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Posts com a tag "Economia"

Bom para exportação

26 de agosto de 2016 0

64% das empresas de comércio exterior em Santa Catarina vão fechar o ano com aumento nas exportações, segundo levantamento da Fiesc. Boa parte deve os bons resultados à alta do dólar, que incentivou a venda para o exterior. Mas também teve quem se beneficiou da abertura de novos mercados.

Exportação

10 de julho de 2016 0

É grande a expectativa dos portos locais para o possível acordo de exportação de carne suína para a Coreia do Sul.
A linha asiática, que hoje opera na Portonave, em Navegantes, poderá absorver a demanda.

Economia: Saiba mais sobre a aquisição milionária da Multilog

05 de julho de 2016 0

A Multilog, Centro Logístico e Industrial Aduaneiro que tem o comando das operações em Itajaí, anunciou ontem a aquisição de 100% do capital social das empresas Elog Logística Sul, Maringá Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo e Maringá Armazéns Gerais _ um negócio de R$ 115 milhões.

O investimento eleva de 5 para 15 o número de unidades comandadas pela Multilog, sela a entrada da empresa no Paraná e no Rio Grande do Sul, e a transforma na maior do país em recintos alfandegados e armazéns. A aquisição inclui, entre outros, um Terminal Intermodal de Cargas, três Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros, um Centro de Distribuição e a operação de Transporte Sudeste.

O perfil das novas unidades é semelhante à filial que a Multilog mantém em Joinville, com operação de carga solta (não conteinerizada) e veículos. Só a unidade de Uruguaiana (RS) recebe mil caminhões por dia.

Segundo Djalma Vilela, diretor-executivo da Multilog, a aquisição faz parte do planejamento estratégico da empresa. “Apostamos na retomada do país”, afirmou.

A negociação, que começou há um ano, ainda está sujeita à aprovação da Receita Federal e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A estimativa é que a formalização do negócio leve de 3 a 6 meses.

A partir daí, as demais empresas serão incorporadas pela Multilog, que saltará de 350 para 830 funcionários. Ontem, a empresa informou que a sede continuará em Itajaí, que deverá se beneficiar com a arrecadação de ISS em novas operações.

A estimativa é que, com o negócio consolidado, a Multilog aumente em 50% o faturamento.

Multilog faz aquisição de R$ 115 milhões e amplia operações

04 de julho de 2016 0
Foto: Mauro Goulart, Divulgação

Foto: Mauro Goulart, Divulgação

 

A Multilog, Centro Logístico e Industrial Aduaneiro com matriz em Itajaí, firmou no fim de semana a aquisição de 100% do capital social da Elog Logística Sul, da Maringá Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo e da Maringá Armazéns Gerais, um negócio de R$ 115 milhões.

Segundo comunicado da companhia adquirida, a Elog passa a seter 6 das 15 unidades operacionais, inclusive um Terminal Intermodal de Cargas, o Ecopátio Cubatão, três Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros, um Centro de Distribuição e a operação de Transporte Sudeste.

A Multilog ainda não se manifestou oficialmente. Presidida pelo empresário catarinense Valério Gomes, a empresa está entre as mais completas do país em serviços aduaneiros.

A venda está sujeita ainda à aprovação da Receita Federal e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Itajaí atrai investimentos na hotelaria

04 de julho de 2016 0
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto, Arquivo

 

Itajaí caiu nas graças do setor hoteleiro. De 2011 para cá, ganhou 500 novos leitos graças à instalação e reforma de antigos hotéis – e o segmento continua em alta. Há hoje seis novos empreendimentos em construção ou com obras prestes a iniciar. A estimativa da Secretaria de Turismo é que, em cinco anos, a cidade terá dobrado o número de leitos – de 2,5 para 5 mil.

O mais recente boom se deve à chegada das grandes redes. Entre os que já estão em obras, incluem-se unidades das marcas Quality Inn, Tulip Inn, Mercure e Accor Novotel, que ocupará a reforma do antigo hotel Mariner. Também já foram aprovados hoteis das redes Blu Tree e da norte-americana Super 8.

A tendência de crescimento atinge ainda hotéis mais tradicionais e conhecidos na cidade, como o Ibis Itajaí e o Hotel Sandri, que inauguram ampliações ainda este ano.

Além do desenvolvimento econômico e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a realização de duas edições da Volvo Ocean Race, um dos eventos esportivos mais importantes do mundo, é considerada um dos principais atrativos para aguçar o interesse da hotelaria. O acompanhamento estatístico da Secretaria de Turismo indica que o setor começou a aquecer com a primeira parada da regata por aqui, em 2012, e amadureceu nos anos seguintes.

Tanto que a organização da prova, na época, optou por hospedar-se em Balneário Camboriú. Em 2015 escolheu hotéis em Itajaí. Apesar disso, o então CEO da prova, Knut Frostad, afirmou na passagem pela cidade que a hospedagem ainda era um item a ser melhorado – e os empresários parecem ter compreendido.

Eventos de negócios e viagens corporativas são o que mantêm hoje a rede hoteleira em Itajaí. Surpreendentemente, a cidade registra há dois anos uma média de pelo menos 50% de ocupação todo mês, sem baixa temporada.

Governo federal autoriza apenas três barcos catarinenses para pesca de tainha

14 de junho de 2016 1

O Diário Oficial da União publicou enfim, nesta terça-feira, a lista das 40 embarcações autorizadas para a pesca industrial de tainha no Sul e Sudeste do país. Dos barcos licenciados, apenas três são catarinenses _ dois de Porto Belo e um de Florianópolis. Entre o restante, três são de São Paulo, e os outros 34 do Rio de Janeiro. Uma inversão na histórica prevalência das embarcações catarinenses e um revés para a região de Itajaí e Navegantes, que tem a maior frota de embarcações traineiras no Brasil.

Os armadores locais questionam a lista. Afirmam que não houve tempo hábil para avaliação dos pedidos para as vagas remanescentes e que parte dos barcos aprovados não atua mais na modalidade de cerco, usada para a captura de tainha.
A expectativa dos empresários costuma ser grande em relação à tainha porque a safra coincide com o início do defeso de sardinha, que começa nesta quarta. As embarcações, que ficariam paradas, são direcionadas para a captura sazonal dos cardumes e garantem receita em época de ganho baixo.

O impacto do indeferimento das licenças já atingiu os pescadores: embora o sindicato dos trabalhadores ainda não tenha números oficiais, desde o início da semana os armadores estão dispensando tripulação. Pelo menos oito dos 50 empresários que atuam no cerco decidiram demitir _ é o caso de Emerson Nagel, que esta semana entregou o aviso prévio a 50 empregados e decidiu fechar a empresa de pesca que mantém.

O problema agrava porque o setor já vinha demitindo por falta de licenças. Desde abril, 600 pescadores que atuavam nas modalidades de arrasto e emalhe foram dispensados _ as licenças para esses modelos de captura só foram emitidas no fim de maio.

Para quem conseguiu as licenças, a temporada de pesca será curta. As capturas só podem ocorrer até dia 30 de junho, quando termina a safra.

Frota industrial de tainha ainda está sem licença para pescar

31 de maio de 2016 1

A menos de 24 horas do início da pesca industrial de tainha, os armadores catarinenses ainda não receberam a licença que autoriza os barcos a capturar os cardumes. A expectativa é que seja emitida uma edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta terça-feira.

O atraso ocorre porque nenhuma embarcação inscrita no país conseguiu se credenciar para as 40 licenças autorizadas pelo governo federal, por falta de documentação. A situação é acompanhada de perto pela Fiesc através da Câmara da Pesca, que hoje está sob o comando do secretário de Pesca e Aquicultura de Itajaí, Agostinho Peruzzo.

Segundo ele, as mudanças na gestão da pesca dificultaram os cadastros. No fim do ano passado, o Ministério da Pesca foi extinto e integrado ao Ministério da Agricultura. Quando começava a se organizar, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi afastada e os cargos reestruturados. O resultado é que a lista de parâmetros para pleitear as licenças só foi publicada em maio.

Os parâmetros são definidos em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, e com base em um acordo firmado junto ao Ministério Público Federal para proteger a espécie. A maioria dos armadores que tiveram o cadastro recusado deixou de apresentar o Mapa de Bordo da última safra, que indica se houve pesca em local não autorizado.

Nos últimos dias, foi grande a correria de armadores e despachantes para enviar o documento a tempo de se credenciar para a pesca. Caso comecem as capturas antes de receberem as licenças, os barcos estão sujeitos a multa e apreensão por crime ambiental.

A decisão de iniciar as capturas industriais um mês após o início da safra artesanal também faz parte do acordo com o MPF para proteger os cardumes, que são capturados em período reprodutivo.

A frota traineira catarinense _ usada na captura de tainhas _ concentra-se em Itajaí e Navegantes. Juntas, as duas cidades respondem por 80% das embarcações especializadas em tainhas no país.

Portonave cresce 37% no primeiro trimestre do ano

20 de abril de 2016 1
Foto: Lucas Correia

Foto: Lucas Correia

 

A Portonave registrou crescimento de 37% no primeiro trimestre do ano, em comparação com o mesmo período em 2015.
Em época de retração econômica, em que a maioria dos terminais portuários enfrenta queda na movimentação, a conquista de novos parceiros comerciais desde o segundo semestre de 2015 tem feito o terminal passar pela crise em mar de almirante.
De acordo com o balanço divulgado ontem pela empresa, a movimentação ultrapassou a marca dos 202 mil TEUs (medida que equivale a contêineres de 20 pés) e consolidou o porto como o líder em Santa Catarina – um dos maiores do país.

Desde agosto seis novas linhas internacionais e uma de cabotagem passaram a operar no terminal, com destaque para a exportação de carnes congeladas e madeira. Parte dessas linhas veio do Porto de Itajaí que, impactado pela engessada legislação dos portos públicos, perdeu competitividade no último ano.

Enquanto a margem de Itajaí aguarda decisões em Brasília para fazer novos investimentos, em Navegantes o porto dobrou a capacidade de armazenagem de contêineres e registrou novos recordes de produtividade, com uma média de
111,6 movimentos por hora.


Diretor-superintendente da Portonave, Osmari de Castilho Ribas comemora os resultados acompanhando de perto o comportamento do mercado. Embora o mês de abril esteja dentro das expectativas do terminal, os próximos ainda são “uma incógnita”, na avaliação do executivo.

A crise política tem obrigado a um planejamento estratégico de curto prazo, acompanhando o posicionamento do trade portuário. Enquanto isso, nos bastidores, seguem as negociações de novas linhas.

Salão do Imóvel de Itajaí terá 2 mil casas e apartamentos à venda

14 de abril de 2016 0
Foto: Lucas Correia

Foto: Lucas Correia

 

O Sindicato da Construção Civil na Foz do Itajaí ( Sinduscon) lançou ontem à noite o 3 º e maior Salão do Imóvel já feito na região: serão cerca de 2 mil imóveis à venda em Itajaí, Navegantes, Penha e Balneário Piçarras, por preços que vão de R$ 110 mil a R$ 5 milhões. O evento ocorre de 11 a 14 de agosto, no Centreventos Itajaí.

O salão terá lançamentos de novos projetos, vendas de imóveis na planta, em construção e prontos para entrega. Como as ofertas são feitas diretamente pelas construtoras, a expectativa é que as empresas apresentem condições especiais de negociação, inclusive com simulações bancárias, para ajudar na escolha.

A quatro meses do evento, 90% dos espaços já foram comercializados. Para atrair a atenção do comprador em tempos de crise, além dos estandes das construtoras o salão também terá oferta de móveis e decoração e espaços de gastronomia e de lazer para crianças. A expectativa da organização é atrair cerca de 40 mil pessoas.

O evento é tradicional e, de acordo com o sindicato, não foi motivado pela retração econômica – que, aliás, pouco prejudicou o mercado imobiliário em Itajaí.

Apesar de um leve desaquecimento nos últimos meses, as construtoras conseguiram manter as vendas em alta, segundo o Sinduscon. Em parte, graças à variedade de padrões de imóveis em Itajaí, para todos os bolsos – uma oferta que vai se repetir no salão.

Crise na pesca: faltam peixes em Itajaí

06 de abril de 2016 4

Os barcos parados da frota industrial têm trazido consequências para o Mercado do Peixe, em Itajaí. Já falta pescado em boa parte dos boxes, e o resultado é que 12 dos 27 pontos de venda estão de portas fechadas. Além da falta de licenças e de subsídio para o óleo diesel, o alto preço do gelo também impacta a produção. Falando nisso O presidente do Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca (Sindipi), Jorge Neves, vai hoje à Superintendência do Ministério da Agricultura no Estado, em Florianópolis, para cobrar a agilidade na renovação de licenças e o reforço no efetivo do escritório da Pesca em Itajaí. Neves será acompanhado de representantes do sindicato dos trabalhadores, o Sitrapesca, e da Secretaria Municipal da Pesca e Aquicultura. ::: Leia mais sobre os entraves