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Felipão vai precisar da Nossa Senhora do Caravaggio

07 de julho de 2014 8

Ficou bem mais complicado. Com Neymar, nosso único diferenciado, a Seleção passou sufoco contra o Chile e Colômbia. Sem o camisa 10, mais a ausência do zagueirão Thiago Silva, vamos enfrentar a maior de todas as pedreiras: a Alemanha.

Poucos dias, que parecem uma eternidade para o técnico Luiz Felipe Scolari. Felipão precisa baixar a biblioteca, achar o jeito de montar um time que possa ser equilibrado, render mais e ultrapassar o penúltimo obstáculo para sonhar com a conquista do hexa.

Tarefa das mais complicadas para o comandante brasileiro. Com certeza, o gringo vai precisar, como nunca, da Nossa Senhora do Caravaggio.

Apertado
Já era esperado. Ainda sem brilho, a Argentina fez o que dela se esperava. Largou com o pé no acelerador, abriu o marcador e depois tratou de marcar forte com o seu exército de jogadores do meio para trás. Suportou a pressão da bola alta, despachou a badalada Bélgica e chegou onde não chegava faz muito tempo.

Agora o sapato vai apertar, contra a Holanda, que é mais qualificada do que todos os adversários dos argentinos. Se quiser bater o ponto no Maracanã, dia 13, Messi e sua turma terão de jogar mais, bem mais do que mostraram no sábado.

Decepção
Terminou nos pênaltis. No tempo normal, na prorrogação, a favorita Holanda foi bem superior. Criou as melhores chances, que não foram tantas assim, mas pecou pela incompetência ou parou no goleiro Navas, eleito com méritos o cara do jogo.

A decisão que servia para apontar o último semifinalista, contra a corajosa Costa Rica, terminou igual, sem gols. Antes dos pênaltis, o técnico holandês aprontou uma surpresa: sacou o goleiro titular Cillessen pelo reserva Krul. E o rapaz que passou quase o tempo todo na casamata pegou duas cobranças, ajudou a Laranja na conquista da vaga.

Agora é contra a Argentina, que também está devendo. Em outras palavras, um jogo imprevisível, aberto e que vai ficar nas mãos de quem errar menos.

Dorme no gelo…
Valeu o ingresso. Quem viu o bom jogo entre Holanda e Costa Rica certamente ficou feliz da vida com a atuação do goleiro Navas. Calmo, dono de uma estatura que não é a ideal para quem trabalha na posição, ele só não fez chover em Brasília. Pegou tudo, contou com a sorte, mostrou que é do ofício. Mais um nome certo para brigar por lugar na seleção da Copa.

Verdade
Pintou a hora da verdade. Criticado pela maioria da nação azul, o atacante Barcos agora não tem mais desculpas.

No recomeço do Brasileirão, quando ainda será escalado como titular, ele volta a ter a companhia de Luan, que não é pouco. E, em seguida, também ganha a companhia de Giuliano. Com dois jogadores que chegam fácil na frente, não deixam o homem mais adiantado desamparado, o gringo vai ter que começar a fazer gols. Se não aproveitar, dança…

Tomando água da salsicha…
Serviu para quase nada. No encerramento dos treinos em terras catarinenses, o Inter entrou em campo para encarar o Joinville.

Sem os brigões D’Alessandro e Willians, por decisão do técnico Abel Braga e, certamente, com o aval da direção. Sobrou esforço, correria, mas faltou futebol dos dois. Empate em 0 a 0, preocupante, para quem vai voltar ao Brasileirão na semana que vem, contra o Corinthians, em Itaquera.

Até prova em contrário, o tempo dedicado aos ajustes, tão necessários, não foi bem aproveitado.

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Com a lesão de Neymar, a chance do Brasil diminui 50% contra a Alemanha

05 de julho de 2014 16

Poderia ser menos sofrido.
Num jogo em que Neymar jogou muito pouco, a Seleção foi melhor do que vinha sendo, acima de tudo no primeiro tempo. E, se o craque do time andou longe do que sabe, a zagueirada fez as honras da casa.

Primeiro, com Tiago Silva, de joelho, após a cobrança de escanteio. Depois, com David Luiz, numa batida de falta.

Quando tudo parecia definido, veio o susto. A Colômbia diminuiu num pênalti, com Jámes Rodriguez, partiu com tudo, transformou os últimos minutos num pânico para o torcedor, para o técnico Luiz Felipe Scolari, que encheu o time de defensores. Mas passamos.

Agora, é contra a Alemanha. Pedreira pura, muito mais complicado do que foi contra chilenos e colombianos. Com a lesão de Neymar, a chance do Brasil diminui 50%. Fica pendurado no pincel, e vai para uma guerra com uma escova de dentes.

Gigante
Faltou pouco para ser perfeito.

Aparentemente aliviado, o zagueiro Tiago Silva fez uma atuação de luxo. Marcou um gol, ganhou a maioria das disputas com os homens mais adiantados da Colômbia, comandou com gritos, gestos e liderança os companheiros. Só não foi impecável pelo cartão amarelo que rendeu a suspensão contra a Alemanha.

Esforço
Ficou em boas mãos.

Sem dar espetáculo, como em quase todos os jogos anteriores, a Alemanha fez a sua parte.
Abriu o marcador no começo do jogo, recuou, administrou e quando foi ameaçada pela França, contou com outra atuação de luxo do goleiraço Neuer.

Uma vitória no limite, com esforço, suor, contra um adversário que lutou, não atirou a toalha em momento algum e que deixa a turma do bom técnico Joachim Löw ainda mais forte nesta reta final da Copa.

Corrido
Esse páreo está corrido.

Maior surpresa da Copa, adotada por muita gente, a Costa Rica, que desbancou Itália, Inglaterra e Uruguai na primeira fase, despachou a Grécia no mata, agora vai ter um desafio e tanto.

Desta vez, vai topar contra a Holanda, quatro vitórias – Espanha, Austrália, Chile e México -, bom futebol, vista como uma das mais cotadas, com jogadores que podem desequilibrar num único lance.

Verdade que não existe jogo jogado. Mas esse, seja nos acréscimos, nos pênaltis ou até na moeda, marca a despedida dos costa-riquenhos.

Favorita
Tem tudo para ser um jogão.

Apesar de ainda estarem em débito, Argentina e Bélgica prometem um baita espetáculo. É jogo para casa cheia no Mané Garrincha, em Brasília, que vai definir quem segue e quem fica pelo caminho na Copa.

Favoritismo dos argentinos, muito pelo Messi, o único diferenciado que estará em campo. Mesmo que esteja jogando menos do que normalmente acontece, o dono da camisa 10 do Alejandro Sabella é daqueles que pode desequilibrar. Aliás, como fez até agora.

Dormindo no Gelo
Nem poderia ser diferente.

Técnico, inteligente, o meia Giuliano, a contratação mais festejada do ano nas bandas do Humaitá, começou bem com a camisa do Grêmio.

Se mexeu por todos os lugares onde existia espaço, tratou bem da bola, acabou aprovado pelo técnico Enderson Moreira e pela imprensa que assistiu a vitória sobre o Maringá. Com mais entrosamento, melhor preparo, deve render ainda mais e melhor. Pelo jeito, é uma contratação que vai dar certo.

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Beleza atrai beleza. Se o poeta nunca disse isso, é porque não assistiu à Alemanha x França. Três belas alemãs não se importaram com a rivalidade do jogo e posaram junto com uma francesa.

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É hora da Seleção empolgar

23 de junho de 2014 5

Pintou mais uma chance. Hoje, em Brasília, a Seleção, ainda sem convencer, entra em campo outra vez. Agora, contra Camarões (sem chance de classificação, muito mais de olho no aeroporto do que na bola), quando precisa apenas empatar para passar de fase e de uma vitória para garantir a melhor posição do Grupo.

Claro que o resultado é a coisa mais importante para a turma comandada pelo técnico Luiz Felipe Scolari. Mas seria ótimo se o time brasileiro conseguisse fazer uma partida muito mais equilibrada, muito mais qualificada do que fez diante da Croácia e do México. Na prática, é a hora de vencer, empolgar e fazer o torcedor acreditar que a conquista do caneco é possível.

Agradou
Foi legal demais. Diante de muito bom público, a Argélia jogou como se fosse um faminto sentado na frente de um prato de comida. Mandou em campo no primeiro tempo, saiu para o intervalo com 3 a 0 de vantagem e ainda com o prejuízo de um pênalti não marcado a seu favor.

Na segunda etapa, só preocupada em não entregar a rapadura, viu a Coréia do Sul crescer, diminuir, mas marcou o quarto, levou o segundo, garantiu os três pontos e ficou com a faca e o queijo na mão para voltar ao Beira-Rio na próxima fase.

Burocrático
Segue devendo. Ainda não foi desta vez que a badalada Bélgica animou. Ganhou, é verdade, mas repetiu o futebol sonolento da estreia, diferentemente do que se falava pelos quatro cantos do mundo.

Com a vitória sobre a Rússia, os belgas garantiram a passagem de fase, como melhor do Grupo. Mas precisam melhorar e muito, se não quiserem pegar o caminho de volta bem antes da final.

Sufoco
Seguem as surpresas. Desta vez quem botou a língua para fora foi a poderosa Alemanha. Comeu o pão que o diabo amassou contra Gana, que marcou muito, saiu em rápidos contra-ataques, espalhou pânico, derrubou um punhado de cautelas da loteria.

Terminou empatado, em 2 a 2, com os goleiros trabalhando muito. Um resultado que os alemães comemoraram e os ganeses comeram a grama de raiva.

Dormindo no gelo

AFP

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Bastou um único lance. Quase na hora do apito final, com 0 a 0 no marcador, o atacante Messi fez valer sua genialidade. Avançou pelo meio, meteu o pé esquerdo mais valioso do planeta, acertou o canto, deu a vitória para a Argentina contra o valente Irã, que foi prejudicada pela arbitragem, e provou que é capaz de decidir mesmo quando não joga a sua verdadeira bola.

Foi a segunda vitória do time de Sabella com a assinatura do camisa 10, um jogador diferenciado, candidato forte ao troféu de craque da Copa.

Água de salsicha
Mais um se despediu. Após a boa estreia contra a Argentina, a Bósnia deixou muito a desejar, perdeu para a Nigéria e ficou alijada da briga para passar de fase na Copa. Na saída de campo, triste, o atacante Edin Dzeko, do Manchester City, não escondia sua inconformidade com a eliminação.

E achou o culpado sem nenhuma dificuldade: o árbitro Peter O’Leary, da Nova Zelândia, que não marcou falta no início do lance do gol dos nigerianos.

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AFP

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A Coreia do Sul não venceu e ficou em situação complicada para a classificação. Mas nem isso tirou a alegria de sua bela torcedora, ontem, no Beira-Rio.

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Todo o cuidado é importante para a Seleção

20 de junho de 2014 4

Todo o cuidado é importante. Além da obrigação de fazer um bom jogo, de derrotar Camarões, certamente o técnico Luiz Felipe Scolari vai dar uma luz na alta na turma que entra em campo com um cartão amarelo na mochila.

Nesse jogo, que só vale para o time brasileiro, certamente o chefe do vestiário terá uma conversa particular com Neymar, sempre o mais visado pelos adversários, que apanha quase sempre quando está com a bola, para não reagir, evitar a punição e ficar em condições de ser escalado no primeiro jogo da próxima fase.
É apenas um detalhe.

Mas decisivo para não deixar o time brasileiro menos qualificado para seguir adiante na Copa.

Garra
Uma vitória de garra. Quando parecia condenado a arrumar a mala, o Uruguai, reforçado com as ausências de Lugano e de Forlan, tirou forças do fundo da alma.

Ganhou com o coração, com o talento de Suarez, por 2 a 1, da Inglaterra. A vida dos uruguaios segue complicada, mas a esperança aumentou e o milagre já não é impossível como se imaginava após o fracasso diante da Costa Rica.

Velocidade
Foi merecido. Na base da velocidade, a Colômbia conseguiu a segunda vitória na Copa, desta vez contra a Costa do Marfim, que também correu muito, lutou do início ao fim, mostrou que não está na competição apenas para fazer número. Seis pontos, quatro gols de saldo, o time colombiano passa de fase e vai dar suador nos adversários.

Padrão Fifa

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Os holandeses, em sua passagem por Porto Alegre, espalharam alegria. Foram memoráveis as festas que, ordeiramente, fizeram pelas ruas da Capital gaúcha. E as holandeses encheram os olhos masculinos. Vão deixar saudade.
Vingou a lógica.

guerra
Reforçada pelo atacante Mandzukic, a grande estrela do time, a Croácia não deixou pedra sobre pedra na decisão contra Camarões. Enfiou 4 a 0, chegou aos três pontos, entrou com força na briga para passar de fase na Copa e mandou Etoo e sua turma para a sala de embarque do aeroporto.

Virou manchete mundial
Essa precoce eliminação da Copa, com duas derrotas, sete gols sofridos, apenas um marcado, estourou como uma bomba no mundo do futebol e vai, com toda a certeza, provocar mudanças radicais na seleção da Espanha.

Muitos dos jogadores do grupo atual tiveram seus ciclos encerrados, a comissão técnica também será alterada, e não é nada absurdo imaginar que, a partir de agora, a Fúria até apresente um novo jeito de jogar.

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Faltou quase tudo para a Seleção

18 de junho de 2014 8

Faltou quase tudo. Sem a pressão da estreia, na hora em que tinha a chance de confirmar a vaga, a Seleção jogou pouco, menos do que na vitória contra a Croácia, empatou sem gols contra o México e causou uma enorme decepção.

Só quatro jogadores se salvaram – Júlio César, Thiago Silva, David Luiz e Neymar.
Muito pouco num esporte coletivo.  Assim mesmo, o Brasil vai passar. Só não se sabe onde é o fim da linha…

Súmula

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Aconteceu de novo
Escalado com o propósito de colaborar com a movimentação, com participação nos lances ofensivos e, acima de tudo, com gols, o atacante Fred, outra vez, fracassou.

Desta vez, o dono da camisa 9 chamou a atenção pelos impedimentos, pelo excessivo erro de passes, pela pouca movimentação e por não ter tido nenhuma finalização enquanto esteve em campo. Na prática, Fred só assinou a súmula. E merece a reserva.

Equívoco
Passa pelo técnico também. Nesse empate sem sal contra o México, a Seleção perdeu o primeiro tempo inteiro com o erro de escalação do técnico Luiz Felipe Scolari. Ao optar por Ramirez, que é bom jogador, mas não tem cacoete de armador, o Brasil ficou com um meio campo capenga, sem poder de fogo e correu riscos até de entregar o ouro ao bandido.

Melhor
Mereceu o prêmio. Nas vezes em que foi exigido, o goleiro mexicano Ochoa apareceu muito bem, como se exige de quem veste a camisa diferente do restante dos companheiros. Fez uma defesa de puro reflexo na cabeçada de Thiago Silva, a chance mais clara do time brasileiro. Ali, foi eleito, com justiça, o nome do jogo.

Susto
Deu para fazer sauna. Apontada por muitos como capaz de assustar os favoritos, a Bélgica saiu atrás, virou em cima da Argélia, afastou a zebra, com um futebol que passou longe do anunciado, que era cantado em prosa e verso.

Claro que o resultado é o que vale, que o primeiro objetivo ficou bem próximo, mas para conseguir sucesso nesta Copa, colocar em risco os mais cotados, o time belga vai ter que jogar muito mais do que se viu no Mineirão.

Diferença
É oceânica a diferença. Bem mais respeitada do que na estreia, quando atropelou a Espanha, a Holanda pode carimbar a passagem de fase, hoje à tarde, no Beira-Rio, quando enfrenta a esforçada, porém muito frágil Austrália.

Mesmo que não exista jogo jogado, o time holandês, muito mais qualificado, entra em campo com as honras de favoritão, quase pule de dez, e em condições normais vai confirmar, até com chance de aumentar ainda mais o saldo de gols.

Pior
Foi o pior de todos os jogos. Aquele empate sem gols entre Irã e Nigéria, em Curitiba, na segunda-feira, é o típico jogo que o torcedor merece, na saída do estádio, receber o dinheiro de volta.

Dois times ruins, nada ambiciosos, que merecem retornar para casa muito antes de todos os que entraram em campo até agora.

Padrão Fifa

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Se Brasil e México empataram em campo, na Arena Castelão, em Fortaleza, torcedoras das duas seleções também ficaram na igualdade no quesito beleza, na Fan Fest de Porto Alegre.

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É dia de carimbar a vaga

17 de junho de 2014 10

É dia de carimbar a vaga. Livre das emoções de estreia, a Seleção faz hoje, em Fortaleza, a segunda apresentação na Copa, agora contra o México, também vitorioso na primeira atuação, quando tem as honras de favorito e todas as chances de alcançar seu primeiro objetivo: a classificação para a segunda fase da competição.

Claro que nada é mais importante do que a vitória, que serve para aumentar a confiança, a moral, mas a grande meta do time do técnico Luiz Felipe Scolari é conseguir melhorar o padrão técnico, se aproximar do desempenho mostrado na Copa das Confederações, perfeitamente possível de acontecer contra um rival que marca menos do que a Croácia, pelo ambiente muito favorável e, acima de tudo, pelo fim da ansiedade que se viu no Itaquerão.

Qualidade
Prevaleceu a qualidade. Mesmo sem alguns titulares, a Alemanha provou, na estreia, que tem muita bala na agulha. Goleou Portugal, por 3 a 0, com direito a tirar o pé do acelerador no segundo tempo, quando o adversário estava com um a menos.

Livre da aparente maior adversária, a equipe alemã, pelo que se viu, vai fechar a primeira fase com nove pontos, muito provavelmente com um belo saldo de gols e, quem sabe, com Müller bem perto de assegurar a condição de goleador da Copa.

Limitado
E um exército de um homem só. Verdade que a infantil expulsão do zagueiro Pepe fragilizou ainda mais a seleção de Portugal.  Mas também é verdade que o time luso depende muito mais de Cristiano Ronaldo do que o Brasil de Neymar.

O atual melhor jogador do mundo, sem ritmo, por culpa da lesão sofrida recentemente, e com a companhia de um bando de jogadores não mais do que esforçados, quase não foi notado na Arena Fonte Nova. E deixou a certeza de que não será o craque da Copa.

O gringo é diferenciado
Vigiado como se fosse um presidiário, o talentoso Messi correu, procurou escapar da marcação, mas passou longe do seu melhor futebol, apesar de ter sido o responsável pela cobrança de falta que colocou a Argentina na frente do marcador contra a Bósnia, logo no início do jogo.

No segundo tempo, quando parecia que tudo continuaria igual, o camisa 10 argentino veio até a intermediária, recebeu a bola, avançou, deu o passe, recebeu de volta e colocou em prática o seu repertório. A bola parou na rede, o craque vibrou como nunca e provou que é vinho de outra pipa.

Cada um puxa a brasa para o seu assado
Após a derrota para a França, o técnico Luís Fernando Suárez apareceu na coletiva de imprensa, reclamou do pênalti, do gol que só foi validado pela tecnologia, de tudo e de todos.

É um direito do colombiano botar a boca no trombone. Mas a verdade é que Honduras levou a goleada pela ruindade, fato que não foi e não pode ser admitido pelo chefe dos boleiros.

Curiosidade
Finalmente vai acontecer. Logo mais, na hora da sobremesa, a falada Bélgica, vista por muitos como capaz de morder os calcanhares dos favoritos, vai entrar em campo. Enfrenta a Argélia, no Mineirão, com as honras de grande favorita. E terá a chance de mostrar se tem mesmo essa bala na agulha que os inimigos tanto falam.

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O jornal norte-americano Boston Globe noticiou que a top gaúcha Gisele Bündchen entregará a Taça Fifa ao vencedor da Copa do Mundo no Brasil, na final do dia 13 de julho. Tudo por conta da baixa popularidade da presidente Dilma Rousseff.

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Hulk joga ou fica no banco?

16 de junho de 2014 7

Pintou uma dúvida. Substituído no final do jogo de estreia, contra a Croácia, o polivalente Hulk segue descontado e virou dúvida para enfrentar o México, amanhã, em Fortaleza, quando a Seleção pode carimbar a vaga por antecipação.

Nada de grave, apesar de ter suportado pouco tempo em campo, ontem, no coletivo.
Mas não é hora de correr riscos e, se as dores continuarem, nesta segunda-feira, a Seleção vai mudar para encarar a segunda e importante batalha da Copa.

Viradas
Já chama a atenção. Nos primeiros oito jogos da Copa, aconteceram quatro vitórias de virada.  Primeiro foi o próprio Brasil, depois a Holanda, prosseguiu com Costa Rica e acabou com a Costa do Marfim.

De todas elas, talvez a menos esperada, mas incontestável, foi a reação costa-riquenha.
O azarão do Grupo jogou como nunca, derrubou a maioria das apostas da loteca e provou que os bobos estão cada vez mais escassos no futebol mundial.

Deu gosto de ver
Aos 35 anos, o italiano Pirlo, capitão, respeitado pelos colegas, pelos adversários, continua fazendo da bola o seu brinquedo favorito.

Foi, disparado, na grande vitória sobre a Inglaterra, sábado, em Manaus, o nome do jogo.
O meio-campista da Azurra faz rindo o que a maioria só consegue fazer chorando.
E já surge, aconteça o que acontecer, como candidato a craque da competição.

Pior é que não dá nem para reclamar
Na estreia da Copa, contra o adversários menos cotado do Grupo, o Uruguai saiu na frente e ficou sem bateria. Levou o empate, sofreu o segundo, ainda sentiu o dissabor do terceiro e viu a Costa Rica comemorar uma façanha.

Quem viu os últimos amistosos da Celeste sabia que a chance era quase nenhuma, mas nem o mais pessimista dos uruguaios poderia imaginar tamanha decepção.
Tudo indica que, infelizmente, a viagem de volta vai acontecer ao final da primeira fase.

Caminho
Não era balela.  A vitoriosa estreia contra a Grécia, com um 3 a 0 merecido, provou que a Colômbia conseguiu formar uma boa seleção, depois de longos anos, como afirmavam os jornalistas e torcedores sempre que questionados a respeito.

Falta muito, é verdade. Mas a largada deixou a quase certeza que o time colombiano vai passar de fase, provocar dor de cabeça nos seus rivais e tem jeito para chegar mais longe do que a maioria imaginava.

Inventor
Ninguém entendeu nada.  Ídolo, referência técnica, o atacante Drogba começou o jogo contra o Japão sentado na casamata. Enquanto esteve por lá, a Costa do Marfim perdia para o Japão. No segundo tempo, o camisa 10 entrou, tudo mudou, o time africano reverteu e o francês Sabri Lamouchi, pelo menos até agora, virou candidato a inventor nesta Copa.

Padrão Fifa

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A Colômbia, com o bom futebol apresentado na vitória tranquila sobre a Grécia, sábado, no Mineirão, deixou a bela torcedora empolgada.

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Camisa 10 vai cumprir um papel diferente

11 de junho de 2014 1

guerra Até as paredes sabem que a Croácia vai defender mais do que atacar, amanhã, no Itaquerão, contra o Brasil, e que o diferenciado Neymar será muito mais vigiado do que preso fora do presídio. Com todas as dicas que já que recebeu de Dante, Luís Gustavo e outros que ganham a vida do outro lado do oceano, é certo que o técnico Luiz Felipe Scolari, esperto como ele só, já arrumou um jeito de fazer a seleção chegar no ataque com sucesso.

Tudo indica que, desta vez, o camisa 10 vai cumprir um papel diferente. A missão de surpreender os croatas, ao que tudo indica, será estregue para os laterais Daniel Alves, Marcelo (foto) e, ainda, o volante Paulinho, todos qualificados e que podem fazer a diferença.

Linguarudo

Só serve para animar os adversários. Em vez de cuidar dos assuntos que passam longe da bola, o presidente da CBF, José Maria Marin, aceitou dar entrevistas e, no meio de uma delas, avisou que o Brasil só pode perder a Copa se ocorrer uma fatalidade. Ninguém deixa de entender que o dirigente precisa mostrar otimismo, passar a esperança para todos os que fazem parte da Seleção, mas correr barbada num páreo duro é, no mínimo, um equívoco. Essa é a hora que alguém precisa colocar um esparadrapo na boca do homem…

Padrão Fifa  guerra1 A Copa faz milagres. Depois de Neymar, agora foi a vez do italiano Mário Balotelli anunciar que, após a competição, vai se apresentar no cartório para assinar a papelada e consumar o casamento com Fanny Neguesha. O pedido para juntar os trapos, aceito na hora, aconteceu na segunda-feira, dia do aniversário da amada, em Mangaratiba, no Rio.

Surpresa, mas feliz da vida, a futura esposa da maior esperança italiana, não pensou duas vezes e deu a notícia ao mundo, através da rede social. – Hoje eu disse o mais importante da minha vida! Esse foi o melhor presente do meu aniversário! Eu te amo, primeiro e único marido! – postou Fanny.

Virou uma loucura

 Em duas horas e meia, o torcedor mineiro se adonou dos 4 mil ingressos disponíveis para o treino da Argentina, nesta quarta-feira, no Independência, que serve para o técnico Sabella começar a definir o time que vai estrear, domingo, contra a Bósnia, no Maracanã. Na quase interminável fila, o assunto, como não poderia deixar de ser, era Messi. Todos querem ver de perto o gringo, simplesmente o melhor do mundo.

Sobrou calor humano

Apesar do horário complicado, do frio, a seleção do Equador teve uma recepção que nunca imaginou, em Viamão, onde se prepara para as três batalhas da primeira fase da Copa. Cerca de 4 mil moradores de Viamão lotaram a praça em frente a Igreja da Matriz, no centro da cidade, com muitos aplausos, gritos de incentivos, surpreendendo os ilustres visitantes. Em retribuição, o capitão do time, Walter Ayoví, segurou, tremulou uma bandeira do Rio Grande do Sul e causou delírio entre os torcedores.

Turismo

Por enquanto, muito turismo. Claro que pode dar certo, mas até agora, pelas notícias, a seleção da Holanda está em ritmo de férias. Nestes primeiros dias, os holandeses jogaram futevôlei na praia, brincaram de frescobol, visitaram o Cristo Redentor, treinaram quase nada e num desses trabalhos o tempo esquentou. O resultado de tudo isso será conhecido na sexta-feira, contra a campeã Espanha, quando a derrota pode custar a eliminação precoce da Copa.

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Perguntinha: Quem vai ser o craque da Copa?

05 de junho de 2014 3

Foi correta a leitura. Satisfeito com a goleada sobre o Panamá, o técnico Luiz Felipe Scolari, sincero como sempre, admitiu que ainda precisa apertar alguns parafusos para que a Seleção possa repetir, ou andar muito perto, da bola qualificada que jogou na conquista da Copa das Confederações.

Nestes poucos dias que faltam, o comandante, que já descobriu os problemas, vai dar a arrumada que a casa ainda necessita, encurtar a distância dos zagueiros com os atacantes, aumentar a velocidade e buscar uma alternativa para não ficar só na dependência de Neymar.

Detalhe

Pode dar samba. Apesar de ninguém confirmar, o namoro do Vasco com o Grêmio, visando o empréstimo do atacante Kleber, está acontecendo, com o conhecimento de todos os envolvidos e na dependência de apenas um detalhe: a garantia do pagamento da metade do salário pelo clube carioca.

Atualmente na reserva do Tricolor, com pouca chance de assumir vaga entre os titulares, o Gladiador, caso o negócio seja mesmo concretizado, vai cair como uma luva no time do técnico Adilson Batista, que perdeu muitos pontos importantes até agora na Segundona justamente pela falta de alguém que possa fazer a diferença no setor ofensivo.

Ruindade

Deu para entender. Atrapalhada, pressionada, a seleção do México, adversária do Brasil na primeira fase da Copa, deixou muito a desejar no amistoso contra a Bósnia, terça-feira, em Chicago, quando perdeu de 1 a 0, jogou coisa nenhuma e mostrou os motivos da classificação para o Mundial através da repescagem.

Verdade que era só um amistoso, que tudo muda quando a bola começa a rolar valendo pontos, mas pelo que deu para ver, contra um adversário também ruim, que distribui pancadas em quase todos os lances, o time mexicano vem ao Brasil para fazer turismo.

Titular

Vai sobrar gente. Com a chegada de Wellington Silva, que tem o aval do técnico Abel Braga, o Inter passa a contar com quatro jogadores para a lateral-direita e, no mínimo, um deles, vai perder espaço no grupo.

Quem vai pagar a conta ninguém sabe, mas certo mesmo é que o novo reforço, apesar da condição de reserva do Fluminense, tem tudo para desbancar os rivais no reinício da temporada.

Balela

É tudo balela. Questionado pela imprensa, o técnico Niko Kovac, da Croácia, primeiro adversário na Copa, jura que não viu e não se preocupou com o amistoso entre Brasil e Panamá.

Até a semana que vem, quando vai topar contra o time brasileiro, o comandante croata, com a maior das certezas, vai ver, rever, sonhar com o time brasileiro, tudo para tentar começar bem o Mundial.

Perguntinha

Quem vai ser o craque da Copa?

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Saídas

11 de junho de 2013 12

Não é conversa fiada. Além da sempre possível saída de Leandro Damião, o Inter corre o risco de ficar sem Moledo, Fabrício e Fred, sendo que o zagueiro e o meia, mesmo que não confirmem, até já acertaram salários com os clubes interessados.

Agora, mais do que nunca, chegou a hora da direção colocar o bloco na rua, contratar bem mais do que imaginava, entregar um grupo mais qualificado ao técnico Dunga, se quiser retomar a competição com chance de fazer um papel destacado e sonhar com prêmio no final do ano.

Vestiário

Está cada vez mais claro.

Quem viu a merecida derrota do Grêmio para o Atlético-MG, domingo, em Sete Lagoas, e ouviu com atenção a manifestação do equilibrado Zé Roberto, afirmando que o time entrou sem espírito de vitória, ficou com a certeza de que o vestiário gremista está conturbado.

É claro que todos os envolvidos vão jurar de pés juntos que nada de anormal está acontecendo, mas a verdade é que o problema está quase escancarado e que necessita da intervenção da direção para apaziguar e fazer o time render mais.

Cansaço

Vida de ídolo é assim mesmo.

Após a apagada atuação contra a França, domingo, o habilidoso Neymar precisou responder a muitas perguntas dos jornalistas, reconheceu que pode jogar muito mais, mas tratou de remeter a responsabilidade para o grupo, lembrando que no futebol ninguém ganha ou perde sozinho.

Claro que o novo camisa 10 é a grande esperança do time de Luiz Felipe Scolari para a Copa das Confederações, para a Copa de 2014, mas para apresentar o seu verdadeiro futebol duas providências terão que ser tomadas: aprender a jogar em mais de um lugar do campo e tratar de descansar nos próximos dias.

Decepção

Apontado como um dos favoritos, o Corinthians ficou bem abaixo do esperado neste início de Brasileirão, com uma vitória, três empates, uma derrota.

Desacostumado com fracassos, certamente o técnico Tite vai tirar o couro dos boleiros no retorno aos trabalhos, alterar algumas peças que não estão rendendo e tentar fazer o Timão entrar nos trilhos com urgência.

Reação

Fora de casa, o Lajeadense defendeu bem, não atacou, empatou com o líder Metropolitano e mostrou que está no páreo para passar de fase na complicada Série D.

Com o moral novamente em alta, o time do técnico Flávio Campos volta a jogar só em julho, e terá tempo para se preparar para a primeira vitória e, com sorte, assumir a ponta.

Perguntinha

O Coritiba é candidato ao título no Brasileirão?

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