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Posts com a tag "Vitória"

Gre-Nal foi jogo de um time só

10 de novembro de 2014 53

Mais uma vez escalado com três volantes e três atacantes, o Grêmio nem parecia o Grêmio de outras oportunidades: mandou em campo do início ao fim, deu um banho de bola e goleou o Inter por 4 a 1. Criou chances até para fazer mais e entrou com força na turma que aspira lugar na Libertadores de 2015.

Uma vitória justa, merecida, de um time que entrou em campo muito mais determinado, mais focado, que sabia claramente o que queria. Tratou de proibir o seu maior rival de jogar e, quando teve a bola, soube resolver a questão sem nenhuma dificuldade.

Diferencial

Ninguém jogou tanto.

Verdade que todos os que entraram em campo com a camisa azul, preto e branco produziram muito, mas o melhor de todos, aquele que desmoronou o sistema defensivo do Inter, foi o veloz Dudu, que ocupou os dois lados do campo com competência e participação decisiva quando o Grêmio mais precisava.

Ao contrário de outros jogos, quando sempre pecava na hora mais importante, desta vez o dono da camisa 7 foi inteligente no lance do primeiro gol. Passou por cima dos seus marcadores e justificou com todas as letras a escalação. Saiu de campo ovacionado pela nação azul.

Pernas

Só não vê quem não quer.

Apesar de ter ganho recentemente na Vila Belmiro, o Inter, mais uma vez, deixou muito claro que está sem pernas, que não consegue manter o ritmo o tempo inteiro. Um detalhe importante e que pode causar um grande prejuízo nesta reta final de Brasileirão.

Em casa, fora, contra grandes, contra pequenos, o Colorado adota a troca de passes e jamais consegue dar pressão no adversário. Uma estratégia que às vezes é desmentida pela qualidade individual de alguns jogadores, mas que muitas vezes acaba em prejuízo no campo e na tabela.

Dorme no gelo

Faltou pouco para ser ótima. A arbitragem do paulista Luiz Flávio de Oliveira foi tranquila, sem interferência na goleada gremista, mas poderia ter sido ainda melhor se não economizasse, no final, o uso do cartão vermelho. Quando tudo estava decidido, alguns boleiros com a cabeça fervendo e outros mais alegres do que aprovado no vestibular tentaram tumultuar e mereciam um chuveiro antes do apito final.

Na panela

Parece que não tem volta.

Sem o direito de dar mole, o Botafogo correu, lutou, mas se atrapalhou. Ficou com um a menos no segundo tempo, perdeu para o Atlético-PR, seguiu no Z4 e deu mais um passo para, de novo, participar da Segundona. Ainda dá tempo de reagir, mas a impressão que ficou é de que a turma do técnico Vagner Mancini perdeu o rumo, a confiança e vai mesmo pagar um preço salgado pelos tantos erros que teve em 2014.

Perguntinha: O Inter pensa em renovar com Abel Braga?

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Guerrinha: Só a vitória interessa

01 de novembro de 2014 11

Neste sábado, na Arena, o Grêmio recebe o Vitória, que tem uma mão na maçaneta da porta do Z4. É jogo no qual necessitará de paciência e do empurrão da torcida. Tudo para não deixar escapar os imprescindíveis três pontos.

O adversário jogará bem mais preocupado em defender do que atacar. Mas esta é a hora do time de Felipão esquecer o passado, adiar o futuro e se atirar de corpo e alma na tarefa de fazer a sua parte. Tem de seguir, no mínimo, nas pegadas do G4.

Superação
Chegou a hora da verdade.

Neste domingo, na temível Vila Belmiro, o Inter, vivendo a realidade de se garantir no G4, enfrenta o Santos, só preocupado com a Copa do Brasil. Os paulistas pouparão jogadores. É tarde para acabar com o tabu de nunca ter ganho na casa do rival.

É tarefa das mais complicadas. Daquelas exigentes mesmo, que não permitem erros. Será preciso exibição de luxo, equilibrada em todas as linhas. Único jeito de fechar a rodada comemorando.

Carimbo
É dia de carimbar a vaga.

Neste sábado, no Estádio do Café, em Londrina, o Brasil-Pe decide vaga na final da Série D com os donos da casa. Tem uma vantagem considerável, já que venceu no Bento Freitas por 3 a 1.

Feliz da vida com a ascensão para a Série C e motivada como nunca, a turma do técnico Rogério Zimmermann, mesmo longe de casa, tem bala na agulha. Aliás, como já mostrou ao longo da competição. São boas as chances de promover outra festança na Princesa do Sul.

O aniversário…
Desacostumado a chegar em casa antes do Jornal da Globo, o Balbino quebrou a rotina.

Saiu do escritório e foi direto para o lar.

Jantou, sentou-se na sala e botou os olhos na tevê. Sentiu que o clima não estava bom e decidiu descobrir a causa com a Lena, sua mulher.

- Posso saber por que você está emburrada desde que cheguei? – questionou.

Irritada, a mulher não perdeu tempo.

- Hoje completamos 25 anos de casados e estamos aqui, parados em frente desta tevê!

- Meu Deus, estava tão atarefado que me esqueci! Perdoe-me, querida! Vista o seu melhor vestido, que vamos sair. Você terá uma noite inesquecível! – anunciou.

Minutos depois, o casal chegou ao melhor restaurante da cidade. O gerente, solícito, ordenou a um garçom.

- Prepare a mesa do senhor Balbino!
Na mesma hora, a Lena reagiu.

- Parece que eles te conhecem bem por aqui, querido!

- Ah, é! Vim aqui algumas vezes para almoçar com clientes!

Após o jantar, o Balbino propôs a ida a uma boate. Na entrada, ele e a Lena foram recebidos pelo proprietário.

- Boa noite, senhor Balbino!

A Lena, desconfiada, não se conteve.

- Você vem sempre aqui? – perguntou.

- Claro que não! O dono é um cliente da firma!

Minutos depois, uma mulher terminou um strip-tease no palco e gritou.

- E a calcinha vai para quem, galera?

Todos os presentes começaram a gritar:

- Balbino! Balbino! Balbino!!!

Furiosa, a Lena saiu da boate. O Balbino saiu atrás, e eles entraram juntos num táxi.

Enquanto o maridão tentava acalmar a situação, o motorista mandou bala.

- Balbino, quer que coloque essa vadia para fora do carro?

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Vitória justa

13 de outubro de 2014 59

Foi bem merecido.

Em jogo complicado, com a obrigação de virar a página e reagir, o Inter entrou mordido, pilhado. Jogou no limite, criou as melhores chances no primeiro tempo e não aproveitou. Só abriu o marcador na segunda etapa, mas recuou, levou o empate e, no apagar das luzes, derrotou o Fluminense. Reassumiu a vice-liderança e recuperou a paz.
Foi uma vitória importante e justa, contra um adversário direto. Significa, acima de tudo, um grande passo para carimbar a vaga na Libertadores. De novo, espia de canto de olho aproximação ao topo. A vitória serviu também como combustível para encarar a próxima decisão. Será domingo, de novo no Beira-Rio, contra o Corinthians.

Virada

Deu tudo errado.

Fora de casa, no Pacaembu, o Grêmio saiu na frente na etapa final, mas ficou com um a menos e levou a virada do Palmeiras. Culpou a arbitragem e fechou a rodada com as mãos vazias. Mas ainda muito vivo na briga por vaga na Libertadores.
Agora, o time de Felipão vai para outro jogo com cara de encrenca. Sábado, encara, no Serra Dourada, o Goiás. Se terá os desfalques dos suspensos Barcos e Dudu, contará com as voltas de Grohe, Mateus Biteco e Luan, de volta da Seleção. Precisará jogar no limite, de novo, para seguir na batalha pelo G4.

Animador

Valeu muito a pena.

Quem trocou a cama pela curiosidade, sábado, para assistir a Brasil x Argentina, não se arrependeu: viu um jogo corrido, que começou com cara de argentino e acabou festa brasileira e atuação coletiva de ótima qualidade da Seleção.

Ainda atrás de time e maneira de jogar, Dunga priorizou a marcação, a ocupação de espaços, a velocidade na saída de trás para a frente. São ingredientes que funcionaram e deixaram a impressão de que recomeça mais com acertos do que com erros.

TÁ NA PANELA

Seguem as surpresas.

Líder, com uma mão e quatro dedos no caneco, o Cruzeiro foi ao Maracanã e jogou bola de chorar. Levou 3 a 0 do Flamengo e voltou para casa com o alerta ligado.

Mesmo sem o rendimento do turno, os mineiros seguem com gordura e ainda tranquilos. Estão cada vez mais perto do sol, mas isso depende de detalhe importante: recuperar o bom futebol com urgência.
Heroico

Só quem viu pode acreditar.

Atolado no Z4 e sem grana para pagar salários, o Botafogo foi heroico em Manaus. Venceu o Corinthians e festejou como se fosse final de Copa. Uma vitória que com vários personagens. Nenhum deles maior do que o goleiro Helton Leite, um terceiro goleiro que pegou até pensamento e merece busto caso o Fogão se salve da degola.

 

Perguntinha: O Alisson merece continuar como titular?

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Inter deu alguns sustos, mas fez o que tinha que fazer

29 de setembro de 2014 30
Ricardo Duarte

Ricardo Duarte

Ficou bom demais.

Dentro do Beira-Rio, sem o direito de falhar, o Inter, apesar de alguns sustos no torcedor, fez o que tinha de fazer: derrotou o lanterna Coritiba por 4 a 2. Com gols de D’Alessandro, Alex e dois de Sasha, o Colorado somou três pontos, encurtou a diferença em relação ao líder Cruzeiro e aumentou a gordura sobre os que estão mais atrasados.

Vice-líder com folga, o time do técnico Abel Braga vai ao Mineirão, sábado, com o moral nas nuvens, seis pontos atrás da Raposa. O primeiro grande desafio do Inter, um jogo que é visto como decisão por muita gente e que pode, no mínimo, encaminhar com mais clareza a vaga na Libertadores da América de 2015.

Maçaneta

Com a eficiência de sempre, com muito mais posse de bola e várias chances de gol criadas, o Grêmio não tomou o mínimo conhecimento do cada vez mais ameaçado Botafogo. Venceu por 2 a 0 com gols de Barcos, aumentou a invencibilidade no Maracanã e seguiu grudado, com a mão na maçaneta da porta do G4.

Vitória incontestável, que até poderia ter sido mais tranquila diante da superioridade apresentada. Desempenho importante para aumentar a confiança do time do técnico Luiz Felipe Scolari. O Grêmio, agora, tem uma semana livre para fazer os ajustes necessários para encarar o São Paulo, inimigo direto, num jogo em que a Arena merece lotação completa.

Gasolina

Acabou a gasolina

Mesmo com os quatro jogadores decisivos em campo _ Kaká, Ganso, Pato e Alan Kardec _, o São Paulo mais uma vez deixou a desejar na derrota para o Fluminense, dentro do Morumbi. A equipe paulista somou um ponto dos últimos 12 possíveis e deu adeus ao sonho de faturar o título do Brasileirão.

Pelo andar da carruagem, com atraso nos salários e broncas e mais broncas na parte diretiva, só resta ao time do técnico Muricy Ramalho brigar por um lugar no concorrido G4. E se atirar de corpo e alma atrás do título da Sul-Americana, a única possibilidade de volta olímpica neste final de ano.

Tá na panela

Ficou menos difícil

Longe de casa, do seu fanático povo, o Brasil-Pel encarou o Operário-MT de igual para igual, empatou sem gols e agora vai decidir a sua vida no sábado, dentro do Bento Freitas, atrás de uma vitória simples.

Claro que não existe jogo jogado, mas o 0 a 0 como visitante deixa o time do técnico Rogério Zimmermann com o moral nas nuvens, na condição de favorito para passar de fase.

Tomando água da salsicha

Escorreu pelo ralo.

Na hora da onça beber água, sem o direito de beijar a lona, o Juventude decepcionou. O time do técnico Picoli levou 2 a 0 do Madureira, no Rio, estacionou nos 22 pontos e sepultou o sonho de mudar de endereço no futebol brasileiro.
Um novo fracasso na vida do clube da Serra, que entra ano, sai ano, segue sem encontrar o furo da bala. Aumenta a frustração do seu povo, que há muito tempo não consegue ver um time competitivo, capaz de atingir os objetivos.

Perguntinha: Marcelo Grohe não merece uma chance na Seleção?

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Nos acréscimos

11 de setembro de 2014 29

Aconteceu de novo.

Num jogo em que errou muitos passes e teve enormes dificuldades para concluir, o Grêmio, assim como aconteceu no Maracanã, não desistiu em momento algum. O time de Felipão marcou nos acréscimos, derrotou o Atlético-PR e dormiu entre os quatro melhores da competição. Mais uma vitória importante, conquistada na base da persistência, indispensável para quem está defendendo bem e atacando nem tão bem, mas que segue no elevador, muito mais animado do que já estava. O Tricolor está sentindo o sabor de que pode, quando quase ninguém acreditava, conquistar um prêmio neste Brasileirão.

Um time amontoado

Dá pena de ver.

Sem ânimo, sem esquema tático, o Inter repetiu a maioria das atuações anteriores, acumulou mais uma derrota e ficou mais longe do vice-líder São Paulo. O time de Abel Braga viu o Grêmio se igualar em número de pontos e deu outra demonstração de que vai terminar o Brasileirão de mãos vazias.
A partir de agora, o Colorado está obrigado a fazer resultados e secar os adversários. Muito pouco para quem até bem pouco tempo cogitava alcançar o líder Cruzeiro.

Jogada ensaiada

Estava no cardápio.

Ainda sem nenhuma perspectiva de proporcionar espetáculo, pela falta de maior qualidade e tempo de trabalho, a Seleção despachou o disposto Equador em Nova Jersey. Venceu por 1 a 0, perdeu algumas chances de ampliar e deu mais um passo para resgatar a confiança.
Em amistoso no qual os zagueiros Miranda e Marquinhos estiveram muito bem e Ramires esteve em todos os lugares, apareceu um pouquinho do trabalho de Dunga. A vitória veio em jogada ensaiada, que culminou no gol de Willian. Isso era algo que não vimos na Copa.

Tá na panela

Acredite quem quiser.

Como em 2013, quando Chapecoense e Figueirense subiram, o futebol catarinense se ensaia para colocar mais dois times na elite em 2015. O Joinville lidera, e o Avaí, é vice, na Série B. Dão conta do recado e parecem muito bem encaminhados após 21 rodadas bem complicadas.

Dorme no gelo e acorda suando

Deu tudo certo.

Em São Januário, o Vasco fez 2 a 0 no Luverdense, chegou aos 38 pontos e abriu quatro de vantagem sobre o quinto, a Ponte Preta. Reflexo da volta de Joel Santana, de forte ligação com o clube e da torcida. Joel estava longe do circo e ganhou a chance de aumentar o currículo com mais uma conquista.

Perguntinha: Onde anda o bom futebol de Oscar?

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Placar injusto

01 de setembro de 2014 5
Alexandre Lops, Divulgação Inter

Alexandre Lops, Divulgação Inter

Só o placar foi injusto.

Com uma escalação diferente, o Inter correu, lutou e aproveitou a ruindade do Palmeiras. Criou as melhores chances, venceu por 1 a 0 e recuperou parte da gordura que escorreu nas derrotas para São Paulo e Atlético-MG. O time de Abel entrou no páreo, de novo, na briga por vaga na Libertadores.

Um triunfo importante, merecido, com atuação surpreendente de Jorge Henrique, autor do gol, movediço. A vitória, que poderia ter sido mais tranquila, estanca a fase negativa e deixa o Colorado bem mais animado para cumprir a tabela na Sul-Americana e tentar virar o turno atrás apenas do líder Cruzeiro.

 

Avanço tricolor

Ainda dá para sonhar.

Sem o direito de deixar escapar os três pontos, o Grêmio jogou no limite, com muito luta, pouco futebol, mas derrotou o Bahia. O time avançou na tabela e voltou a brigar pela única coisa que sobrou neste Brasileirão: uma vaga no G4.

O Grêmio tem o direito de aspirar o prêmio possível, mas isso só vai acontecer se jogar mais do que tem jogado. No sábado, a equipe reencontrará o ex-chefe Vanderlei Luxemburgo.
Fracasso

Ficou bem complicado.

Num jogo em que tinha a chance de pegar o elevador, contra um adversário direto, dentro de casa, o Caxias jogou coisa nenhuma e levou 3 a 0 do mineiro Tupi. O time fechou a rodada fora do G4 e corre o risco de ser ultrapassado, logo mais, pelo rival Juventude, coisa que ninguém imaginava nas bandas do Centenário.

Após este inesperado fracasso, não é de duvidar que a direção do clube grená faça alguma mudança de urgência, na tentativa de criar um fato novo. O time parecia muito bem encaminhado, mas de uma hora para outra começou a desandar e já corre perigo de ver o ano escorrer pelo ralo.
Bangornada

Ninguém é de ninguém. Dentro de São Januário, com a chance de assumir a ponta da tabela, o Vasco não viu a cor da bola. Levou 5 a 0 do Avaí, uma bangornada que abalou as arquibancadas e custou a demissão do técnico Adílson Batista. Claro que o Vascão segue muito vivo, que tem tudo para voltar ao convívio dos melhores em 2015, mas ficou bem claro que, nos dias atuais, tudo pode acontecer dentro do gramado pela ruindade geral do nosso futebol.
Pertinho

Agora falta pouco. Consciente de que era decisão, o Brasil-Pel defendeu bem, atacou bem e derrotou o lanterna Guarani de Palhoça. Fora de casa, chegou aos 12 pontos e deu um passo quase definitivo para passar de fase na Série D. Se vai mudar de endereço em 2015, só Deus sabe, mas dá para dizer, sem medo de errar, que o Xavante faz uma campanha animadora e que não está para brincadeira na competição.
Perguntinha: Quantos titulares o Inter vai levar a Salvador?

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Resultado merecido

18 de agosto de 2014 17

Valeu o resultado.

Dentro da Arena, sem o direito de dar chance ao azar, o Grêmio, com mudanças nos três setores da equipe, muita vontade, muita marcação, mas pouca inspiração, cumpriu com o seu objetivo num jogo em que não tinha escolha: derrotou o Criciúma, por 2 a 0, avançou na tabela e voltou a sonhar com prêmio no Brasileirão.

Com esses três pontos importantes, obrigatórios, o time do técnico Luiz Felipe Scolari acalma o ambiente, aumenta a motivação para encarar o líder Cruzeiro, no meio da semana, no Mineirão, uma parada complicada e que só vai render dividendos se o Tricolor manter a pegada e, principalmente, melhorar a qualidade.
Elevador

Ficou bom demais.

Apesar da lentidão, de jogar com dez – Rafael Moura não bateu o ponto -, o Inter foi ao Serra Dourada, lugar onde mais apanhou do que bateu, mandou em campo na maior parte do tempo, derrotou o Goiás, com um gol contra, acumulou a quinta vitória consecutiva e chegou aos 31 pontos na tabela.

Um resultado merecido, com uma atuação soberba dos zagueiros, especialmente Ernando, que entrou muito bem, ganhou todos os lances, justificou a escalação, virou titular e deixou o time do técnico Abel Braga sonhando ainda mais com a chance de acabar com o longo jejum de títulos brasileiros.
Liderança

Deu a lógica.

Empurrado pelo seu fanático povo, consciente de que estava proibido de fracassar, o Brasil-Pe dominou o Guarani, de Palhoça, confirmou a condição de favorito, venceu por 2 a 0, chegou aos nove pontos, fechou o turno na ponta da tabela e mais próximo do primeiro grande objetivo: avançar na Série D.

Falta muito, é verdade, mas se continuar fazendo o que fez até agora, confirmando como mandante, buscando os pontos como visitante, a turma do Bento Freitas vai se garantir entre os melhores, passar de fase e enlouquecer o torcedor Xavante com a possibilidade de mudar de turma no Brasileirão.
Derrapagem

Não estava nos planos.

Quando tinha a chance de dar mais um passo para tentar a liderança, deixar melhor encaminhada a classificação, o Caxias escorregou na casca de banana: levou 3 a 0 do Guaratinguetá, dentro do Centenário.

Verdade que a situação ainda é boa, favorável, mas esse tropeço na frente do seu torcedor, com uma atuação bem abaixo do que já fez, liga o alerta e deixa o time do técnico Beto Campos na necessidade de pontuar com visitante.
Perguntinha: Quando o Felipe vai ter seu time titular?

 

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Grêmio encara um abacaxi neste sábado

02 de agosto de 2014 4
Bruno Alencastro / Agência RBS

Bruno Alencastro / Agência RBS

 

Só a derrota é proibitiva.

Sem Luiz Felipe Scolari na casamata e com três mudanças no time, o Grêmio enfrenta o Vitória, neste sábado, às 21h, no Barradão. Trata-se de um verdadeiro abacaxi para quem tem mostrado tão pouco, está atrasado na tabela e não pode acumular outro resultado negativo. Isso se quiser voltar a sonhar com prêmio no Brasileirão.

Longe de casa, contra um rival que oscila no campeonato e luta para se afastar da turma do rebaixamento, o time do interino André Jardine terá de ser inteligente, paciencioso e pontual. Tudo o que não conseguiu ser até agora na competição. O que explica com clareza a campanha capenga.

Encruzilhada
Chegou a hora da verdade.

Neste domingo, no Beira-Rio, o Inter volta a campo depois duas atuações de chorar. Numa delas, teve vitória que caiu do céu. Na outra, uma derrota merecida. Agora, é a vez de encarar o Santos. Esse é um rival cheio de meninos e animado. Será um jogo no qual qualquer resultado que não seja a vitória deixará o ambiente bem complicado na Padre Cacique.

Ainda sem Aránguiz, mas ao lado do seu torcedor, o time de Abel Braga está com a corda no pescoço. Não tem o direito de deixar escapar os três pontos para tentar subir na tabela. Tudo para seguir de olho no líder Cruzeiro e recuperar o moral para começar a pensar no Gre-Nal.

A opção…

Uma senhora bem idosa, viúva e sem filhos resolveu aproveitar a vida.

Fez uma pesquisa de preços, arrumou as malas e se mandou para um cruzeiro.

No meio da viagem, em alto mar, subiu ao convés para observar a beleza do oceano e ali ficou por algum tempo.

Enquanto se deliciava com a paisagem, a idosa segurava seu chapéu firmemente, com as duas mãos, para não ser levado pelo vento.

Foi surpreendida pela presença de outro viajante, um senhor também idoso, que se aproximou, ficou só com os olhos na idosa.

Após alguns minutos, tomou coragem e lascou.

– Me perdoe, senhora! Não pretendo incomodar! Mas a senhora já notou que o vento está levantando bem alto o seu vestido? – perguntou.

Na maior calma do mundo, a senhora devolveu na hora.

– Já, notei, sim! Mas é que preciso das duas mãos para segurar o chapéu!

Com muita calma, muito cuidado, o homem continuou.

– Mas a senhora deveria saber que suas partes íntimas estão sendo expostas!

A idosa, com um sorriso irônico nos lábios, não perdeu a tranquilidade.

– Cavalheiro, qualquer coisa que o senhor esteja vendo aqui em baixo tem 85 anos! O chapéu, eu comprei ontem!!!

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Seleção passou de fase, mas com muito sofrimento

30 de junho de 2014 8

Já era esperado.

Ainda com um futebol capenga, em que os zagueiros trabalham como armadores, com chutões e mais chutões na busca de um companheiro mais adiantado, a Seleção comeu o pão que o diabo amassou. Saiu na frente, sofreu o empate, não conseguiu sair da encrenca nem no tempo normal e nem na prorrogação.

Aliás, escapou da tragédia no último instante dos acréscimos, salvo pelo travessão. E tudo foi ser decidido nos pênaltis. Nos tiros diretos, erramos dois. Mas o goleiro brasileiro Julio Cesar fez a sua parte. Defendeu dois, viu outro bater na santa trave.

E o Brasil passou de fase na Copa.

Preocupação

Sobrou uma notícia boa e outra ruim.

A boa é que a Seleção passou de fase, seguiu viva na Copa, atrás do Hexa. A ruim e muito preocupante, é que o time do técnico Luiz Felipe Scolari não consegue animar. Ganhou aos trancos e barrancos, cumpriu com o objetivo, mas continuou deixando o torcedor brasileiro com os cabelos arrepiados. Agora é contra a Colômbia.

Outra pedreira, mas segue a esperança de que vamos achar o furo da bala, deixar de passar sufoco, como vem acontecendo desde a estreia no Mundial.

O vilão virou herói.

Ninguém saiu mais feliz, mas realizado da decisão contra o Chile do que o goleiro Júlio César.

Além da decisiva participação nos pênaltis, o homem de confiança do técnico Luiz Felipe Scolari fez uma defesa nada fácil, num chute de Aránguiz, além de ter contado com a sorte de assistir a bola beijar o travessão na hora em que era proibido levar gol.

Desta vez, com todos os méritos, como diria o Lauro Quadros, seu Júlio César!

Despedida

É o fim de festa no Beira-Rio.

Nesta segunda-feira, a Alemanha, vista por muitos como a mais qualificada, a favorita para voltar com o caneco na bagagem, decide a sua vida contra a Argélia, que pela primeira vez na vida conseguiu chegar na segunda fase da Copa.

Jogo desigual, todo nas mão dos alemães, que vão apresentar muito mais do que fizeram contra os Estados Unidos. Neste último espetáculo na Padre Cacique, que mais uma vez vai ter casa cheia, tudo leva a crer que teremos mais uma tarde de gols e, talvez, o recorde de Klose na história das Copas.

Sobrando

Vingou a lógica.

Com mais bola, um jogador que faz a diferença, a Colômbia confirmou contra o atordoado Uruguai. Venceu por 2 a 0, sobrando, com dois gols de James Rodriguez. Um deles, o primeiro, uma obra de arte. Recebeu um passe, matou no peito, de costa para o gol e, na caída da bola, enfiou seu mágico pé esquerdo e passou a concorrer, com Van Perse e Cahill, o título de mais bonito da Copa.

Animados com o que nunca havia acontecido – chegar na quartas de um Mundial -, os colombianos agora vão encarar o Brasil, o dono da casa. E com chance de seguirem vivos.

Virada

Começou mal, acabou bem.

Num jogo em que esteve muito abaixo do que já mostrou, que sentiu o calor, a Holanda saiu atrás no placar, viveu o drama da eliminação até o final, quando empatou, virou o placar e confirmou o favoritismo.

Uma vitória importante, com duas bolas paradas, muito comemorada pelos holandeses, lastimada pelos mexicanos e certamente decepcionante para os argentinos, que estavam torcendo pelo tropeço da Laranja.

Aris Messinis, AFP

Aris Messinis, AFP

PADRÃO FIFA

A deusa grega Atena não veio, mas mandou sua representante à Arena Pernambuco, na tarde de ontem.

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Jogou bonito: Argentina convence na vitória sobre a Nigéria

26 de junho de 2014 4

Finalmente aconteceu.

Na vitória sobre a Nigéria, a Argentina deu o ar da graça. Ao contrário das duas primeiras atuações vitoriosas, desta vez o time argentino convenceu. Fez um primeiro tempo de luxo, saiu vencendo por 2 a 1 e, pela superioridade, merecia placar maior.

Mais uma vez, o Beira-Rio, que teve o maior público nos jogos da Copa, assistiu a um belo espetáculo, dentro e fora de campo, com cinco gols. E uma torcida maluca, entusiasmada, certamente muito mais confiante no título pelo que viu do time do técnico Alejandro Sabella.

 Turma
O gringo está fora de turma.

Dono da braçadeira, respeitado pelos companheiros, muito mais pelos adversário, o talentoso Messi roubou a cena na vitória da Argentina sobre a Nigéria. Marcou o primeiro gol em jogada de quem conhece os caminhos da área, o segundo numa cobrança de falta de muita qualidade. Deu dribles desconcertantes, passes na vertical, roubou a cena enquanto esteve dentro de campo.

Quem teve o privilégio de assistir ao dono da camisa 10 ao vivo saiu do estádio rindo sozinho. E convicto de que viu um jogador raro nos dias atuais do futebol em todo o planeta.

Clamor

VANDERLEI ALMEIDA/ AFP

VANDERLEI ALMEIDA/ AFP

É quase pule de dez.

Até as paredes sabem que o volante Paulinho é do ramo, que merecia a convocação e a titularidade. Mas a grande verdade é que o ex-corintiano, nestes três primeiros jogos, deixou muito a desejar.

E pelo que se viu no segundo tempo contra Camarões, quando a Seleção construiu a goleada e jogou mais do que vinha jogando, tudo indica que o técnico Luiz Felipe Scolari vai atender o clamor popular.

Mesmo que o comandante ainda não tenha confirmado, Fernandinho, pelo que fez, está em alta, virou presença obrigatória no meio-campo na decisão contra o Chile.

Berro
Quem apanha nunca esquece.

Mesmo eliminada, a Bósnia encarou com seriedade a despedida, derrotou o Irã por 3 a 1 e fechou de forma digna a sua participação na Copa.

Mas, como já se esperava, o técnico Safet Suzic lembrou, na coletiva, que poderia, juntamente com os seus jogadores, estar comemorando muito mais. Ele se referia ao gol mal anulado na segunda rodada, contra a Nigéria. E que será lembrado pelo resto da vida…

 Dormindo no gelo
Pintou mais um.

Além do argentino Messi, do português Cristiano Ronaldo, do brasileiro Neymar, do holandês Robben, do uruguaio Suárez, a lista de diferenciados merece ser acrescida por um outro nome: o colombiano James Rodriguez. Canhoto e veloz, ele trabalha com um verdadeiro camisa 10.

Pisa na bola quando se faz necessário, imprime velocidade na hora certa, lança com precisão e marca gols de alta qualidade técnica, como se viu contra o Japão. Joga fácil, como só os qualificados fazem. É candidato certo a embolar na briga pelo título de craque da Copa.

Água de salsicha
Nem tudo funciona bem.

Bem antes da Copa, a imprensa argentina detectou que o grande problema do time está na cozinha. E, pelo que se viu contra a Nigéria, o diagnóstico é perfeito, acima de tudo no que se refere aos seus zagueiros, Fernandez e Garay.

Após um primeiro tempo tranquilo, muito mais pela pouca ambição nigeriana, a dupla de defensores deixou a desejar na etapa final. Mesmo protegidos por Gago e Mascherano, que quase não arriscam saídas do próprio campo, o setor está longe de ser confiável e pode colocar tudo a perder em jogos mais complicados.

Padrão Fifa

Mateus Bruxel / Agência RBS

Mateus Bruxel / Agência RBS

A inglesa Lyanda Kaikai, que torce pela Nigéria, veio a Porto Alegre para assistir à partida da seleção africana. Foi clicada pelo fotógrafo Mateus Bruxel no Caminho do Gol.

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