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Posts na categoria "Seleção Brasileira"

Guerrinha: Inter fará mistério até domingo

15 de outubro de 2014 14

Certeza
Promete a semana.
Pelo andar da carruagem, o torcedor colorado, feliz com a merecida vitória sobre o Fluminense, vai ter que esperar até domingo, antes do último prazo, para descobrir a escalação do Inter que enfrentará o Corinthians.
Com a recuperação de alguns jogadores que estavam afastados, o técnico Abel Braga, como manda a cartilha, certamente não terá nenhum interesse em divulgar o time, mas uma certeza existe para quem veste vermelho e branco: o volante Aránguiz, uma das figuras mais importantes do grupo, vai para o jogo.

Martelo
Só falta pegar a chave.
Após algumas conversas, acertos e desacertos, o Grêmio, através do presidente Fábio Koff, anunciou ontem à tarde que chegou a um acordo com a OAS para para adquirir os direitos de exploração da Arena. O tema agora vai ao Conselho para aprovação estatutária.
Com a conclusão do negócio, o homem que ocupa a cadeira mais importante do Olímpico liquidou uma questão que incomodava torcedores, conselheiros, e certamente definiu muitos votos na eleição do próximo sábado, na própria Arena, a favor do seu indicado, Romildo Bolzan Júnior.

Passeio
Missão cumprida.
Com marcação forte do meio para trás, velocidade e criatividade do meio para a frente, a Seleção não tomou o mínimo conhecimento do esforçado Japão. Goleou por 4 a 0, com quatro gols do diferenciado Neymar. A equipe segue invicta e sem sofrer gol nesta nova etapa de trabalho sob o comando do técnico Dunga.
Agora é aguardar pelo próximo mês, quando o time brasileiro volta a se reunir para os dois últimos amistosos do ano, o primeiro em Istambul, dia 12, contra a Turquia, o segundo em Viena, dia 19, contra a Áustria, quando o chefe do vestiário, para não prejudicar as competições nacionais, deve chamar apenas os jogadores que estão em atividade do outro lado do oceâno.

Caminho
A tabela é muito boa.
Verdade que não existe jogo jogado, mas o Cruzeiro, aparentemente, entra na reta final do Brasileirão com os adversários menos complicados do que a maioria dos seus seguidores.
A Raposa vai enfrentar Vitória (F), Palmeiras (C), Figueirense (F), Botafogo (C), Criciúma (C), Santos (F), Grêmio (F), Goiás (C), Chapecoense (F) e Fluminense (C), com boa chance de comemorar antes da última rodada.

Pepino
Está bem difícil.
A cada rodada que passa, a situação do Coritiba fica ainda mais complicada, com muito mais chance de queda do que de acabar o ano comemorando a permanência na Série A.
Dono de 29 pontos, com dez jogos pela frente, alguns bem cabeludos, o Coxa vai ter que fazer cinco vitórias, um empate, tarefa possível, mas nada fácil para quem deu bobeira na maior parte do tempo.

Perguntinha
Quem vai ser o novo presidente do Grêmio?

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Guerrinha: jogo do Inter é de alto risco

11 de outubro de 2014 18

Risco
Virou jogo de alto risco.
Neste domingo, baleado na asa e com o moral no subsolo, tudo causado pelo vexame em Chapecó, o Inter enfrenta o irregular Fluminense, num jogo de seis pontos, decisivo. A partida serve como ponto de partida para uma recuperação, para a continuidade na turma dos melhores ou para aumentar as chamas instaladas no Beira-Rio.
Dentro de casa, pressionado, sob os olhares desconfiados do seu povo, o Colorado vai para o jogo mais importante desta temporada sem chance de erro, sob pena de acabar a rodada fora do G4 e provocar um rebuliço ainda maior nas bandas da Padre Cacique.
Motivação

Mudou o quadro.
Neste sábado, no Pacaembu, o Grêmio enfrenta o ainda ameaçado Palmeiras, com a chance de dar continuidade ao bom momento, depositar mais três pontos na conta e dormir entre os três melhores do Brasileirão.
Um desafio nada pequeno para a turma do técnico Luiz Felipe Scolari, pois enfrentará um rival que também quer escapar da encrenca, que vai jogar uma final de Copa do Mundo. Porém, pela eficiência defensiva, pelo momento favorável e pela motivação que se instalou no Humaitá, é totalmente possível vencer.

Largada
É proibido para cardíacos. Neste domingo, o Bento Freitas, mais uma vez motivado, será palco de uma decisão para o Brasil-Pel, que recebe o Brasiliense e precisa fazer um jogo sem erros. Até as paredes sabem que a tarefa é complicada, mas dentro da sua casa, empurrado pelo seu fanático povo, o time do técnico Rogério Zimmermann tem a chance de largar com vitória, se possível sem sofrer gol, e ficar a 90 minutos da consagração.
A entrevista…

Loira, corpo escultural, a Carlinha se candidatou ao cargo de auxiliar de delegado. foi aprovada e se apresentou. Ouviu com atenção as regras e se colocou à disposição para responder as primeiras questões para assumir o desafio.
- Quanto é um mais um? – perguntou o delegado.
A Carlinha, com cara de sabia, não hesitou:
- Onze!
Assustado, o chefe seguiu nos questionamentos:
- Quais são os dois meses do ano que começam com M?
- Mês passado e mês que vem! – emendou a loira.
Irritado, o delegado lançou um desafio.
- Quem matou Getúlio Vargas? – perguntou.
- Não sei! _ respondeu Carlinha.
- Bom, então vá para casa e tente descobrir, minha filha – lascou o delegado.
Ao entrar em casa, a moça foi interpelada pela mãe:
- Como foi lá delegacia, minha filha?
- Foi ótimo! Primeiro dia de trabalho e já estou investigando um homicídio!!!!

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Adroaldo Guerra Filho: Dunga é o treinador da Seleção

20 de julho de 2014 0

A Seleção já tem técnico. Na terça-feira, no Rio de Janeiro, Dunga será anunciado como o novo chefe do vestiário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Está tudo acertado, desde a semana passada, entre o presidente José Maria Marin, o futuro presidente Marco Polo Del Nero e o coordenador Gilmar Rinaldi.

Neste retorno ao comando do time brasileiro, Dunga vai precisar trabalhar bem mais do que fez da última vez.

Vai ter que fazer do limão uma limonada, achar material humano mais qualificado do que vimos na Copa, fazer o time brasileiro recuperar o respeito que não tem mais dos seus adversários.

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Venceu o time mais regular

14 de julho de 2014 8

Ficou em boas mãos. Numa decisão de muita marcação, chances de gols dos dois lados, Alemanha e Argentina empataram em 0 a 0 no tempo normal. Empurraram a decisão para a prorrogação. Após um primeiro tempo de superioridade, mas também sem gols, os alemães finalmente marcaram.

O autor da façanha foi um reserva, Götze, que tirou proveito do cansaço físico argentino, apareceu no lugar certo, na hora certa e acertou um chute que só parecia fácil. Verdade que o time do técnico Joachim Low não foi brilhante sempre, mas foi, de longe, o mais regular de todos que estiveram no Brasil, com um coletivo invejável, algumas individualidades que renderam muito e que proporcionaram um final merecido nesta Copa de 2014.

Dormindo no gelo

A sorte anda junto com os bons. Sem Khedira, que atirou a toalha após o aquecimento, o técnico Joachim Low optou por Kramer, que deu conta do recado, até precisar ser substituído, ainda no primeiro tempo, após um choque de jogo com um defensor argentino.

Mas o grande lance do comandante germânico veio depois. Acertou a mão ao escolher Götze para entrar no lugar de Klose, o maior goleador de Copas.

O menino marcou o gol da vitória, do título, saiu como herói e provou que chefe do vestiário, além de competente, tem muita estrela.

Água de salsicha

Acabou pior do que estava. Na despedida da Copa, a Seleção foi, mais uma vez, goleada. Levou 3 a 0 de uma Holanda desgastada - jogou duas prorrogações seguidas -, saiu vaiada e com a certeza de que vai precisar reinventar um jeito de voltar a ser respeitada.

Num jogo com cara de missa de 7º dia, o time do técnico Luiz Felipe Scolari sofreu o primeiro gol logo após cantar o hino, o segundo logo depois e o terceiro quase na hora do banho. Agora, é hora da faxina, que precisa começar na sala dos dirigentes e terminar no vestiário. Sem ela, vamos passar quatro anos correndo atrás da máquina, esperando o momento de participar e fracassar na Rússia em 2018.

Lógica

É questão de lógica. Até as paredes sabem que Luiz Felipe Scolari é dono de muitos títulos, de trabalhos qualificados, que não foi o único culpado por tudo o que aconteceu.

Mas o momento é de agradecer aos homens da CBF pela oportunidade, limpar o armário, acertar as contas e tirar da cabeça qualquer possibilidade de seguir no comando da Seleção. Agora é hora de dar um tempo, sair de campo, ficar longe dos holofotes. E escolher a dedo seu novo endereço de trabalho.

Melhores

É hora dos melhores. A Seleção da Copa ficou assim na visão da coluna: Neuer (Alemanha); Lahm (Alemanha), González (Costa Rica), Garay (Argentina) e Blind (Holanda); Mascherano (Argentina), Schweinsteiger (Alemanha), Valbuena (França) e Jámes Rodríguez (Colômbia); Robben (Holanda) e Messi (Argentina).

Entre todos, quem mais se destacou, fez a diferença, foi o holandês Robben, merecedor do título de craque da competição.

Padrão Fifa

AFP

AFP

Com a sua seleção alevantando o caneco no Maracanã, a torcedora alemã era o símbolo da alegria (e da saúde), ontem.

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Derrota que ninguém mais vai esquecer

09 de julho de 2014 38

Foi uma humilhação. Contra um adversário de qualidade, a Seleção afundou como o Titanic. Levou um banho de bola, uma goleada por 7 a 1 e mandou o torcedor embora chorando de vergonha. Perdeu o rumo ainda no primeiro tempo, quando sofreu cinco gols em 18 minutos.

Uma derrota que nunca mais ninguém vai esquecer, que arranha o currículo de muita gente, e prova que precisamos nos reinventar naquilo que já fomos os melhores. Esse Mineiraço deixa cicatrizes profundas, mas serve para que se possa tirar lições e tentar salvar, com quatro anos de antecedência, a Copa de 2018.

Jóquei
Faltou Neymar, faltou Tiago Silva, mas o que mais faltou foi jóquei.

Após cinco atuações capengas, sem o melhor da defesa, sem o craque do time, a hora era de fechar o time. Mas o técnico Luiz Felipe Scolari esqueceu a cartilha. Optou por um time faceiro, com dois volantes, montou muito mal, viu a Alemanha passear em campo.  Verdade que o futebol é um esporte coletivo, que todos ganham, todos perdem, mas quando se pensa errado, como foi o caso, o fracasso é inevitável.

Favorita
Pouco importa o adversário. Afinada do goleiro ao último atacante, com opções das mais interessantes no banco, a Alemanha entra na final da Copa, domingo, no Maracanã, contra Argentina ou Holanda, na condição de favorita.

Não vai ser tão fácil como foi contra os brasileiros. Mas só uma grande surpresa pode tirar o caneco dos qualificados alemães.

Equilíbrio
Alguns jogos são diferentes. É o caso deste Argentina e Holanda, nesta quarta-feira, no Itaquerão, em São Paulo. De um lado, Messi, simplesmente o melhor do mundo, dono de um repertório inesgotável, craque de verdade.

Do outro, Robben, que faz uma Copa irreparável, com um fôlego de gato e uma habilidade acima da média. São os dois diferenciados, aqueles que podem decidir num único lance, que carregam as maiores esperanças de torcedores argentinos e holandeses. Tudo pode acontecer.

Certo mesmo é que apenas um deles vai estar no Maracanã, domingo, para tentar agarrar o caneco. E que a casa vai estar cheia, pintada de azul, de laranja, sob os olhares atentos dos cardiologistas.

Alguém precisava dizer
Visto por muitos como o vilão da eliminação da Itália, o técnico Cesare Prandelli não escapou da curiosidade dos jornalistas.

Todos queriam saber o que aconteceu, a opinião do comandante sobre jogadores, pormenores que raramente são noticiados durante a competição.

E o que mais chamou a atenção foi a franqueza sobre Mário Balotelli, o atacante da Azurra.

- Mario não é um campeão, é um jogador que tem fotos. Quando nos despedimos, eu disse que, se ele quer se tornar o que pensa, deve viver na realidade e não em um mundo paralelo.

Tem tudo para dar certo
Nas próximas horas, o Grêmio deve anunciar mais uma contratação: o atacante Fernandinho.

Liso, inteligente, atuante do meio para a frente, chega para ser titular.
E para aumentar a velocidade de um time que quase não marca gols de contra-ataque.

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Tasso Marcelo / AFP

Tasso Marcelo / AFP

No Itaqueirão, não sei se a Aregentina vai mandar bem. Mas, nas areias de Copacabana, pode ter certeza de que as hermanas estão batendo um bolão.

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Felipão vai precisar da Nossa Senhora do Caravaggio

07 de julho de 2014 8

Ficou bem mais complicado. Com Neymar, nosso único diferenciado, a Seleção passou sufoco contra o Chile e Colômbia. Sem o camisa 10, mais a ausência do zagueirão Thiago Silva, vamos enfrentar a maior de todas as pedreiras: a Alemanha.

Poucos dias, que parecem uma eternidade para o técnico Luiz Felipe Scolari. Felipão precisa baixar a biblioteca, achar o jeito de montar um time que possa ser equilibrado, render mais e ultrapassar o penúltimo obstáculo para sonhar com a conquista do hexa.

Tarefa das mais complicadas para o comandante brasileiro. Com certeza, o gringo vai precisar, como nunca, da Nossa Senhora do Caravaggio.

Apertado
Já era esperado. Ainda sem brilho, a Argentina fez o que dela se esperava. Largou com o pé no acelerador, abriu o marcador e depois tratou de marcar forte com o seu exército de jogadores do meio para trás. Suportou a pressão da bola alta, despachou a badalada Bélgica e chegou onde não chegava faz muito tempo.

Agora o sapato vai apertar, contra a Holanda, que é mais qualificada do que todos os adversários dos argentinos. Se quiser bater o ponto no Maracanã, dia 13, Messi e sua turma terão de jogar mais, bem mais do que mostraram no sábado.

Decepção
Terminou nos pênaltis. No tempo normal, na prorrogação, a favorita Holanda foi bem superior. Criou as melhores chances, que não foram tantas assim, mas pecou pela incompetência ou parou no goleiro Navas, eleito com méritos o cara do jogo.

A decisão que servia para apontar o último semifinalista, contra a corajosa Costa Rica, terminou igual, sem gols. Antes dos pênaltis, o técnico holandês aprontou uma surpresa: sacou o goleiro titular Cillessen pelo reserva Krul. E o rapaz que passou quase o tempo todo na casamata pegou duas cobranças, ajudou a Laranja na conquista da vaga.

Agora é contra a Argentina, que também está devendo. Em outras palavras, um jogo imprevisível, aberto e que vai ficar nas mãos de quem errar menos.

Dorme no gelo…
Valeu o ingresso. Quem viu o bom jogo entre Holanda e Costa Rica certamente ficou feliz da vida com a atuação do goleiro Navas. Calmo, dono de uma estatura que não é a ideal para quem trabalha na posição, ele só não fez chover em Brasília. Pegou tudo, contou com a sorte, mostrou que é do ofício. Mais um nome certo para brigar por lugar na seleção da Copa.

Verdade
Pintou a hora da verdade. Criticado pela maioria da nação azul, o atacante Barcos agora não tem mais desculpas.

No recomeço do Brasileirão, quando ainda será escalado como titular, ele volta a ter a companhia de Luan, que não é pouco. E, em seguida, também ganha a companhia de Giuliano. Com dois jogadores que chegam fácil na frente, não deixam o homem mais adiantado desamparado, o gringo vai ter que começar a fazer gols. Se não aproveitar, dança…

Tomando água da salsicha…
Serviu para quase nada. No encerramento dos treinos em terras catarinenses, o Inter entrou em campo para encarar o Joinville.

Sem os brigões D’Alessandro e Willians, por decisão do técnico Abel Braga e, certamente, com o aval da direção. Sobrou esforço, correria, mas faltou futebol dos dois. Empate em 0 a 0, preocupante, para quem vai voltar ao Brasileirão na semana que vem, contra o Corinthians, em Itaquera.

Até prova em contrário, o tempo dedicado aos ajustes, tão necessários, não foi bem aproveitado.

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O melhor do planeta em Porto Alegre

25 de junho de 2014 3

Chegou o grande dia. Nesta quarta-feira, mais uma vez, o Beira-Rio abre suas portas. Vai receber um jogo que reúne a classificada Argentina e a quase garantida Nigéria.

Mas o que engrandece o espetáculo é a presença do diferenciado Messi, simplesmente o melhor do planeta, que decidiu os dois primeiros jogos a favor do time argentino e costuma atrair multidões. Não é nada difícil adivinhar que o estádio vai estar lotado.
E é obrigatório dizer que o time do técnico Sabella joga como favorito e com uma obrigação: mostrar mais do que mostrou até agora.

Família

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Ficou mais do que provado. Cercado de microfones, o volante Paulinho, que está muito longe do seu verdadeiro futebol, foi bombardeado de perguntas sobre o momento ruim e a possibilidade de perder o lugar no time titular para Fernandinho.

Calmo, coerente, o ex-corintiano reconheceu que pode produzir muito mais do que tem feito, elogiou o substituto e deixou muito claro que o ambiente entre a boleirada que presta serviços à Seleção é mesmo uma família.

Sonho

Dá para sonhar. Apesar das muitas dificuldades nos dois primeiros jogos, o Equador não está proibido de aumentar o grupo de sul-americanos que segue na Copa.

Tudo se decide hoje à tarde, em Manaus, contra a Suíça, que também está longe de ser a última bolacha do pacote. Se jogar um pouquinho mais do que fez até agora, pode dar bingo!

Ruído

Azedou a relação. Com a moral em alta após o empate contra a poderosa Alemanha, ainda com chances de passar de fase na Copa, os jogadores da seleção de Gana iniciaram a semana em ritmo de tartaruga. Esse ruído na concentração ganesa, que colocou em risco a realização de um treinamento, está acontecendo pelo desacerto financeiro.

Antes do Mundial, as partes combinaram que, a cada jogo, o grupo seria premiado com R$ 220 mil e, até agora, ninguém viu a cor da grana…

Tudo tem o seu preço

Após chegar ao empate, que valia classificação, o técnico Sabri Lamouchi, da Costa do Marfim, apelou para o banco de reservas. Sacou do time os homens mais adiantados, retrancou o seu time e acabou punido, nos últimos minutos, com o segundo gol da Grécia.
Perdeu o jogo, a chance de seguir na Copa e, quase com certeza, o emprego.

Proeza

Não foi nenhuma novidade. Apesar do fracasso do Suárez, que só ganhou notoriedade pela mordida que deu num jogador italiano, o Uruguai conseguiu outra proeza. Num jogo arrastado, em que a bola sofreu, marcou no finalzinho, conseguiu a segunda vitória consecutiva, passou de fase e mandou a turma da Azurra de volta para casa.

Agora é contra a Colômbia, velho rival sul-americano, parada complicada, mas nada é impossível para quem conhece a garra, a determinação uruguaia.

Padrão Fifa

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Os 100% de aproveitamento da Colômbia dentro de campo são correspondidos nas arquibancadas, nos quesitos empolgação e beleza.

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Somos os favoritos para levar a Copa

24 de junho de 2014 4

Somos os favoritos para levar a Copa. Nessa vitória sobre a eliminada Camarões, por 4 a 1, ontem, ficou definitivamente provado que o Brasil tem muito mais chance do que Alemanha, Holanda, Argentina e todos os outros que seguem adiante na competição.

A explicação é bem simples: até agora jogamos sempre com oito jogadores. Pela terceira vez consecutiva, o Brasil deu-se ao luxo de não contar com os privilegiados Daniel Alves, Paulinho e o atacante Fred, que assistiram à partida de dentro do campo.

Se a partir de agora o comandante brasileiro começar a agir com a razão, escalando um time com 11 jogadores, mais o apoio das arquibancadas, vamos brigar pelo caneco.

Inimigo
Que venha o Chile! Verdade que o time chileno é o melhor dos últimos tempos, que não passou de fase por acaso e que está animado com a possibilidade de seguir em frente na Copa. Mas é jogo para o time brasileiro embalar de vez. E o caminho parece escancarado: pelo alto.

Do meio para trás, o representante dos Andes deixa a desejar, tem jogadores de baixa estatura e deu mole em dois dos três confrontos que disputou.

Milagre
Não custa acreditar. Claro que não é fácil, mas pela valentia, pelo retrospecto, o Uruguai não está proibido de aprontar mais uma vez. Agora o desafio é contra a Itália, que começou bem, fracassou contra a Costa Rica e está longe, mas muito longe, de ser vista como imbatível.

Um jogo grande, com vantagem do empate para os italianos, uma chance para os uruguaios provarem que sabem fazer milagres como ninguém.

Telefonema
Deu muito certo. Quem vive os bastidores da Argélia, jura que o técnico Vahid Halilhodzic recebeu luz alta após a estreia na Copa, que teve derrota para a Bélgica e um futebol de arrepiar os cabelos.

Dizem as más línguas que o presidente da federação argelina, metido a conhecedor de futebol, pegou o telefone, falou com o chefe dos boleiros, mandou mudar a escalação, botar o time no ataque. Pelo sim, pelo não, o resultado foi maravilhoso, com goleada sobre a Coréia do Sul e a chance de classificação.

Ficou em boas mãos.

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Na hora de morder a rapadura, a Holanda foi mais eficiente do que o Chile. Mesmo sem jogar o que jogou nas duas atuações anteriores, a Laranja mereceu o resultado e garantiu, com o 2 a 0, o primeiro lugar do Grupo.

Mais uma vitória com a assinatura do atacante Robben, veloz, inteligente, dono de um pé esquerdo mágico e que se candidata, aconteça o que acontecer daqui para a frente, a brigar pelo título de craque da Copa.

Ficou menos vexatório
Com a cabeça na viagem de volta, tentando descobrir o furo da bala, a Espanha, mesmo desmotivada, fez valer a ampla superioridade na despedida da Copa, contra a Austrália. Goleou por 3 a 0, mandou no jogo, deu uma maquiada na imagem.

Agora, a Fúria vai para casa, mudar boa parte das figurinhas do álbum, talvez alterar o jeito de jogar, tudo para tentar voltar a ser o que não foi nesta andança pelo Brasil.

Padrão Fifa

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A classificação do México para as oitavas, fase em que enfrentará a forte Holanda, garantiu por pelo menos mais uma jogo a presença das belas mexicanas nos estádios brasileiros.

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Hulk deve voltar na segunda-feira

21 de junho de 2014 3

Festa
Tomara que aconteça.

Neste domingo, após dois jogos de muito boa qualidade, o Beira-Rio vira palco de Coréia do Sul e Argélia.

E nem o mais otimista dos otimistas é capaz de acreditar que teremos coisa parecida com o que vimos em França contra Honduras, ou Holanda contra Austrália.

Pela chance de classificação, dá para esperar um confronto aberto, com os dois procurando o gol, a vitória, única coisa que interessa, num Grupo em que a briga é para chegar na segunda vaga, juntamente com a Bélgica.

Em resumo, tudo pode acontecer.

Tudo indica, porém, que teremos mais festa nas arquibancadas do que espetáculo dentro de campo.

Volta
Pior não vai ficar.

Quem viu aquele empate sem sal contra o México vai, certamente, concordar que o Brasil sentiu falta de um jogador que está longe, mas muito longe, de ser unanimidade: Hulk.

Sem ele, a impressão que ficou é de que a Seleção perdeu o jeito de chegar no gol do adversário.

O grandalhão, pelas notícias, volta na segunda-feira.

Para alívio de Luiz Felipe Scolari, o seu maior fã.

Desperdício
A Colômbia agradece.

Depois de fazer 2 a 1 na Costa do Marfim, os colombianos se mandaram para o hotel, ficaram ligados na tevê, só observando um jogo que interessava muito: Japão e Grécia.

Os japoneses, com um a mais desde o final do primeiro tempo, tiveram muito mais posse de bola.

Criaram chances, levaram sustos, foram melhores, mas não aproveitaram.

Um 0 a 0 bem melhor e mais atraente do que todos os outros da Copa.

Muito comemorado pelos sul-americanos e que deixou japoneses e gregos pendurados no pincel.

Legado
Foi bonito de ver.

Sábado passado, na Arena Pernambuco, assim que o jogo contra Costa do Marfim acabou, torcedores japoneses deram uma lição de civilidade.

Recolheram copos e objetos que estavam debaixo das cadeiras do estádio, sob os olhares atentos e emocionados dos outros assistentes.

Parece que a moda chegou entre os brasileiros, como se viu no segundo jogo do time japonês, quinta-feira, em Natal.

Desta vez, alguns brasileiros também entraram no brinquedo.

Pegaram os sacos ofertados pelos visitantes e botaram a mão na massa.

Estourou a tampa do bueiro
A imprensa de Camarões, logo após a goleada sofrida para a Croácia, que marcou o fim de festa para o time africano, não perdeu tempo.

Estampou que, além das discussões sobre premiação, várias pessoas da delegação camaronesa embarcaram acompanhados de prostitutas para o Brasil.

Na volta, certamente, muita gente vai ter se explicar.

E vários casamentos correm perigo de acabar.

Ainda não vimos tudo
Nem o maior vidente do planeta era capaz de imaginar a façanha da Costa Rica.

Vista como o azarão de um Grupo que tinha Itália, Inglaterra e Uruguai, o time costa-riquenho calou o planeta, com duas vitórias _ sobre os uruguaios e italianos _ e carimbou a vaga antes dos mais cotados.

Pior de tudo, é que nada aconteceu por acaso…

Padrão Fifa

AFP

AFP

Com mais uma vitória, ontem, desta vez sobre a Suíça, a França praticamente garantiu o primeiro lugar no Grupo E. Para a alegria de sua bela torcedora.

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Todo o cuidado é importante para a Seleção

20 de junho de 2014 4

Todo o cuidado é importante. Além da obrigação de fazer um bom jogo, de derrotar Camarões, certamente o técnico Luiz Felipe Scolari vai dar uma luz na alta na turma que entra em campo com um cartão amarelo na mochila.

Nesse jogo, que só vale para o time brasileiro, certamente o chefe do vestiário terá uma conversa particular com Neymar, sempre o mais visado pelos adversários, que apanha quase sempre quando está com a bola, para não reagir, evitar a punição e ficar em condições de ser escalado no primeiro jogo da próxima fase.
É apenas um detalhe.

Mas decisivo para não deixar o time brasileiro menos qualificado para seguir adiante na Copa.

Garra
Uma vitória de garra. Quando parecia condenado a arrumar a mala, o Uruguai, reforçado com as ausências de Lugano e de Forlan, tirou forças do fundo da alma.

Ganhou com o coração, com o talento de Suarez, por 2 a 1, da Inglaterra. A vida dos uruguaios segue complicada, mas a esperança aumentou e o milagre já não é impossível como se imaginava após o fracasso diante da Costa Rica.

Velocidade
Foi merecido. Na base da velocidade, a Colômbia conseguiu a segunda vitória na Copa, desta vez contra a Costa do Marfim, que também correu muito, lutou do início ao fim, mostrou que não está na competição apenas para fazer número. Seis pontos, quatro gols de saldo, o time colombiano passa de fase e vai dar suador nos adversários.

Padrão Fifa

fifa
Os holandeses, em sua passagem por Porto Alegre, espalharam alegria. Foram memoráveis as festas que, ordeiramente, fizeram pelas ruas da Capital gaúcha. E as holandeses encheram os olhos masculinos. Vão deixar saudade.
Vingou a lógica.

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Reforçada pelo atacante Mandzukic, a grande estrela do time, a Croácia não deixou pedra sobre pedra na decisão contra Camarões. Enfiou 4 a 0, chegou aos três pontos, entrou com força na briga para passar de fase na Copa e mandou Etoo e sua turma para a sala de embarque do aeroporto.

Virou manchete mundial
Essa precoce eliminação da Copa, com duas derrotas, sete gols sofridos, apenas um marcado, estourou como uma bomba no mundo do futebol e vai, com toda a certeza, provocar mudanças radicais na seleção da Espanha.

Muitos dos jogadores do grupo atual tiveram seus ciclos encerrados, a comissão técnica também será alterada, e não é nada absurdo imaginar que, a partir de agora, a Fúria até apresente um novo jeito de jogar.

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