É jogo para ganhar. Logo mais, na Arena, o Grêmio, ainda devendo um futebol capaz de fazer o torcedor sonhar com o título, enfrenta o Vitória, com as honras de favorito, obrigação de depositar mais três pontos na conta e, se possível, com uma atuação convincente.
Verdade que não existe jogo jogado, que o adversário largou muito bem, mas dentro da sua casa, com o empurrão do seu povo, atitude que não teve na Vila Belmiro, o time de Vanderlei Luxemburgo tem todas as condições de cumprir a tarefa e entrar de vez na briga pela ponta da tabela.
Inteligência
Não tem mistério.
Baleado na asa pela inesperada derrota para o Bahia, o Inter, sem seus atacantes titulares, encara a nada assustadora Portuguesa, logo mais, no Canindé, com a proibição de fracassar, para tentar continuar nas pegadas dos primeiros da tabela.
Longe da sua casa, na dependência do maestro D'Alessandro, o time do técnico Dunga terá que fazer valer a inteligência, a paciência, com marcação forte, ocupação de espaços e acerto nas conclusões, tudo o que não aconteceu contra o Bahia e aumentou a preocupação do seu povo.
Esperança
Melhor não poderia ser.
Longe de casa, da maioria do seu povo, o Juventude, com a mesma base que utilizou no Gauchão, fez estreia de luxo na acirrada Série D, com vitória sobre o Penapolense, liderança do grupo e um enorme passo para conseguir o primeiro objetivo: a passagem de fase.
Cheio do moral, o time do técnico Lisca só volta a campo no próximo dia 12, agora no Alfredo Jaconi, contra o catarinense Marcílio Dias, quando tem a chance de fazer valer o momento, somar outros três pontos e, praticamente, encaminhar a vaga para começar a sonhar com a Terceirona.
Candidato
Quem viu o Vasco em ação no Brasileirão - uma vitória e duas derrotas -, certamente, ficou assustado com a falta de qualidade e começa a temer pela queda para a Segundona.
Até as paredes sabem que o Vascão está mal de finanças, mas, se o presidente Roberto Dinamite não der um jeito de qualificar o time, vai mandar muita gente para o Instituto de Cardiologia.
Capenga
Claro que Felipão tem o direito de dizer que ficou satisfeito. Mas, com aquela bola que jogou contra a Inglaterra, a Seleção vai sofrer na Copa das Confederações.
Atualmente, temos um time capenga, que depende muito das individualidades, o que não é nada bom para quem se acostumou a ser melhor do que todos os outros quando fazia valer o coletivo.
Perguntinha
Rafael Moura vai desencantar?


