que defecam. Agrega valor a que? Um monte de frito urinando na restinga e na areia da praia? Um monte de farofeiro mal educado se achando o dono do pedaço. Um dia a natureza vai cobrar tudo isso que esta sendo feito com ela, ninguém aqui vai viver pra ver, mas talvez nossos filhos e netos sim. Saudades do kiwi bar na areia da praia, onde o som rolava a galera se respeitava, curtia um som, e no outro dia estava tudo limpo no seu devido lugar. Vibe boa que não existe mais.

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