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Posts com a tag "Volvo Ocean Race"

Volvo Ocean Race anuncia retorno a Itajaí em 2018

29 de junho de 2016 2

vila da regata

 

A Volvo Ocean Race anunciou o retorno a Itajaí nesta quarta-feira. A regata, que é considerada a Fórmula 1 dos Mares, terá na edição 2017-2018 a distância mais longa de sua história, navegando por quatro oceanos e com paradas em 11 cidades em cinco continentes, num total de 45 mil milhas náuticas.

Esta será a terceira vez que a regata vai aportar na cidade. Salvador (BA) e Rio de Janeiro também concorriam para receber a prova, que reúne alguns dos melhores velejadores do mundo.

Assim como nas últimas edições (2012 e 2015), Itajaí será o ponto de chegada após o trecho mais difícil da prova, a passagem pelo Cabo Horn, no extremo sul do planeta, que é considerado o mar mais radical do mundo.

A Volvo Ocean Race parte de Alicante, na Espanha, e segue para Lisboa, em Portugal, no final de 2017. A frota então segue para a Cidade do Cabo, na África do Sul, e dali para Hong Kong (uma das pernas mais longas da história da corrida) e Guanzhou, na China, onde será feita uma parada estratégica sem pontuação.

Os barcos voltam a Hong Kong e se dirigirão a Auckland, na Nova Zelândia, de onde partem em direção a Itajaí. O trajeto então seguirá o roteiro da última edição, seguindo em direção ao norte para Newport, nos Estados Unidos, e atravessa o Atlântico para retornar à costa britânica pela primeira vez nos últimos 12 anos.

A frota chegará a Cardiff, capital do País de Gales, em maio de 2018, e seguirá por uma perna curta _ mas difícil _ até Gotemburgo, na Suécia. A regata termina em Haia, na Holanda.

Embora o número de milhas navegadas e de paradas pelo caminho seja o maior da história, a regata terá um mês a menos do que nas últimas edições. “Mais ação, mais velocidade, mais dificuldades pelo caminho e mais paradas, mas uma corrida mais curta – é uma evolução na direção certa e um movimento que levará a regata para mais perto de suas raízes e sua herança, ao mesmo em que incrementa o forte valor comercial e um excelente case de negócios para os patrocinadores “, disse Mark Turner, que assumiu o posto de CEO da Volvo Ocean Race no início do mês.

Royalties do Estado

Os royalties da regata serão pagos pelo Estado, em valor ainda não divulgado. Para garantir que a prova ocorra, será necessário enviar um projeto de lei para a Câmara de Vereadores de Itajaí. Isto porque, quando a prova aportar por aqui, a cidade estará sob o comando de um novo prefeito.

Além de despertar a paixão dos itajaienses pela vela, a estimativa é que a passagem da prova pela cidade tenha gerado R$ 50 milhões em negócios para Santa Catarina.

Estado acerta detalhes para Itajaí receber a Volvo Ocean Race

27 de junho de 2016 0
Foto: Patrick Rodrigues

Foto: Patrick Rodrigues

 

A Volvo Ocean Race deve anunciar ainda esta semana a escolha de Itajaí para sediar pela terceira vez uma parada da regata, conhecida como a Fórmula 1 dos Mares. O Governo do Estado pediu mais prazo para pagar a primeira dos royalties do evento, de valor ainda não divulgado.

Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) concorriam com Itajaí para receber a regata, que deve passar pelo Brasil em 2018.

Volvo Ocean Race tem novo presidente

01 de abril de 2016 0

O britânico Mark Turner é o novo CEO da Volvo Ocean Race. Vai caber a ele o anúncio da parada sulamericana da regata. Itajaí e Salvador são as duas concorrentes no páreo.

Itajaí ganha força do Governo do Estado para sediar a Volvo Ocean Race

16 de março de 2016 2
Foto: Patrick Rodrigues

Foto: Patrick Rodrigues

 

O governo do Estado decidiu ajudar a pagar os custos de uma nova parada da Volvo Ocean Race em Itajaí. Os valores ainda não foram definidos, mas é provável que o Estado fique com os royalties do evento – algumas centenas de milhares de euros.

O anúncio era esperado para esta quarta-feira, quando o governador Raimundo Colombo (PSD) faria uma visita a Itajaí que acabou adiada.

A Associação dos Municípios da Foz do Itajaí-Açu (Amfri) aguarda a confirmação do montante para formalizar os termos da proposta, que já teve uma prévia apresentada em janeiro. Só então a organização da prova vai anunciar qual será o destino sulamericano da Fórmula 1 dos Mares.

Itajaí concorre com Salvador (BA) para receber a regata. Mas a experiência bem sucedida nas duas edições anteriores da Volvo Ocean Race (em 2012 e 2015), aparentemente, fazem a vantagem pender para o lado de cá.

Para garantir o apoio ao evento, o prefeito Jandir Bellini (PP) vai enviar à Câmara de Vereadores um projeto de lei que formaliza a intenção do município em sediar a prova. A ideia é garantir que a prefeitura apoie a vinda da regata, independentemente de quem será o novo prefeito.

A Volvo Ocean Race é a mais famosa regata de volta ao mundo. Reúne os melhores velejadores em barcos com tecnologia de ponta e envolve grandes marcas de patrocínio – uma vitrine que já rendeu a Itajaí novos investimentos e o reforço da vocação náutica.

Representantes da Volvo Ocean Race visitam Itajaí

15 de fevereiro de 2016 0
Foto: Patrick Rodrigues

Foto: Patrick Rodrigues

Representantes da Volvo Ocean Race virão a Itajaí nos próximos dias para discutir detalhes de uma possível vinda da regata para a cidade em 2018. Um dos fatores que está sendo analisado pelo governo do Estado, por exemplo, é a questão econômica, além do impacto da edição passada. Salvador (BA) é uma das cidades brasileiras que concorre com Itajaí para receber uma etapa da regata.

Itajaí concorre com Salvador e Rio de Janeiro para receber etapa da Volvo Ocean Race

15 de janeiro de 2016 0
Foto: Patrick Rodrigues

Foto: Patrick Rodrigues

 

Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ) são as duas concorrentes de Itajaí para sediar uma parada da Volvo Ocean Race na próxima edição da regata, que começa no ano que vem. A proposta do município e do Estado já foi apresentada à organização da prova, que pretende anunciar o destino sulamericano da Fórmula 1 dos Mares até o fim do mês.

O valor proposto à Volvo, através da Associação dos Municípios da Foz do Itajaí–Açu (Amfri), é mantido em sigilo. Mas sabe-se que, devido à queda na arrecadação, a oferta é inferior à que foi apresentado para as edições 2012 e 2015, quando a cidade recebeu a parada e o Estado arcou com o pagamento dos royalties – algumas centenas de milhares de euros.

Na última passagem por aqui, em abril, o então CEO da prova, Knut Frostad, disse que a organização estava satisfeita com a capacidade de mobilização de público e organização de Itajaí, mas não afastou a possibilidade de buscar novos destinos. Cidades na Argentina e no Uruguai também estariam entre as candidatas na América do Sul.

O entrave para Itajaí é a falta de hospedagem 4 e 5 estrelas nas proximidades da Vila da Regata (algo que Knut frisou em sua última passagem por aqui). Caso a barreira seja vencida, e Itajaí seja escolhida, dependerá da aprovação de uma lei para garantir a realização da regata, já que há troca de governo em 2017.

Interesse internacional

O sucesso de Itajaí na organização de paradas para provas internacionais como a Volvo Ocean Race e a regata Jacques Vabre tem despertado o interesse de outras grandes competições de vela mundiais. A cidade recebe na próxima semana representantes da regata Clipper Round the World, prova de volta ao mundo que começou em agosto em Londres e passou pelo Rio de Janeiro em outubro do ano passado.

Será o primeiro contato para uma possível passagem da prova por Itajaí, nesta ou na próxima edição.

Knut Frostad deixa o comando da Volvo Ocean Race

17 de setembro de 2015 0
Foto: Marcos Porto

Foto: Marcos Porto

 

O norueguês Knut Frostad, que comandou a Volvo Ocean Race durante as duas passagens da regata por Itajaí, anunciou que deixará o cargo de CEO da competição no fim do ano. Velejador, Frostad fez história na regata como atleta (em parceria com o brasileiro Torbem Grael, inclusive) e como gestor. Foi o responsável pela introdução de barcos idênticos para as equipes, o que tornou a disputa ainda mais técnica e acirrada.
Antes de deixar o comando da Volvo, Knut participa da escolha dos portos para a próxima edição. Itajaí já havia sido anunciada como pré-candidata e recebe na próxima semana a visita de Tom Touber, chefe de operações da regata.
Se quiser manter-se na disputa, será necessário um projeto de lei para autorizar a realização: na próxima edição, em 2017-2018, o município estará sob nova administração.

Volvo Ocean Race quer barco brasileiro na próxima edição

25 de junho de 2015 0
Foto: Patrick Rodrigues

Foto: Patrick Rodrigues

 

Prestes a finalizar mais uma edição da Volvo Ocean Race em Gotemburgo, na Suécia, o CEO da Regata Volta ao Mundo, Knut Frostad, voltou a falar do desejo de ter um barco com a bandeira do Brasil na disputa, que passou este ano pela segunda vez por Itajaí:

_ Um barco do Brasil e outro da Itália fariam super diferença para a regata. Seria fantástico! São importantes mercados para a Volvo Ocean Race _ afirmou.

O representante máximo da regata tem um carinho especial pelo País. Em 2005-06, o norueguês foi integrante do Brasil 1, barco que terminou a competição em terceiro lugar. A equipe foi comandada pelo bicampeão olímpico Torben Grael.

_ As equipes atuais querem continuar e outras pretendem entrar. A edição 2014-15 foi bastante equilibrada e mostrou que todos podem ganhar, tornando a regata atrativa para o público _  reforçou Frostad.

Houve uma tentativa de viabilizar um barco brasileiro para esta edição, mas o projeto acabou não vingando.

Esta edição da Volvo Ocean Race termina no sábado, com a regata In Port, e em julho começam os preparativos para o próximo evento, que deve ocorrer entre 2017 e 2018. A primeira fase da preparação é a escolha das cidades-sede, e Itajaí está entre as pré-candidatas. Desta vez, terá concorrência forte em território nacional: pelo menos outras três cidades demonstraram interesse em receber a regata.

Embora cláusulas de confidencialidade não permitam que a organização revele quais são as candidatas, há boatos de que Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ) estariam no páreo. Há também outras cidades na América do Sul interessadas na disputa.

A previsão é que o anúncio das cidades-sede ocorra em dezembro.

Relação antiga 

O relacionamento do Brasil com a Volvo Ocean Race ocorre desde a primeira edição, 41 anos atrás. Rio de Janeiro (RJ), São Sebastião (SP) e Itajaí (SC) foram cidades-sede das oito vezes em que a regata desembarcou no país.

Oito atletas brasileiras participaram da regata até hoje. Destaque para Torben Grael, que entrou para a história da modalidade e para o esporte brasileiro sendo o primeiro comandante a vencer a Volvo Ocean Race. Em 2008-09, liderando o sueco Ericsson 4, Grael e seus tripulantes – incluindo o carioca Joca Signorini – venceram praticante de ponta a ponta a Volta ao Mundo. Na edição 2014-15, o atleta olímpico André ‘Bochecha’ Fonseca integrou o barco MAPFRE e Joca Signorini foi treinador do feminino do Team SCA.

Neste sábado (27), os sete barcos da edição atual da Volvo Ocean Race disputam a regata final das in-ports. Em cada cidade-sede há uma prova costeira e os pontos são usados em caso de desempate para o campeonato principal. O Abu Dhabi Ocean Racing foi o campeão geral e também lidera o evento paralelo. A Inmarsat In-Port Race Gothenburg ocorre no período da manhã (Horário de Brasília) e será transmitida ao vivo pelo site www.volvooceanrace.com

Movimento em Navegantes

24 de abril de 2015 0

A passagem da Volvo Ocean Race por Itajaí trouxe um upgrade em março à movimentação do terminal de cargas (Teca) do Aeroporto de Navegantes. A regata trouxe 25 toneladas de equipamentos através do aeroporto.

Apesar das limitações, o Aeroporto de Navegantes é o que mais movimenta cargas no Estado e o 3º no Sul do país.

A Volvo Ocean Race e Itajaí

20 de abril de 2015 1

Fim de festa, estrutura desmontada, é hora de fazer o balanço da segunda passagem da Volvo Ocean Race por Itajaí _ e já é possível dizer que a mais dura prova do planeta deixa saudades por aqui.

Pode ser a curiosidade que envolve a vida ao extremo a que se submetem os atletas. Pode ser resultado de um marketing muito bem feito, que inclui a divulgação de imagens impressionantes, a montagem de uma estrutura grandiosa e acessível. Podem ser as duas coisas juntas. Mas não há como negar que a regata transforma Itajaí.

A cidade se redescobriu no vaivém das velas, que aos poucos começa a ficar mais constante em nossas águas.Voltamos aperceber a beleza do velho Itajaí-açu e aos poucos as ações de sustentabilidade, que poderia não ter passado de programa “pra gringo ver”. fincaram raízes que terão resultado a longo prazo.

::: O Sol Diário embarcou no veleiro Abu Dhabi, você viu?

Terminada a Stopover, temos uma lista de deveres a cumprir: o combate à dengue, a mobilidade. E também (por que não?) mais incentivo para o esporte náutico local.

Se a volta ao mundo resgatou o orgulho do itajaiense, mantenhamos a cabeça erguida para enfrentar os nossos problemas.

 

Foto: Matt Knighton, Abu Dhabi Race Team, Divulgação

Foto: Matt Knighton, Abu Dhabi Race Team, Divulgação

 

De minha parte, já estou na torcida para que a regata volte a Itajaí em 2018. E para que estejamos em melhor forma para recebê-la de braços abertos.