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Direção do Grêmio precisa descobrir onde está o furo da bala

15 de abril de 2014 11

Vale uma reflexão. Neste momento complicado, após uma goleada, a perda do Gauchão para o seu maior rival, todos os que vestem azul, preto e branco estão atrás de explicações para o que aconteceu, pedem mudanças no comando técnico, dispensa de jogadores, tudo o que sempre acontece após um fracasso.

Se quiser voltar a acertar o passo, sonhar com o fim de jejum de títulos, a primeira coisa que a direção tem a fazer é descobrir onde está o furo da bala, quais os motivos que impedem o clube de atingir os objetivos ou, em outras palavras, entender que as vitórias só acontecem para quem sabe porque perde.

Troca

Deu mais do que certo. Verdade que D’Alessandro é diferenciado, que Alex jogou dois clássicos em alto estilo, que Aránguiz defendeu e atacou com muita qualidade, mas o maior mérito da conquista deve ser creditado na conta do técnico Abel Braga, que descobriu a tempo a necessidade de colocar Alan Patrick no time.

Com a mudança, o Inter ganhou mais um jogador habilidoso, de muita movimentação, que aparece na recomposição com rapidez, se apresenta como opção na hora de atacar e, pelo menos por enquanto, deixa o Colorado com muito mais qualidade no principal setor.

Melhores

É hora dos melhores. Após a maratona de jogos, a seleção da coluna ficou assim: Marcelo Grohe (Grêmio); Gilberto (Inter), Fernando Cardozo (Brasil-Pe), Rhodolfo (Grêmio) e Fabrício (Inter); Aránguiz (Inter), Riveros (Grêmio), D’Alessandro (Inter) e Alex (Inter); Barcos (Grêmio) e Rafael Moura (Inter).

Entre os técnicos, Abel Braga, perfeito nos dois clássicos decisivos, fecha o Gauchão com o título de melhor, enquanto o árbitro Márcio Chagas de Freitas, com muito mais acertos do que erros, acabou como destaque entre os apitadores.

Prejuízo

Aconteceu de novo. Quando já se preparava para soltar o grito de campeão, o Vasco sofreu outro gol irregular do Flamengo, viu o título do Cariocão escapar e, como não poderia de ser, botou a boca no trombone.

Apesar de perder um título que estava na sua mão, o Vascão mostrou que tem muito mais bola do que tinha em 2013 e que vai passar pela Segundona de cola erguida.

Proeza

Foi bem merecido. Com sangue, suor e lágrimas, o pequeno Ituano levou um gol no primeiro tempo, segurou a bronca no resto do tempo, empurrou a decisão do Paulistão para os pênaltis e derrubou o favorito Santos.

Uma façanha de um clube que fez belo campeonato, que parecia apenas coadjuvante e conseguiu um título que entrou para a história do futebol.

Perguntinha

No Beira-Rio seria diferente o Gre-Nal?

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Grêmio nem viu a placa do Colorado que o atropelou

14 de abril de 2014 21

Nem deu para ver a placa. Consciente da bela vantagem, o Inter começou a decisão mais preocupado em administrar, passou a maior parte do primeiro tempo sem a bola, mas foi cirúrgico num dos poucos ataques. Abriu o placar com a ajuda de um erro do zagueiro Werley e foi para o intervalo ainda mais tranquilo do que já estava.

No início da etapa final, com o Grêmio mais aberto, na busca da reação, o Colorado marcou três vezes em poucos minutos, selou a goleada, liquidou com o maior rival – que ainda descontou com um gol contra -, botou a mão na taça de tetracampeão e confirmou a melhor campanha do Gauchão com um atropelamento que ninguém imaginava.

Qualidade

Valeu a qualidade. Nestas duas vitórias seguidas, neste título de tetracampeão, que acabou com um surpreendente 6 a 2, ficou muito claro que, no momento, o Inter tem mais bala na agulha do que o Grêmio. Acima de tudo, no meio-campo, lugar onde quase todas as coisas se decidem dentro das quatro linhas.

Claro que cada jogo é um jogo, que cada competição é uma competição, que o futebol muda do dia para a noite, mas, pelo que se viu na disputa regional, principalmente nos dois clássicos decisivos, não é exagero dizer que, antes de a bola rolar, a turma do técnico Abel Braga é quem começa o Brasileirão com mais chances de chegar.

Diferenciado

Até as paredes sabem que o futebol é coletivo, mas o grande diferencial a favor do Inter chama-se D’Alessandro, capitão, líder de vestiário, que joga fácil, trata a bola como se fosse um simples brinquedo, desequilibra um jogo numa única jogada, tira os adversários do prumo, prática quase incomum nos dias atuais.

Mais experiente a partir de amanhã, quando comemora seu 33 anos, o gringo fecha o Gauchão como dono do título de craque da competição, com todo merecimento, e com a incumbência de continuar exibindo sua classe e fazendo a diferença, a partir de sábado, no sempre complicado Brasileirão.

Alerta

Não acabou o mundo. Verdade que não foi uma derrota qualquer, que vai exigir muita conversa nos próximos dias, mas a missão de todos que cuidam dos interesses do Grêmio é bem simples: curar as feridas e seguir correndo atrás do objetivo.

Em quase dez dias, com toda certeza, o técnico Enderson Moreira vai achar um jeito de fazer seus jogadores esquecerem a goleada, o Gauchão e seguirem a vida atrás da Libertadores.

Decisão

Pode ter sido o último. Ainda muito machucado com o episódio que viveu na Montanha dos Vinhedos, o árbitro Márcio Chagas da Silva, ao final do Gre-Nal, anunciou que pode pendurar o apito.

Tudo indica que, nos próximos dias, o responsável pela direção do último jogo do Gauchão, na Serra, vai pesar os prós, os contras, conversar com os familiares, com os amigos e bater o martelo.

Perguntinha

Qual é o melhor time do futebol brasileiro?

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Gre-Nal: Quem levanta o caneco no Centenário?

12 de abril de 2014 5

Vale o caneco.
Neste domingo, no Centenário, finalmente acontece o tão esperado Gre-Nal, a tão esperada decisão do Gauchão, quando vamos conhecer, após uma maratona de jogos, quem vai soltar o grito de campeão, quem vai levar para casa o caneco, quem fica com a chave de melhor da aldeia até 2015.
É mais um clássico na vida dos dois maiores da aldeia, sem favorito, daqueles que mexem com a estrutura emocional de todos, que certamente vai ter casa cheia, emoção do primeiro ao último minuto e provocar um alto consumo de calmantes dos dois lados.

O exame…
Como sempre acontece após a volta das férias, a Leninha, uma morena estonteante, daquelas que chamam a atenção dos homens em todos os lugares por onde passa, marcou seus exames de rotina;
No dia, na hora marcada, bronzeada, com uma roupa bem justa, ela entrou no consultório do seu clínico e, mais uma vez, chamou a atenção de todos os que aguardavam.
Minutos depois, no meio da leitura de uma revista de fofocas, a Leninha foi convocada para se apresentar ao médico.
Entrou na sala, sentou de frente ao clínico, cruzou as pernas e começou a responder todas as perguntas de rotina.
De posse das informações que precisava, o clínico deu uma rápida olhada no prontuário e partiu para a segunda parte do exame.
Em menos de três minutos, com um sorriso de satisfação, o examinador acabou com a curiosidade da paciente.
- Tudo na mais perfeita ordem! Seu coração e a pressão estão ótimos! – anunciou.
A tensa Leninha respirou fundo, aliviada, se preparou para tomar o rumo da porta de saída, mas foi surpreendida com o pedido do clínico.
- Agora, deixe-me ver essa coisinha que costuma meter as mulheres em complicações…- sussurrou.
Na mesma hora, sem a menor cerimônia, a Leninha começou a tirar a pouca roupa que usava.
E foi logo advertida pelo médico.
- Não! Não! Não! Vista a roupa, por favor! Só queria que me mostrasse a sua língua…

Vantagem
Tudo pode acontecer.
Até as paredes sabem que Gre-Nal é um jogo diferente, sem lógica, que permite qualquer prognóstico, mas é obrigatório dizer que, com a vitória na Arena, dois gols marcados, a chance de jogar ao lado da maioria das arquibancadas, o Inter entra em campo com a vantagem.
Entretanto, apesar de ter largado mal, o Grêmio, pelas incertezas do nosso maior clássico, ainda está bem vivo, mais motivado do que nunca, querendo dar o troco, provar que tem capacidade para reverter e, finalmente, dar ao seu torcedor um presente que ele não ganha faz algum tempo.

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Grêmio precisará jogar muito mais no Gre-Nal se quiser o caneco

11 de abril de 2014 23

Deu a lógica. Mesmo sem jogar grande coisa, o Grêmio derrotou o eliminado Nacional. Chegou aos 14 pontos e fechou a fase de grupos com a segunda melhor campanha. Atingiu o único objetivo que perseguia, ontem, na Arena. Agora terá pela frente o argentino San Lorenzo, com o último jogo dentro de casa.

Antes disso, porém, a turma do Humaitá vai respirar, pensar e sonhar com o clássico Gre-Nal do Centenário. Terá que jogar bem mais do que contra os uruguaios se quiser reverter o quadro.

Frustração

Não estava no cardápio. Dono da melhor campanha geral, com o direito de decidir em casa, o Inter, mais uma vez, vai subir a Serra, jogar com muito menos público do que jogaria no Beira-Rio, o que não deixa de ser uma enorme frustração para a torcida e jogadores.

Verdade que o Centenário tem um bom gramado, que o time de Abel está mais adaptado ao ambiente do que o rival, mas a transferência do local é dessas coisas que fica bem difícil de entender, depois de dois eventos grandiosos e sem nenhum incidente.

Sumiço

Tem ruído na linha. Como já havia acontecido no primeiro jogo, o argentino Messi, acostumado a desequilibrar, quase não foi visto em campo na decisão contra o Atlético Madrid, virou jogador comum na eliminação e passou a impressão de que está longe da melhor forma física e, consequentemente, técnica.

Após essas duas fracas atuações, muito abaixo do que quase sempre acontece, é muito fácil adivinhar que a turma responsável pela seleção argentina já detectou o problema, sabe onde atacar a dificuldade, tudo para o gringo dar o máximo e tentar fazer a diferença na Copa.

Decepção

Não adiantou nada. A direção antecipou salários, a torcida lotou o Maracanã, mas o Flamengo, em campo, perdeu para o mexicano León e virou assistente da Libertadores.

Nesta justa eliminação, sobrou empenho, e a coisa só terminou do jeito que terminou por um motivo muito simples, que está acontecendo com quase todos os clubes brasileiros: falta de qualidade.

Reviravolta

Já é um começo. Ao contrário do primeiro julgamento, o Esportivo foi punido, pelo mesmo TJD, pelos atos de racismo contra o árbitro Márcio Chagas da Silva. Acabou rebaixado.

Aconteça o que acontecer no STJD, a última instância que resta ao clube de Bento Gonçalves, a decisão de ontem foi o primeiro passo para acabar com essa praga no futebol e na sociedade.

Perguntinha

Quem vai comemorar o Gauchão?

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Grêmio decide o seu futuro na Libertadores

10 de abril de 2014 5

Vale o futuro. Logo mais, na Arena, o Grêmio, classificado, motivado, enfrenta o uruguaio Nacional, eliminado, cheio de reservas, num jogo em que vai testar o substituto de Luan e que vai correr atrás de mais três pontos para garantir a vantagem de decidir sua vida na Libertadores, no futuro, quase sempre dentro de casa.

Verdade que não existe jogo fácil, mas pela maior qualidade, pelo ambiente, por ser o único que tem  objetivo, o time do técnico Enderson Moreira deve superar a ausência de seu importante atacante e ultrapassar o último obstáculo sem grandes desgastes.

Ronha

Assim fica complicado. Faltando quatro dias para o Gre-Nal que vai decidir o Gauchão, o torcedor, maior interessado no assunto, ainda está com as mãos amarradas, com a cabeça recheada de dúvidas, sem saber para onde vai ter que se deslocar para assistir o novo encontro entre os dois maiores do futebol gaúcho.

Pelas notícias de ontem, ao contrário do que se imaginava após os dois espetáculos do final de semana, quando recebeu multidões, parece que o Beira-Rio, por decisão das autoridades, vai ficar com os portões fechados, que tudo será decidido em Caxias, o que não deixa de ser uma grande decepção.

Atacante

Mutuca tira boi do mato. Cansado de depender do sistema defensivo, com um poder de fogo que deixa o seu torcedor cheio de preocupações, o Corinthians está correndo atrás de um atacante que conheça o caminho do gol, capaz de resolver um problema que se arrasta desde o título da Libertadores.

E o nome mais falado nas bandas do Parque São Jorge é o de Rafael Sobis, que frequentou a base do Timão, depois veio trabalhar no Inter, passou pelo futebol do Exterior, perdeu espaço no Fluminense e tem todas as condições de acabar com a seca no clube paulista.

Adeus

Escorreu pelo ralo. Longe de casa, proibido de fracassar, o Atlético-PR ficou sem pernas na altitude, perdeu para o The Strongest e deu adeus ao sonho da Libertadores, sem direito a berros e chiliques.
Nesta merecida despedida, pelos erros dentro de casa, a boa notícia chama-se Adriano, que aguentou o tempo inteiro, marcou gol e mostrou que pode ajudar o clube no Brasileirão.

Golaço

Foi um golaço. Valorizado, conhecedor do ofício, o técnico Rogério Zimmermann, um dos principais responsáveis pela bela campanha do Brasil-Pe no Gauchão, assinou a tão esperada renovação de contrato.

A permanência do chefe do vestiário do Bento Freitas deixa a quase certeza de que o Xavante vai fazer bonito na Série D, o novo sonho da fanática torcida que veste vermelho e preto.

Perguntinha

O Grêmio vai escolher adversário na Libertadores?

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Valdívia dá velocidade ao time do Inter

09 de abril de 2014 10

É só uma impressão.
Quem viu a vitória sobre o Peñarol, domingo passado, na reinauguração do Beira-Rio, certamente vai concordar que o menino Valdívia entrou bem, deu mais velocidade ao time, ganhou preciosos pontos junto ao técnico Abel Braga e virou primeira opção de banco para o Gre-Nal do próximo domingo.
Verdade que Jorge Henrique tem muito mais experiência, que também goza de muito moral com o seu chefe, mas a maior das verdades é que o ex-júnior, no pouco tempo que esteve em campo, produziu muito bem e merece avançar na fila dos que esperam chance entre os titulares.

Foco
Já era esperado.
Mesmo com a vaga garantida, todos os jogadores do Grêmio ouvidos pela imprensa nestes primeiros dias da semana fazem questão de dizer que estão focados no Nacional, na Libertadores, numa prova de que ninguém está pensando em menos de três pontos, amanhã, na Arena.
Concentrado no adversário, pouco preocupado com o futuro cruzamento, o time do técnico Enderson Moreira, pelo andar da carruagem, vai entrar comendo grama, tentando liquidar a coisa o mais cedo possível, poupar fôlego e, só depois, começar a pensar na decisão do Gauchão.

Doping
Foi jogada de mestre.
Com dois jogos decisivos pela frente – hoje, contra o León, valendo passagem de fase na Libertadores, domingo, contra o Vasco, valendo o caneco do Cariocão -, o Flamengo vai entrar em campo aditivado, graças a uma iniciativa inteligente da direção e, especialmente, do sempre atento Paulo Pelaipe.
Antes do treino de ontem, os jogadores do Mengão, que já estavam motivados com a chance de êxito nas empreitadas, foram informados que os salários de maio já estavam depositados nas respectivas contas, o que significa um verdadeiro doping nos dias atuais do futebol brasileiro.

Barbada
Não bate na trave.
Cheio do moral pela bela vitória no Chile, o Cruzeiro enfrenta o eliminado Real Garcilaso, no Mineirão, na condição de pule de dez, sem nenhuma chance de terminar a noite com vitória.
Vacinada pela bobeira contra o Bolívar, é fácil adivinhar que a Raposa vai atacar, sufocar o adversário, fazer os três pontos e tentar uma goleada para recuperar a confiança total.

Encrenca
Vai sair faísca.
Dono de sete pontos, o Botafogo decide a sua vida na Libertadores, logo mais, na Argentina, contra o San Lorenzo, num jogo em que está proibido de beijar a lona.
Longe de casa, num ambiente desfavorável, o Fogão, ainda com problemas de salários atrasados, mas com os jogadores envolvidos na causa, vai ter que ser heroico, inteligente, se quiser sobreviver.

Perguntinha
Quem vai fazer festa no domingo?

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Até o pipoqueiro já sabe o time do Inter para o Gre-Nal

08 de abril de 2014 6

Parece mas não é pouco. Classificado, atualmente com a terceira melhor campanha na geral, o Grêmio vai enfrentar o eliminado Nacional, quinta-feira, na Arena, conhecendo os resultados de outros jogos, sabendo quem pode surgir no seu caminho e com todas as chances de fazer a melhor escolha.

Claro que é importante somar pontos e fechar na ponta da tabela, mas o caminho para o sonhado título passa, também, pela estratégia, que em outras palavras significa evitar confrontos de maior risco, com rivais nacionais, quando as dificuldades, com toda a certeza, serão muito maiores.

Definido

Até o pipoqueiro já sabe. Sem problemas de lesão, satisfeito com o rendimento nos dois últimos jogos, o técnico Abel Braga, se não acontecer nenhum desvio de rota nos treinos da semana, vai escalar o mesmo time que começou o amistoso festivo contra o Peñarol, com uma única mudança: Alex no lugar de Valdívia.

Mesmo que seja uma decisão de título, parece que o chefe do vestiário do Beira-Rio, mais uma vez, vai passar longe do tradicional mistério, expediente utilizado quase sempre em jogos deste calibre e que, na imensa maioria das vezes, não acrescentam coisa nenhuma no desempenho do time.

Triste

É tudo com os motivadores. Quem assiste os jogos do Barcelona certamente vai concordar que o habilidoso Neymar não está nada confortável com essa condição de titular num jogo, reserva no outro. Situação que nunca pensou viver pela bola que joga, pela grana que custou e pela condição de titular da Seleção.

Sempre de olho em tudo, em todos, o técnico Luiz Felipe Scolari certamente vai chamar o quase dono do time brasileiro no dia da apresentação, dizer da sua enorme importância e devolver a alegria que o jogador não está tendo, tudo para que o Brasil possa ter chance de botar a mão na Copa.

Aberto

Segue tudo em aberto. No primeiro dos dois jogos da decisão, Flamengo e Vasco empataram em 1 a 1, reclamaram muito da arbitragem e deixaram a impressão de que tudo pode acontecer nos últimos 90 minutos.

A igualdade deixa o Mengão em vantagem, mais perto de botar a mão na taça, mas é válido dizer que o Vascão tem bala na agulha para fazer a operação.

Qualidade

Tem tudo para dar certo. Após alguns dias de namoro, o Corinthians finalmente anunciou a contratação do volante Elias, que também estava nos planos do Flamengo, mas preferiu o seu antigo amor.

Dono de um fôlego invejável, motivado, tudo indica que o novo reforço do Timão vai acrescentar muita qualidade ao meio-campo e pode ser decisivo para uma boa campanha no Brasileirão.

Perguntinha

Vamos ter um Gre-Nal sem brigas?

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"Ser Gigante é ser respeitado e reconhecido mesmo pelos inimigos". Confira na íntegra o discurso de Adroaldo Guerra Filho na festa Os Protagonistas

07 de abril de 2014 12
Foto: Bruno Alencastro

Foto: Bruno Alencastro

Guerrinha falou aos colorados durante a festa Os Protagonistas, no sábado à noite, e traduziu em algumas palavras o sentimento que dominava o coração da torcida. Gigante? Sim. Um Gigante dono da sua história e que entende a sua grandeza.

Leia na íntegra o discurso de Guerrinha:

“Ser um gigante não se refere somente ao tamanho, às medidas, à altura, largura… Números frios numa matemática cuja conta não fecha nunca.

É preciso mais do que um prédio. Deve ter realizações eternas, cheias de significados que atravessem o tempo. Um Gigante de verdade tem que ter vencido grandes desafios, superado expectativa, enfrentado adversidades.

Ser Gigante é ser respeitado e reconhecido mesmo pelos inimigos. Para ser Gigante, tem que se tornar um clássico, fazer parte da História, ser lembrado sempre e por todos. É deixar um verdadeiro legado aos que vem depois, generosamente dando a eles base para crescerem também.

Ser Gigante não é ser único, mas tornar-se um só com seus ideais, com sua fé, com suas crenças, com seu time, com sua torcida. Há que ser maior do que um estádio, do que qualquer construção! Ser Gigante pela própria natureza é ser PROTAGONISTA da própria história!

Segue tua senda de vitórias, colorados das glórias, orgulho do Brasil!”

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Reinauguração do Beira-Rio começa com noite mágica e termina em grande estilo contra o Penãrol

07 de abril de 2014 3

Agradou em cheio. Com muito mais qualidade, o Inter fechou a festa de reinauguração do Beira-Rio em alto estilo, com um primeiro tempo qualificado, velocidade, vitória sobre o Peñarol e mais otimismo para a decisão do Gauchão. Claro que vencer é importante, mas o momento marcante, aconteceu com o apito final.

O vitorioso Índio, adorado pelos companheiros e idolatrado pelas torcedores, recebeu a taça, correu feito criança, chorou e, por fim, agradeceu o carinho vindo da arquibancada.

Emoção

Foi de arrepiar. Depois de longos dois anos de espera, o torcedor que veste vermelho viveu uma noite mágica, no sábado, com a reinauguração do Beira-Rio. Num show muito bem pensado e executado. O espetáculo contou a história do clube nos últimos 45 anos e causou muita emoção.

Uma festança, rica de detalhes, com a presença de muitos protagonistas, que nunca será esquecida, com a assinatura de Edson Erdmann, que conseguiu banhar a casa dos colorados num verdadeiro mar de lágrimas.

Trocas

Mudou até a cozinheira. Pressionada pela torcida, pelos conselheiros, pela imprensa, a direção do Coritiba não pensou
duas vezes após o fracasso no paranaense, quando acabou eliminado antes da final: trocou quase a totalidade da comissão técnica, começou a pesquisar o mercado e prometeu que tudo será muito diferente no Brasileirão. Para atingir os novos objetivos, o Coxa anunciou a contratação do técnico Celso Roth. Ele volta ao batente depois de mais um ano na sombra e égua fresca, do preparador Paulo Paixão, que estava de férias desde sua saída do Inter, dois profissionais que conhecem o riscado e sabem tirar leite de pedra.

Obviedade

É quase pule de dez. Sem muitas alternativas no grupo para o ataque, tudo indica que Enderson Moreira, pelo menos
para o jogo contra o Nacional, na Arena, vai promover a entrada de Alán Ruiz na vaga do impossibilitado Luan. Mesmo que não seja um velocista, o argentino tem capacidade técnica de sobra para fazer um bom papel.

Surpresa

Não tem jogo mole. Dono da melhor campanha, apontado como favoritaço, o Santos criou chances, desperdiçou pênalti, mas deu bobeira. Perdeu para o surpreendente Ituano e ficou em desvantagem na briga pelo Paulistão. Agora, o Peixe terá uma semana para achar o furo da bala, mas já dá para se afirmar que o time do técnico Oswaldo de Oliveira vai precisar ralar e muito.

Perguntinha

Quem chega melhor no Gre-Nal?

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Festança: vai faltar lenço para tanta emoção colorada dentro Beira-Rio

05 de abril de 2014 6

Vai faltar lenço.
Neste sábado, após dois longos anos, finalmente o Beira-Rio reabre, oficialmente, suas portas, com um show para lembrar a trajetória do Inter nos últimos 45 anos, recheada de títulos, algumas decepções e que certamente vai provocar lágrimas e mais lágrimas entre aqueles que vestem vermelho e branco.
E tudo continua no domingo, quando o time que tanto viajou, sentiu a falta do calor da sua casa, do seu povo, entra em campo para enfrentar o Peñarol, com a chance de provar que é capaz de repetir aquela atuação de luxo no segundo tempo do último clássico e ficar quase no ponto para decidir o Gauchão.

A explicação…
Agricultor, homem sério, de poucas palavras, o Arnildo sofreu nas mãos da Clair, a sua mulher.
Todos os dias, incluindo domingos e feriados, ela sempre estava reclamando de alguma coisa.
Sossego mesmo, o fazendeiro só tinha quando estava arando com a sua mula velha.
Certo dia, quando estava arando, a Clair apareceu com o almoço, no meio do vasto campo.
O Arnildo levou a velha mula para a sombra, sentou-se em uma pedra, começou a degustar a comida e, na mesma hora, começou a ser importunado pela mulher.
De repente, a velha mula deu um coice, acertou a nuca da Clair e o resultado foi a morte instantânea.
No outro dia, no funeral, o padre notou algo estranho: quando uma mulher se aproximava do fazendeiro, ele ouvia uns minutos e acenava com a cabeça, concordando.
Mas quando um homem se aproximava do viúvo, ele ouvia e balançava a cabeça negativamente.
Isso ocorreu várias vezes, até que o padre se aproximou do fazendeiro e decidiu acabar com a dúvida.
- Por que você acenou com a cabeça, concordou com as mulheres, mas sempre negou com a cabeça e discordou de todos os homens? – questionou.
- Bem, as mulheres vinham, diziam algo de bom sobre a minha companheira! Então eu acenava com a cabeça, completamente de acordo! – avisou o fazendeiro.
Ainda com a pulga atrás da orelha, o padre não desistiu.
- E os homens? – insistiu.
- Todos eles queriam saber se a mula estava à venda…

Contratempo
Não estava no cardápio.
Um dos responsáveis pelo bom início de ano do Grêmio, candidato a ídolo da torcida, o menino Luan sofreu fratura na mão, fica longe das atividades nas próximas semanas, o que significa preocupação para a comissão técnica e, principalmente, para quem empurra o time fora de campo.
Com a ausência de um jogador que facilitou a vida do goleador Barcos, que mostrou algo diferente nos jogos do Tricolor, quem está com um abacaxi nas mãos é o técnico Enderson Moreira, que vai perder boas horas de sono para achar um jeito de resolver um problema que não é nada pequeno.

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