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Posts com a tag "pedágio"

Pedágio na Antônio Heil

19 de julho de 2016 0

A diretoria da Associação Empresarial de Itajaí ( ACII) vai se reunir nos próximos dias para alinhar o posicionamento sobre a possível implantação de pedágio na Rodovia Antônio Heil, que liga a cidade a Brusque.

A Associação Empresarial de Brusque ( Acib) já se manifestou contrária ao pagamento.

Metade dos motoristas ainda devem o pedágio ambiental de Bombinhas

30 de abril de 2016 3
Foto: Lucas Correia

Foto: Lucas Correia

 

Quase metade dos motoristas que entraram em Bombinhas durante o período de cobrança do pedágio ambiental ainda não pagou a taxa. O número faz parte do levantamento final da TPA, divulgado na sexta-feira pela prefeitura.

A cobrança gerada chegou neste verão a R$ 12,5 milhões – mas o montante recebido não passou de R$ 6,8 milhões. Somados os motoristas que não pagaram o pedágio na temporada anterior, o total devido chega perto de R$ 9 milhões.

O município anunciou que em 10 dias passará a enviar boletos de pagamento para os inadimplentes. Quem não paga a taxa no prazo entra no cadastro de devedores.

Aplicação

Do valor arrecadado, R$ 5,2 milhões cobrirão os custos de manutenção da TPA – de taxas bancárias ao pagamento do consórcio TD, que foi o responsável pela instalação do sistema e consome R$ 1,6 milhão. No fim das contas, sobraram R$ 2,2 milhões para serem investidos pela prefeitura.

A intenção é aplicar o dinheiro na desapropriação de áreas para criação do Parque Natural da Costeira de Zimbros e num Fundo Municipal de Meio Ambiente, para incentivar a produção e o consumo sustentável.

Transparência

O que ainda falta ao pedágio de Bombinhas é uma maior clareza e transparência nas contas. Os dados, divulgados na sexta-feira, poderiam ter sido disponibilizados no site da taxa durante toda a temporada para corroborar a cobrança.

A pesquisa turística diz que 78% dos visitantes aprovam o pedágio. Por certo o número seria ainda maior se houvesse uma noção mais exata da aplicação dos recursos.

Pedágio de Bombinhas arrecada R$ 5 milhões na temporada

19 de abril de 2016 5
Foto: Marcos Porto, Arquivo

Foto: Marcos Porto, Arquivo

 

A cobrança do pedágio ambiental de Bombinhas terminou na sexta-feira com saldo de R$ 4,9 milhões nos cofres do município. O valor corresponde ao total arrecadado entre 15 de novembro e 31 de março – o montante de abril não havia sido contabilizado até ontem no Portal da Transparência.

A arrecadação inclui aos valores que já foram pagos, mas o motorista também tem a possibilidade de quitar a taxa online, fora da cidade. Esta semana a prefeitura vai fechar o levantamento do número total de veículos que entraram, para calcular o que ainda
tem a receber.

É possível que o montante seja considerável, a julgar pela última temporada: no ano passado, quase metade dos motoristas não pagou a taxa in loco – e muitos ainda estão em dívida com o município.

Mesmo com dados em aberto, a arrecadação teve um aumento expressivo em relação ao ano passado, quando terminou em pouco mais de R$ 3 milhões. Mas é preciso considerar que em 2015, na estreia da taxa, a cobrança só começou em meados de janeiro.
Nesta temporada, os meses de maior arrecadação foram janeiro e fevereiro (mais de R$ 2 milhões em cada um).

Autopista prevê que mais de 60 mil veículos passem pelo pedágio de Porto Belo sexta-feira

04 de fevereiro de 2016 0

61.194 é o número de veículos que deve passar pelo pedágio de Porto Belo na sexta-feira de Carnaval, conforme estimativa da Autopista Litoral Sul. O dado representa um aumento de 18% no fluxo normal de carros.

Haja paciência

18 de janeiro de 2016 0

Veranistas continuam enfrentando filas para pagar o pedágio em Bombinhas, devido à parada dos veículos estrangeiros. Na última semana, teve leitor que enfrentou mais de uma hora e meia de trânsito no meio da noite.

Porto Belo estuda implantação de pedágio ambiental

07 de janeiro de 2016 4
Foto: Lucas Correia

Foto: Lucas Correia

 

A prefeitura de Porto Belo anunciou uma parceria com a Univali para estudar medidas de compensação ambiental, com possibilidade de instituir um pedágio para quem entrar na cidade.

A ideia é inspirada na vizinha Bombinhas, mas deve ter algumas diferenças _ a principal delas é a possibilidade de abatimento ou isenção para quem utiliza os equipamentos turísticos do município, como hoteis e restaurantes.Um modelo de taxa semelhante é cobrado em Bonito, no Mato Grosso do Sul.

Se aprovado, o pedágio vai integrar uma série de medidas para melhorar a qualidade do turismo e reduzir o impacto. Entre elas, possíveis limitações para construção civil, incentivo para aumentar o número de leitos, e redução da carga turística em áreas de proteção ambiental.

Os números justificam a intenção da prefeitura: com 20 mil habitantes, Porto Belo tem a menor arrecadação entre as cidades da região (este ano o orçamento é de R$ 60 milhões) e recebeu, só na virada do ano, mais de 100 mil visitantes.

Além do próprio movimento, o município também arca com o vaivém de turistas em direção à Bombinhas, e com a passagem das redes de água e energia elétrica para a cidade vizinha _ o que também deve exigir compensação.

O estudo será coordenado pelo professor Marcus Polette, que dirige o Laboratório de Conservação, Gestão e Governança, e seguirá preceitos discutidos na Conferência do Clima de Paris (COP 21).

O debate será aberto em audiências para a comunidade entre fevereiro e abril. Se o pedágio for aprovado, é possível que os turistas que se dirigem a Bombinhas tenham que pagar duas taxas.

Cobrança de pedágio de estrangeiros provoca fila e reclamação em Bombinhas

05 de janeiro de 2016 12
Foto: Fabiana Nascimento, Especial

Foto: Fabiana Nascimento, Especial

 

A cobrança do pedágio ambiental para estrangeiros, em Bombinhas, tem provocado filas e reclamações. Como não há possibilidade de pagamento posterior para turistas que vêm de outros países, a taxa tem que ser quitada no primeiro posto de cobrança, no morro de acesso à cidade. Só que o volume de carros vindos do exterior é bem maior do que o previsto pela prefeitura.

O resultado é que falta espaço para estacionar nos horários de pico, e o entra e sai dos carros nas vagas acaba complicando ainda mais o já congestionado trânsito no local.

O município bem que tentou minimizar o problema, deixando o pagamento disponível 24 horas nesta temporada. Mas não há como controlar o horário de entrada dos carros, que são muitos: uma média de 12 mil por dia desde o início da cobrança, em 15 de novembro.

A prefeitura informou na segunda-feira que está estudando alternativas para agilizar o pagamento por parte dos hermanos.

Vale lembrar que turistas brasileiros podem pagar o pedágio nos diversos pontos espalhados pela cidade, ou mesmo quitar a taxa depois que voltar para casa, pela internet.

Nesta temporada já entraram em Bombinhas 340 mil veículos. Descontados os que têm direito à isenção, o município arrecadou R$ 3,8 milhões com a taxa.

Pedágio de Bombinhas está mais caro a partir desta sexta

01 de janeiro de 2016 3
Foto: Lucas Correia

Foto: Lucas Correia

 

Quem entrar em Bombinhas a partir desta sexta-feira vai pagar mais caro pelo pedário. A Taxa de Preservação Ambiental (TPA) foi reajustada a partir da virada de ano, à meia-noite. Por lei, os valores são fixados de acordo com a unidade fiscal do município, que varia de acordo com o INPC.

A partir da 0h de 1º de janeiro, carros que entrarem na cidade passam a pagar R$ 24 e motos,R$ 3.

Para utilitários, o preço é R$ 36. Também subiu o valor cobrado de caminhões, ônibus e vans de excursão (veja tabela abaixo).

O pedágio é cobrado de 15 de novembro a 15 de março. Por lei, deve ter os recursos aplicados em ações de proteção ambiental.

No ano passado, mesmo com período de cobrança reduzida (começou só em janeiro de 2015), o município contabilizou R$ 7,4 milhões a serem arrecadados com a taxa. O município, porém, sofre com a inadimplência _ quase metade desse valor ainda terá que ser pago pelos devedores.

Saiba mais – Seis perguntas sobre a TPA:

Como pagar?
Em cartão de crédito, débito ou em dinheiro.

Onde pagar?
Há cinco pontos oficiais cadastrados: 1. Escritório Central da TPA – Av. Falcão, nº 1501 (ao lado da Academia Praia Gym), bairro Bombas 2. Posto de Atendimento Zimbros: Av. Vereador João da Luz, nº 17, Bairro Zimbros (segundo acesso) 3. Secretaria do Turismo: Av. Leopoldo Zarling, nº 136, Bairro Bombas 4. Shopping Tropical: Av. Vereador Manoel José dos Santos, esquina com a Rua Merluza, Bairro Centro (anexo ao mercado Santa Lourdes) 5. Posto de Atendimento ao Turista: Topo do morro, divisa entre os municípios de Bombinhas e Porto Belo

O pedágio pago é válido por quanto tempo?
Por 24 horas, a partir do momento de entrada na cidade. Caso saia e entre novamente nesse período, o motorista não é taxado.

Preciso pagar na hora?
Não. Se deixar a cidade sem o pagamento, o motorista tem 30 dias para pagar a taxa, através do boleto gerado no site da prefeitura, sem incidência de juros e multa. A partir daí será cobrada multa de 10% sobre o valor da TPA, mais juros de 1% ao mês, além de correção monetária. O devedor fica inscrito na dívida ativa do município.

Quem não pagou no último verão terá problemas para entrar na cidade?
Não, mas ainda estará sujeito à cobrança e inscrição na dívida ativa, prevista em lei.

E os estrangeiros, precisam pagar na hora?
Sim, como não há possibilidade de envio da cobrança para o exterior é feita abordagem física e a taxa precisa ser paga ao dar entrada na cidade. O município terá um posto exclusivo para atendimento dos estrangeiros.

PREÇOS

Motos –  R$ 3

Carros –  R$ 24

Utilitários –  R$ 36

Vans e microônibus –  R$ 48

Caminhões – R$ 72

Ônibus –  R$ 120

Maioria apoia pedágio ambiental de Bombinhas, mas quer mais transparência

10 de dezembro de 2015 3
Foto: Marcos Porto, Arquivo

Foto: Marcos Porto, Arquivo

 

O relatório da pesquisa de carga turística de Bombinhas, feita nos últimos dois anos pela Univali com apoio do Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ( CNPq), revelou que 70% dos moradores e dos turistas são favoráveis à cobrança do pedágio ambiental. Mas 93% defendem que haja mais transparência na aplicação dos recursos, e que a taxa passe por auditorias periódicas.

Os dados, que foram apresentados nesta quarta-feira à noite na Associação Empresarial de Bombinhas ( AEMB), surpreenderam os pesquisadores quando a questão era sobre a prioridade na aplicação da taxa. Para a maioria ( 40%), esgoto e qualidade ambiental lideram a lista, seguidos por “ gestão de praias” ( 21%) – a uniformização de quiosques e o ordenamento dos serviços.

Em terceiro lugar, para 14% dos entrevistados, a distribuição de água deveria ser reforçada.

O segundo acesso, que sempre foi tratado como prioridade pela administração municipal, aparece só na quarta colocação, apontado por 9% das pessoas ouvidas. O que significa que, para a maioria, é tolerável enfrentar congestionamentos na entrada da cidade – desde que, uma vez em Bombinhas, haja qualidade de vida e de serviços.

Falta infraestrutura

Os números coletados nos dois últimos anos revelam que, na alta temporada, chegam a entrar em Bombinhas 40 mil veículos num só dia.
Em alguns períodos, a população pode saltar de 17 mil para 88 mil pessoas.

Marcus Polette, coordenador da pesquisa, reconhece que se trata de um desafio para o poder público: para atender adequadamente à população da temporada, Bombinhas precisaria ter pelo menos três vezes mais infraestrutura.

O estudo comprovou cientificamente, por exemplo, que a rede de água é insuficiente para atender a população flutuante – serviria a no máximo 53 mil pessoas – e que há uma relação direta entre o aumento no número de turistas e a piora nas condições de balneabilidade das praias.

Expectativa versus realidade

Mais da metade dos turistas que escolhem Bombinhas para passar a temporada têm renda per capita de três salários mínimos e um motivo em comum: a busca por um destino que alie sossego, qualidade da água do mar e paisagens naturais.

A maioria consideraria ideal uma área de praia de pelo menos 10 metros quadrados por pessoa – muito diferente da realidade do alto verão, quando o espaço por pessoa, que os pesquisadores chamam de “ nível de conforto” é de 4,5 metros quadrados.

De acordo com o professor Polette, esse distanciamento entre expectativa e realidade pode prejudicar o retorno dos turistas e trazer prejuízo à economia local. De imediato, ele defende o congelamento da construção civil para que a cidade possa ser repensada.

Moradores de Porto Belo protestam nesta sexta por acesso alternativo no pedágio

13 de novembro de 2015 14

Atualizada

 

Por falta de uma via de retorno, quem passa da entrada do elevado e precisa entrar em Porto Belo, vindo do sentido Norte-Sul da BR-101, tem que pagar duas vezes o pedágio para ter acesso ao município. E, para muita gente que trabalha fora da cidade, isso acontece todos os dias.

A situação é a mesma desde que foi instalada a praça de pedágio, há cinco anos. Até março, os moradores usavam uma via alternativa para evitar a cobrança duplicada _ mas esse acesso foi fechado pela Autopista Litoral Sul em março.

Era caso de Justiça ou de fiscalização, que compete ao governo federal. Como ninguém se mexeu até agora, o pessoal está organizando um protesto no pedágio hoje, às 17h. No mínimo, querem respeito.

O que diz a Autopista

A Autopista Litoral Sul informou na sexta-feira que o acesso ao condomínio aeronáutico e industrial de Porto Belo, que hoje obriga o motorista a pagar duas vezes o pedágio por falta de retorno, não é responsabilidade da concessionária. Como os empreendimentos vieram depois da concessão da BR-101, o entendimento é de que o próprio município deveria arcar com o acesso.

A via alternativa que vinha sendo usada pelos motoristas foi fechada, de acordo com a concessionária, a pedido da ANTT. A passagem causava risco de acidentes.