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Inter tem obrigação de acabar com jejum fora de casa

25 de julho de 2014 10

Melhor seria com Aránguiz. Apesar da ausência do chileno, que vai passar uns dias na enfermaria, o Inter enfrenta o Bahia, amanhã, com a Fonte Nova fechada. Tem obrigação de acabar com o jejum fora de casa. E, para atingir esse objetivo, terá a volta de Alex, com melhor de fôlego e acostumado com a mecânica do time. É capacitado para dar conta do recado. Com a volta do camisa 12, o Inter fica quase com a escalação ideal e todas as condições de fazer o que se exige de quem sonha com o título.

Cobrança

É a última chance. Contra o Coritiba, domingo, na Arena, o atacante Barcos, marcado na paleta pela maioria da torcida, está proibido de fracassar. Substituído nos dois últimos jogos, sem a mesma confiança que tinha junto ao técnico Enderson Moreira, o Pirata sabe que precisa colocar a bola na rede. Se isso não acontecer, vai sair de campo mais cedo, outra vez, e muito provavelmente do time para os próximos jogos do Brasileirão.

Despedida

Pintou a fumaça. Quem se acostumou a ver Ronaldinho Gaúcho com o sorriso, alegria estampada no rosto, certamente sentiu que as coisas não estão caminhando bem com o jogador. Dias atrás, amargou a reserva. Na quarta-feira, contra o Lanús, na decisão da Recopa, foi sacado do time antes do final. É uma clara demonstração de que deixou de ser protagonista no Atlético-MG.

Inteligente, ainda disposto a seguir dentro do campo, tudo indica que o R10, nos próximos dias, var limpar o seu armário e mudar o endereço de trabalho.

Castigo

Faltou pouco. Como manda a cartilha, o Novo Hamburgo correu, marcou, mas acabou vitimado por um pênalti nos acréscimos. Perdeu para o ABC, em Natal, e ficou em desvantagem na briga para seguir na Copa do Brasil. Após este castigo, só resta uma saída para a turma do técnico Itamar Schülle: botar na cabeça que o bicho não é tão feio, que é possível fazer do limão uma limonada.

Pancada

Nem a altitude vai ajudar. Fora de casa, o Bolívar não viu a cor da bola, levou um sonoro 5 a 0 do San Lorenzo e deu adeus ao sonho de alcançar a façanha de chegar na final da Libertadores. Semana que vem, na montanha, onde costumava liquidar com os rivais, o time boliviano vai só cumprir tabela. Disputa um amistoso, sem nenhuma chance de surpreender.

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Chip

02 de novembro de 2013 4

É hora de trocar o chip.

Até as paredes sabem que a única chance de título reside na Copa do Brasil, mas neste domingo, na Arena, o Grêmio encara o Bahia. A obrigação é voltar a pensar no Brasileirão, depositar três pontos na conta para tentar recuperar a segunda posição e, por via das dúvidas, alinhavar a vaga direta na Libertadores.

Mesmo que não seja uma tarefa fácil, a turma de Renato Portaluppi precisa concentrar as forças para recuperar a confiança abalada pelos dois últimos tropeços e atingir o ponto certo para decidir a sua vida no meio da semana, contra o Atlético-PR.

 

O dinheiro amassado…

Sexta-feira, final da noite, clima romântico, Valdevino estava sentado no sofá da sala e foi surpreendido pela presença da Noemi. A companheira, 23 aninhos, fogosa, cobiçada em todo o bairro, se aproximou, olhou nos olhos do homem e não perdeu tempo.

- Amor, você já viu R$ 50 amassado? – questionou.

- Não! – respondeu Valdevino.

Sem nenhuma cerimônia, com um sorriso sexy, a bela morena desabotoa os primeiros botões da blusa, coloca a mão dentro do sutiã e tira uma nota de R$ 50, toda amassada. Para manter o clima, Valdevino pegou a nota, sorriu, em sinal de aprovação.

Após um breve silêncio provocado por um beijo amoroso, Noemi levantou do sofá, olhou nos olhos ansiosos do Valdevino e mandou bala:

- Amor, você já viu uma nota de R$ 100 toda amassada?

- Não, nunca vi! – devolveu o companheiro, curioso.

Ela dá outro sorriso sexy, levanta a saia sedutoramente, enfia a mão na calcinha apertada e tira uma nota de R$ 100, toda amassada. Cada vez mais excitado, Valdevino pegou a nota na mão, começou a respirar mais rápido e sorriu, em sinal de aprovação.

Segundos depois, com o clima cada vez mais quente, Noemi enfiou os olhos nos de Valdevino e não perdeu tempo:

- Amor, você já viu R$ 100 mil todo amassado?

- Não, isso nunca vi em toda a minha vida! – emendou o curioso companheiro.

Noemi, com um sorriso cada vez mais sexy, não perdeu tempo.

- Então dá uma olhadinha lá na garagem!

 

Futuro

Segue o vestibular.

Domingo, em Curitiba, o Inter, que apenas cumpre tabela no Brasileirão, reencontra o Atlético-PR, seu algoz na Copa do Brasil, provavelmente sem alguns dos titulares. É um jogo que serve para definir o futuro de muita gente do grupo.

Além das avaliações, da direção, da torcida, o time de Clemer apresenta uma novidade há muito esperada, com a escalação de Scocco na sua verdadeira posição. Assim, poderemos firmar uma melhor opinião a respeito do gringo, que até agora jogou longe do seu habitat.

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Proeza

20 de setembro de 2013 14

Justo quando tinha a chance de grudar no G4, o Inter jogou bola de salário atrasado, bateu cabeça do meio para trás, errou muito do meio para a frente e perdeu para a ruindade do Bahia, de novo. Terminou a rodada mais longe do objetivo que resta.

Foi a quarta derrota na competição, a mais merecida de todas, que mostrou com clareza que o time é dependente de D’Alessandro, não tem a qualidade que muitos pensam e terá que fazer campanha de luxo, até o final, se quiser começar 2014 na Libertadores.

Preocupa

É hora de achar a causa.

Nos dois últimos jogos, contra Atlético-MG e Santos, dentro da Arena, o Grêmio produziu muito pouco, somou apenas um dos seis pontos, ficou mais longe do topo da tabela e tudo isso passa diretamente pelas atuações preocupantes do qualificado Zé Roberto.

O ex-capitão gremista, que muitas vezes fez a diferença com passes açucarados e gols, apareceu muito pouco neste seu retorno ao time, o que serve para explicar, em parte, as dificuldades do time do técnico Renato Portaluppi diante do Galo e do Peixe.

Foco

Só resta mudar o foco.

Atrapalhado, muito longe daquele time que era visto como favorito no início do Brasileirão, o Corinthians deu mole, de novo, perdeu para a ameaçada Ponte Preta, deu adeus ao sonho de alcançar os primeiros da tabela e ficou mais complicado do que já estava até para arrumar uma vaga entre os integrantes do G4.

Pela queda assustadora de produção e pela bola que não está assustando quase ninguém, é bem fácil adivinhar que o técnico Tite, visivelmente abalado pela pressão que nunca imaginou viver, vai baixar a biblioteca nestes próximos dias atrás de uma melhora e focar a única chance de salvar o ano: o título da Copa do Brasil.

Pênalti

Verdade que o Cruzeiro está jogando uma bola redonda, que é o favorito ao título, mas a goleada sobre o Botafogo só aconteceu por um importante detalhe: o pênalti desperdiçado pelo talentoso Seedorf.

Aquele erro, numa hora em que o visitante era melhor, mudou o rumo da partida e deixou a Raposa, com muitos méritos, ainda mais perto do cobiçado caneco do Brasileirão.

Livre

Com suor, quase com lágrimas, o São Paulo derrotou o Atlético-MG, se afastou um pouco mais da pior parte da tabela e deixou claro que vai passar longe da tragédia.

Se seguir assim, o time do técnico Muricy Ramalho vai se livrar da bronca em breve e poderá começar a se dedicar a busca da vaga para a Libertadores de 2014, através da Sul-Americana.

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Evolução

07 de junho de 2013 4

Foi melhor do que vinha sendo.

Apesar de ter perdido duas chances claras, daquelas que um atacante da sua qualidade não desperdiça, o argentino Barcos conseguiu, na vitória do Grêmio sobre o Vitória, jogar muito mais do que contra Náutico e Santos.

Ninguém desconhece que goleador vive de gols. Mas dessa vez o gringo ganhou a maioria dos lances, ajudou o resto do time e só deu azar ao encontrar pela frente o inspirado goleiro Wilson na hora de mandar a bola para as redes.

Proteção

Começa a ficar visível.

Neste início de Brasileirão, contra adversários que não são candidatos ao título, o Inter sofreu gols por cima, por baixo, bateu cabeça na defesa. Tudo está acontecendo por dois motivos: os inúmeros erros de passes e a proteção quase nula dos volantes.

Pelo que se tem visto, chegou a hora de Dunga botar o dedo na ferida, cobrando dos homens que jogam à frente dos zagueiros e, quem sabe, repensar a escalação de Aírton, lento, comum e de pouca contribuição até agora.

Exigência

As coisas estão mudadas.

Sem saber explicar a bola capenga do Santos, o interino Claudinei Oliveira encarou os microfones após a derrota para o Criciúma e aproveitou para mandar um recado aos dirigentes do Peixe: não adianta contratar jogadores comuns, os boleiros de grupo.

Conceituado na Vila Belmiro, certamente a declaração do jovem treinador será levada em consideração pelos homens que comandam o atual 18º colocado e uma das primeiras providências será encontrar alguém para comandar o elenco.

Leite

Quando parecia que a coisa não tinha jeito, o técnico Cristóvão Borges tirou leite de pedra, conseguiu duas vitórias seguidas no comando do Bahia e deixou o torcedor menos assustado com a degola.

Verdade que o caminho é longo, que o time baiano está longe de ser confiável, mas é preciso reconhecer que o comandante está fazendo um trabalho muito bom.

Demitidos

Após os jogos do meio da semana, Jorginho, do Flamengo, e Guto Ferreira, da Ponte Preta, perderam seus empregos.

Com essa pequena amostra, com muitos resultados imprevisíveis dentro de campo, fica fácil adivinhar que teremos um Brasileirão com muito mais mudanças de técnicos do que aconteceu em 2012.

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Elano merece a reserva no Grêmio?

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Repetição

04 de junho de 2013 8

Não foi a primeira vez. Quem viu o empate contra o Santos, na Vila Belmiro, vai concordar que o Grêmio perdeu a chance de colocar mais dois pontos na conta por falta de ambição, com a repetição de uma forma defensiva, que custou muito caro na Libertadores.

É fácil imaginar que Vanderlei Luxemburgo, adepto do futebol ofensivo, vai conversar com os jogadores, cobrar explicações, orientar para não repetir a atitude, na tentativa de acabar com um problema que assusta.

Decepção

Merece uma análise.

Verdade que o horário não era nada convidativo, que a temperatura estava baixa, mas a presença de apenas 5.758 pessoas, domingo, no Centenário, no jogo entre Inter e Bahia, deixa a impressão de que o torcedor da Capital ficou desacostumado a acompanhar o time na Serra.

Para quem vai cumprir todos os jogos que restam neste ano longe do Beira-Rio, sem correr o risco de atuar sem a força das arquibancadas, o assunto vale ser repensado pelos dirigentes e com urgência.

Faxina

Começou cedo a faxina.

Após três jogos, apenas um ponto ganho, a direção do Náutico, assustada com as fracas atuações do time, a última colocação na tabela, decidiu botar a mão na massa, com a dispensa de seis jogadores, do técnico Silas e a ameaça de que pode aumentar a lista de demitidos nos próximos dias.

Mesmo com a corda muito apertada no pescoço, a direção do Timbu parece não ter pressa para achar o novo comandante do vestiário, que vai ter a complicada tarefa de tirar leite de pedra, buscar pontos e mais pontos, salvar o clube pernambucano de um enorme perigo: o rebaixamento.

Preço

Minutos antes da bela apresentação oficial, ontem, em Barcelona, um dirigente do clube espanhol fez a tão esperada revelação sobre o preço da negociação envolvendo o craque Neymar: R$ 158 milhões.

Com mais da metade dessa grana, o Peixe tem a obrigação de contratar com qualidade, único jeito de melhorar a vida no Brasileirão e o astral da torcida.

Cansaço

Mesmo aliviado pela classificação na Libertadores, o Atlético-MG, com quase todos os titulares, deixou a desejar, empatou com o São Paulo e completou cinco jogos sem vitória.

Após a igualdade no Independência, os comandados de Cuca abriram o jogo e disseram que estão cansados, no limite e só por isso produzindo muito menos.

Perguntinha

Como Dunga vai se virar sem o ataque titular?

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Competência

03 de junho de 2013 28

Faltou competência. Com uma atuação horrorosa dos seus volantes no primeiro tempo, o Inter fez a sua pior atuação na temporada, perdeu para o Bahia, despencou na tabela e comprovou que necessita, com urgência, de reforços, se quiser sonhar com dias melhores.

Essa derrota, causada muito mais pela falta de competência, deixa o time de Dunga, mesmo sem o ataque titular nos próximos dois jogos, na obrigação de pontuar fora de casa, o que é possível, mas muito complicado em razão das carências que seguem sem solução.

Ambição

O cavalo passou encilhado.

Como há muito não acontecia, o Grêmio encarou um Santos atordoado pelas saídas de Neymar e de Muricy Ramalho, uma Vila Belmiro mais preocupada em cobrar a direção do que apoiar o time e deu chance para o azar, num jogo em que saiu na frente mas deixou escapar dois pontos.

Claro que o empate não é ruim, mas a verdade é que o time de Vanderlei Luxemburgo largou bem no jogo, mas ainda no primeiro tempo perdeu a ambição, recuou, começou a correr riscos e acabou sendo vitimado por um pênalti contestado.

Identidade

Apareceu o goleador.

Melhor adaptado, Marcelo Moreno, rejeitado no Grêmio, recebido com foguetes no Ninho do Urubu, fez o seu primeiro gol com a camisa do Flamengo, no muito comemorado empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, fora de casa, num jogo em que o Mengão saiu perdendo de 2 a 0 e deu pinta de que não conseguiria reagir.

Bem colocado, numa prova de que conhece bem a área, o boliviano fez o primeiro dos cariocas, vibrou muito, ganhou elogios do técnico Jorginho, da direção e começou a ser visto pela enorme nação rubro-negra como a provável solução no comando do ataque.

Redondinho

Mesmo sem repetir o bom futebol do Carioca, o Botafogo lidou bem com as dificuldades, derrotou o Cruzeiro, chegou aos sete pontos e confirmou que está com um time redondinho.

Só Deus sabe até onde vai aguentar o fôlego do Fogão, mas no momento não é nenhum exagero dizer que o time do técnico Osvaldo de Oliveira é um dos melhores da competição.

Bolinha

Contra uma Inglaterra mais preocupada em fazer turismo, o Brasil apenas empatou em 2 a 2, mostrou a mesma bolinha de sempre e deixou a torcida mais preocupada do que já estava.

Sem coelho para tirar da cartola, Felipão vai depender de milagres para fazer o seu time dar uma boa resposta na Copa das Confederações.

Perguntinha

Quando o Dida vai pegar um pênalti?

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Completo

13 de novembro de 2012 3

Virou o jogo do ano. Garantido na Libertadores, bem encaminhado para segurar a classificação para a fase de grupos, o Grêmio passou a focar ainda com mais interesse a decisão de quinta-feira, contra o Millonário, pela chance de encerrar o ano com um título internacional. Consciente de que a tarefa é bem complicada, Vanderlei Luxemburgo levou para a altitude colombiana 24 dos 25 jogadores inscritos na Sul-Americana, o que significa dizer que o Tricolor terá o time
completo e focado.

Atitude

É botar a mão na massa. Mesmo com três jogos pela frente, um deles o Gre- Nal, o presidente Giovanni Luigi precisa arregaçar as mangas, definir quem será o seu homem do futebol, o gerente executivo e encaminhar a formação da comissão técnica o mais rápido possível.

Sem isso, o Inter perde tempo de tomar medidas sobre quem fica, quem sai, quem vem, e corre o risco de iniciar 2013 atrasado, como o comprador que chega ao mercado e encontra mercadoria que interessa a mais ninguém.

Exemplo

Folga coisa nenhuma. Muito satisfeito com a atuação, com a goleada sobre a Portuguesa, o técnico do Botafogo,  Osvaldo de Oliveira, entrou no vestiário, rasgou elogios aos seus jogadores e decidiu liberar a turma do trabalho até  hoje à tarde, como forma de agradecimento ao esforço coletivo nesta reta final de competição.

Apesar de liberado, o holandês Seedorf, que passou alguns dias na enfermaria, convocou o fisioterapeuta do Fogão, ignorou o descanso, deu piques, treinou chutes a gol, num exemplo que todos deveriam seguir no futebol profissional.

Persistência

Ao contrário da quase totalidade da torcida, que já considera o Palmeiras rebaixado, o técnico Gilson Kleina, até por
exigência do cargo, jura que acredita no milagre. Claro que o momento é de passar confiança aos jogadores, mas a  melhor coisa que o comandante do Verdão pode fazer é pensar em reforços e projetar um 2013 na Libertadores e na
Segundona.

Empurrão

Dono de 40 pontos, o Bahia vai para dois jogos seguidos dentro de casa – Ponte Preta e Náutico –, com a obrigação de somar quatro pontos para se livrar do perigo de beijar a lona.

Nestas duas decisões, é fácil adivinhar que o time baiano terá o estádio lotado, detalhe que pode ser decisivo para quem precisa salvar o ano.

Perguntinha

Quem é o técnico que o Inter quer para 2013?

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Virada

29 de outubro de 2012 5

Valeu pela vitória.

Mesmo sem o bom futebol que exibiu em São Januário, com defesa que vazou muito, meio-campo burocrático e ataque pouco acionado, o Inter saiu atrás, escapou do pior graças a Muriel, empatou e virou mais uma vez. Subiu na tabela e deixou o Palmeiras na porta da funerária.

Claro que o resultado é o mais importante, mas a verdade é que o time oscilou muito e correu riscos de entregar a rapadura. Mostrou que ganha pela qualidade dos seus jogadores.

Dificuldade

Nem dá para reclamar.

Longe de casa, sem Zé Roberto, o Grêmio passou longe, de novo, das suas melhores atuações do ano. Viveu momentos complicados, saiu atrás, empatou com o Bahia e somou um ponto na corrida pela Libertadores. Seguiu na esperança de alcançar o vice-líder Atlético-MG.

Ainda com cinco jogos pela frente, três no Olímpico, o time não está proibido de atingir o objetivo. Mas só vai conseguir se recuperar o futebol e o fôlego, que não é mais o mesmo.

Ladeira

O copo transbordou.

De uma hora para outra, o Vasco, habitante do G4 na maior parte do tempo, apontado por muitos com candidato ao caneco, desceu a ladeira. Virou turista após os fracassos contra Inter e Corinthians e mostrou com todas as letras que o problema não era o técnico Cristóvão Borges, demitido por pressão de conselheiros e boa parte da torcida.

A vertiginosa queda tem muito a ver com o desmanche, com as saídas de Diego Souza, Rômulo e Allan, no meio do ano, e atrasos no pagamento de salários. Isso tira o foco da boleirada e influencia no em campo.

Oxigênio

Melhorou a situação.

Apesar de ter somado só um ponto, o Bahia aumentou a vantagem sobre Sport e Palmeiras. Ficou com mais oxigênio e deu grande passo para salvar o pescoço da guilhotina.

Pela tabela menos complicada em relação aos dois rivais, tudo indica que conseguirá atingir a pontuação para escapar do Z4, prêmio que é quase título.

Fracasso

Ainda não foi desta vez.

O Caxias correu e lutou, mas perdeu para o Duque de Caxias. De novo, saiu da briga na Terceirona, para tristeza da sua torcida.

Depois dessa decepção, chegou a hora daquela reunião decisiva, com análise fria, para buscar os motivos que podem fazer o clube grená entrar nos trilhos.

Perguntinha

Luxemburgo fica ou não fica no Grêmio?

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Oxigênio

15 de maio de 2012 6

Aumentou a encrenca.
Verdade que o Bahia está longe de ser assustador, mas não dá para deixar de reconhecer que o rival da próxima quinta-feira, no Pituaçu, ganhou uma boa dose de oxigênio com o título do regional, depois de 11 anos, e vai jogar uma final de Copa para tentar sair em vantagem no mata-mata.

Ninguém discute que o time do técnico Vanderlei Luxemburgo é o favorito na disputa que vai apontar que segue e quem fica pelo caminho na Copa do Brasil, mas só vai transformar a teoria em prática se jogar mais, muito mais, do que fez nos dois enfrentamentos que teve com o fraco Fortaleza.

Especialista

Falta mais do que parece.
Além de um reserva para a lateral-direita, um zagueiro que acabe com a farra da bola aérea dos rivais, de um centroavante para a provável saída de Leandro Damião, o Inter precisa achar, com urgência, um bom cobrador de faltas.

Nestes últimos jogos, em várias oportunidades que surgiram, o Colorado desperdiçou todas, pela falta de um especialista na função, aquele jogador que faz a diferença na hora da encrenca e que será uma arma poderosa no Brasileirão.

Novato

Tem cara nova no circo.
O sortudo da vez é o nosso conhecido Argel Fuchs, que fez um trabalho qualificado no comando do Joinville e foi o escolhido da diretoria do Figueirense para substituir o demitido Branco na complicada disputa da Série A do Brasileirão.

É a primeira chance para o ex-zagueiro na competição mais difícil do planeta bola, que vai exigir muito trabalho, resultados, tudo para fazer o Figueira repetir o desempenho que teve no ano passado.

Negativa

Não houve acerto.
O técnico Adilson Batista, para surpresa geral da nação, agradeceu o convite do Cruzeiro e preferiu dar prosseguimento ao trabalho no Atlético-GO.

Com a negativa do favorito, a Raposa segue sem comandante, atrás de um nome que coloque ordem no vestiário, faça o time jogar, e com boas chances de acertar os ponteiros com Celso Roth.

Seleção

É hora de escolher os melhores.
Eis a Seleção da coluna: Paulo Sérgio (Caxias); Raulen (Veranópolis), Werley (Grêmio), Índio (Inter) e Paulinho (Caxias); Fernando (Grêmio), Sandro Silva (Inter), Wrangler (Caxias) e Oscar (Inter); Kleber (Grêmio) e Leandro Damião (Inter).

Quem leva o título de craque é Oscar, o de melhor técnico vai para Paulo Porto e o de melhor árbitro fica com Márcio Chagas da Silva.

Perguntinha

Sandro Silva fica ou não fica no Beira-Rio?

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Outra vez

07 de novembro de 2011 40

Perdeu a chance, mais uma vez.

O Botafogo perdeu, o Corinthians perdeu, o Vasco perdeu e o Internacional também. Pela enésima vez neste Brasileirão, o Colorado perdeu a chance de se colocar em uma posição melhor na tabela de classificação. E justamente numa rodada em que dependia só dele para entrar no G5.

Mais uma vez, ficou para depois. O problema é que esse depois vai deixando a situação cada vez mais difícil. Agora, faltam cinco rodadas, apenas.

Fracasso

Estava no cardápio.

Com a bolinha mixuruca de quase todos os jogos longe do Olímpico, o Grêmio levou 2 a 0 do Atlético-MG, deu adeus ao sonho de vaga na Libertadores e vai para  os cinco jogos que restam na condição de turista.

Após o novo vexame em Sete Lagoas – faturou só um dos nove pontos disputados na casa dos mineiros –, o Tricolor só não antecipa as férias dos seus principais profissionais em razão do Gre-Nal, na última rodada, quando vai entrar em campo com um único objetivo: atrapalhar a vida do maior rival.

Virada

O resultado ainda não apareceu.

Mesmo jogando longe de casa, o São Paulo abriu 3 a 1 no placar, mas pegou no sono, deu chance ao azar, permitiu a reação do indignado Bahia, levou a virada,  deixou escapar a chance de avançar na tabela e mostrou que, até agora, a contratação do técnico Emerson Leão não surtiu o efeito desejado.

Verdade que o Tricolor Paulista ainda está vivo na briga por vaga no G5, que a tabela não é tão ácida como a de outros candidatos, mas a maior das verdades é que o time do Morumbi completou nove jogos sem comemorar uma vitória, o que deixa a quase certeza de que o problema, ao contrário do que parecia, não estava fora de campo.

Sensação

O sonho virou realidade.

Contra um Botafogo motivado, com chance de assumir a ponta, o Figueirense repetiu a sua estratégia dos jogos longe de casa, marcou um gol no início, sustentou o resultado e fechou a rodada de olho no G5.

Verdade que a tarefa é muito complicada, mas já dá para se dizer que o time catarinense foi a grande surpresa e que o técnico Jorginho tem muito futuro.

Inferno

Quem pede tem preferência.

Num jogo em que saiu na frente, o Cruzeiro perdeu o rumo no segundo tempo, levou 5 a 1 do Flamengo, dormiu na zona da morte e ficou perto da degola.

Sem Montillo, que sofreu lesão, a Raposa vai ter que achar o furo da bala, sob pena de conhecer um desgosto que nunca sentiu na sua vitoriosa trajetória.

Perguntinha

Quem vai conseguir parar Neymar?

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