Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts do dia 14 julho 2016

Projeto de lei conserta nomes de ruas em Balneário

14 de julho de 2016 1

Entrou em votação nesta quarta-feira na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú o projeto de lei que corrige os nomes de 18 ruas na Praia dos Amores que homenageiam escritores e poetas brasileiros, mas que estão com a grafia errada. Como a Rua Rui Barbosa (o correto é Ruy) e a Manoel Bandeira (Manuel é o certo).

Além disso a proposta, que é assinada pelo presidente da Casa, vereador Nilson Probst (PMDB), tem a feliz ideia de trocar os nomes das ruas que compõem o loteamento Alles Blau, no mesmo bairro, por Cruz e Souza, Lindof Bell e Juventino Linhares.

Navegantes terá molhe no Gravatá

14 de julho de 2016 0

A Fundação do Meio Ambiente de Navegantes (Fuman) está concluindo o processo de licenciamento da primeira etapa de implantação de um molhe na Praia de Gravatá. A ideia é que a estrutura, que alcançará 70 metros mar adentro na primeira etapa, consiga controlar o assoreamento da foz e a interferência na balneabilidade. É possível que o desvio também auxilie em um processo natural de engordamento da praia, impedindo a erosão.

O projeto foi apresentado esta semana em consulta pública, e ainda não há data para o início das obras. A previsão é que a empreitada custe R$ 573 mil­. A maior parte, R$ 486 mil, virá do governo federal por meio do Ministério da Integração Nacional. O restante ficará a cargo da prefeitura.

Palestra vai abordar lista de extinção para pescadores e armadores

14 de julho de 2016 0

O Cepsul (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Sudeste e Sul) recebe amanhã em Itajaí pescadores e armadores de pesca para uma palestra sobre a portaria 445 do Ministério do Meio Ambiente, que lista as espécies aquáticas em risco de extinção.

Uma decisão judicial fez valer as novas regras e impede a pesca de uma série de espécies de interesse comercial, como alguns tipos de raias, tubarões e garoupas.

Auditoria e sindicância apuram prejuízos aos cofres públicos na Operação Parada Obrigatória

14 de julho de 2016 0
Foto: Lucas Correia, Arquivo

Foto: Lucas Correia, Arquivo

 

Há exatamente um ano o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou a Operação Parada Obrigatória 2, que levou à prisão e à perda de cargo do então vereador José Alvercino Ferreira (PP), mudou o comando no órgão de trânsito de Itajaí e serviu como fio condutor para uma série de escândalos que balançariam a cidade nos meses seguintes.

É possível dizer que entre todas as operações do Gaeco que ocorreram na região nos últimos anos (e não foram poucas), a Parada Obrigatória 2 teve o reflexo prático mais rápido. Resultou em processo na comissão de ética do Legislativo e na CPI da Codetran, que terminou em abril com a aprovação de um decreto legislativo em que a Câmara pede à prefeitura uma auditoria no contrato com o pátio de veículos apreendidos, a retomada de sindicâncias relacionadas ao caso e a aplicação de medidas para reparar os prejuízos aos cofres públicos.

A auditoria está sob responsabilidade da Controladoria Geral do Município. Foram pedidos dados de apreensões de veículos aos órgãos de segurança, e agora será feito o cruzamento das informações com os registros do pátio. Duas sindicâncias estão a cargo da procuradoria, e o município ainda estuda as maneiras de fazer o ressarcimento.

No Judiciário o processo, com oito réus, está em fase final. A Justiça aguarda apenas o cumprimento de pedidos feitos pela defesa para então pedir a alegação final do Ministério Público e julgar o caso.

A investigação resultou em três processos diferentes _ um para apurar denúncias de relacionadas à Codetran, outro voltado a uma suposta relação entre o ex-vereador e a empresa que instalou radares em Itajaí, e ainda uma investigação sobre dois policiais civis que seriam proprietários de uma empresa de segurança, o que é proibido.

Alvercino, que passou quatro meses detido quando foi deflagrada a operação, voltou à prisão este ano com outros dois suspeitos sob a acusação de falsidade ideológica, por tentar liberar veículos apreendidos durante a investigação usando documentos que, segundo o Ministério Público, são frios.