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Posts com a tag "windville"

Windsurf - dica da Windville

16 de janeiro de 2012 0

Bem vindos a 2012 galera.

Neste ano vamos procurar mantê-los novamente atualizados em tudo que se refere a Windsurf, seguindo novamente a linha do ano passado, num mix de atualidades, dicas e avisos de eventos.

Uma coisa que desde o final de novembro/2011 tem me chamado a atenção, é a quantidade de pessoas que procuram contato conosco (contato@windville.com.br) e que estão ingressando no esporte.

Pensando justamente nestes novos velejadores (e porque não também numa reciclagem aos antigos?), foi postado na imagem principal do site um esquema de passagem dos cabos para caçar a vela em sua base. É auto-explicativo, basta seguir as imagens.

Este esquema é o padrão para a grande maioria de extensões (Chinook, Neilpryde, etc…) e pode também, com algumas pequenas variações, ser aplicado aos demais tipos. Importante é ter em mente que os cabos não devem se cruzar e quanto mais alinhados estiverem, mais fácil será caçar a vela e em conseqüência menos dor de cabeça e mais diversão.

Importante é que para este esquema de passagem de cabos funcionar, a vela deverá estar deitada na posição conhecida internacionalmente como starboard tack. Imagine sua vela deitada no chão. Você em pé na base dela, de forma a que a manga da vela (e portanto também o mastro) estejam a sua direita e o olhal da retranca a sua esquerda. Os dados de mastro, extensão e retranca estão normalmente impressos neste lado da vela e a maioria das retrancas são projetadas para serem fixadas ao mastro nesta posição. Esta é a posição mais usual para montagem das velas.

Portanto o ideal é desde o início tentar seguir este padrão e com isto ter mais facilidade na troca de informações com outros velejadores.

Estamos preparando uma matéria muito interessante sobre a correta montagem da vela. Fiquem ligados.

Abraço a todos e Bons Ventos,

Carlos – www.windville.com.br

O mais longo WINDSURF do Mundo!

15 de novembro de 2011 0

A mais longa prancha de Windsurf do Mundo!

Segue contribuição do Ricardo, um entusiasta e provável novo velejador do Windville.

Trata-se realmente da mais longa prancha de Windsurf do Mundo.

Ficou curioso? Então assista abaixo ao vídeo no youtube:

Abraço e bons ventos a todos!
Carlos – www.windville.com.br

2ª etapa Slalom Windville é sucesso!

25 de outubro de 2011 0

Uma das etapas mais emocionantes do windsurf catarinense! Com 13 regatas disputadíssimas entre mais de 30 atletas de diversos Estados Brasileiros.

Atletas de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina puderam se deliciar com muito vento e sol. O grande destaque do evento foi o poder de criatividade da Comissão de Regata, que não se abalou em nenhum momento com todas as dificuldades impostas pelo destino.

Com suas embarcações avariadas e vento girando bastante conforme o avanço do dia, teve a capacidade técnica de realizar uma raia de alto nível. Andre Granja, Maurício Dreyfuss, Claudio Ciampolini e Diego Roedel são os caras da etapa! A ACW Agradece a Windville e a Ventuus pelo apoio ao evento!!! Valeu Galera!!!

Classificação Geral:

Open Geral:
1º Luiz Nienkotter; 2º Konan Lang; 3º Rafael Cunha; 4º Matheus Isaac; 5º Murilo Carioni

Os campeões da Open (da esquerda para a direita) Konan Lang, Rafael Cunha, Luis Henrique Nienkotter (Bi), Carlos Isaac com o apoiador da etapa Marcelo Torero (de blusa preta) no meio

Open Master:

1º Murilo Carioni; 2º Alexandre Neves; 3º Marcio Vieira.

Open Feminino:
1º Lígia Gama

Kids:
1º Thiago Viana

Sport Geral:
1º Carlos Jurgens; 2º Alexandre Zattar; 3º Ciro Cesar

Ciro Cesar, Alexandre Zattar e Carlos Jurgens

Sport Master:

1º Ciro Cesar; 2º José Carlos Valdez; 3º Edson Peixoto;

Sport Gran Master:
1º Carlos Jurgens
2º Alexandre Zattar
3º José Carlos Cardoso

Fonte – www.acw.esp.br e   www.windville.com.br

O campeão geral Luis Henrique Nienkotter (Bi)

WINDVILLE - Velejo em São Miguel do Gostoso

31 de agosto de 2011 0

Como toda viagem que se faz, uma das coisa que mais marca vc são as pessoas que vc acaba conhecendo. Em nossa estadia em São Miguel do Gostoso não foi diferente, entre muitos amigos que fizemos conhecemos um  italiano/Roma, Sr. Bruno Zuchi, velejador, 70 anos, esbanjando vitalidade que resumiu Gostoso assim “Gostoso é Gostoso”.


GOSTOSO:

Conta a história, passada de geração para geração que tempos atrás um morador hospedava em sua casa pessoas que por lá passavam. Após as refeições ele contava “causos” marcados por gargalhadas longas e gostosas, sendo apelidado de “Seu Gostoso”, e por muito tempo foi utilizado por “Gostoso” como referência ao local. Tempos depois, um comerciante devoto de Arcanjo Miguel descobriu estar com uma doença incurável e fez uma promessa  que sendo curado, construiria uma capela na cidade em homenagem ao Arcanjo, e assim aconteceu. Anos  depois o povo elegeu como nome oficial da cidade “São Miguel do Gostoso “


Gostoso possui belezas e encantos únicos, o nome não poderia ser outro, praias de muito charme, como a Ponta do Santo Cristo (local onde fica a sede do Doctor Wind), a Praia do Cardeiro (local onde fica a sede do Kauli Seadi),  Praia da Xêpa, do Maceió e da Rapadura.

Em Gostoso você encontra um dia a dia de muita tranqüilidade e sossego, uma população alegre, muitos homens do mar (gente muito hospitaleira, simpática e amiga), suas casinhas com estilo da região que nos fazem voltar ao tempo.


As pousadas de modo geral são boas e estão todas próximas aos pontos de velejo, não é necessário transporte para ir e vir, tudo muito tranqüilo. Com um bom café da manhã, vc consegue tocar até o fim do dia claro que um açaí vai bem de reforço. Pra fechar o velejo do dia nada melhor que uma boa janta, com a companhia dos amigos e uma cervejinha só pra relembrar e falar do velejo que certamente aconteceu durante todo o dia. Gostoso oferece uma gastronomia a maneira gostosense de ser, pequenos restaurantes, bistros tudo muito simples mas com um clima muito bom e comida melhor ainda. (R$ para todos os bolsos). Comércio só o necessário.


VELEJO:

São Miguel do Gostoso é praticamente uma enseada de mais ou menos 2,5 quilômetros onde temos a, Ponta do Santo Cristo e Cardeiro ao sul da enseada, Xepa no centro da enseada, Maceió e Rapadura ao norte da enseada.  O velejo tende ficar para os lados do Cardeiro e do Santo Cristo.  O que pode fazer você  buscar uma ou outra é a condição de mar que vc quer enfrentar, fazer um slalom, correr uma onda ou saltar fica a sua escolha. No local vc pode facilmente  visualizar na praia do Santo Cristo uma formação de coral que fica praticamente o tempo todo fora d’água limitando o velejo ao sul e ajudando na formação das ondas (ondas espaçadas e com boa formação). Na praia do Cardeiro existe uma pequena formação de coral já na saída da areia, que conforme a maré trabalha ela fica visível ou não, o local esta sempre bem sinalizado com bóias (não tem necessidade de usar botas, talvez até sim, mas não pelo coral, você vai velejar tanto que vai gastar a sola do pé).


VENTO:

Como o pessoal fala por lá, não se preocupe com o vento a tendência é ficar mais forte. Melhor época  com certeza de vento constante e forte é de setembro até dezembro pela predominância do vento alísio, em Gostoso costuma ventar até março, nos demais meses do ano a tendência é baixar, mas tem velejo, vale a pena conferir as estatísticas de vento da região. Temperatura tanto do vento como da água muito agradável a qualquer hora do dia.


GUARDERIAS:

Duas boas guarderias lá, a do Kauli e do Dr. Wind. Ficamos na guarderia do Kauli, até porque não poderia deixar de ser em respeito aos amigos, mas sem aqui pensar que lá temos amigos, pode-se observar logo de cara um local super privilegiado, uma estrutura muito boa, muito equipamento novo atualizado, sem contar com o principal a equipe de trabalho, pessoal muito profissional, organizado e atencioso. Abraços ao Edi e ao Eugênio. Pessoal, caso alguém esteja interessado em dar um pulo por lá na época de alta, é bom fazer as devidas reservas de maneira antecipada e principalmente de equipamento, pois na temporada pelo que eu vi a coisa pega.


DISTÂNCIA:

Não se preocupe com isso, não vise!!! Gostoso fica logo ali, 110 Km de Natal e a estrada é boa, é só seguir a BR 101.

Por: Caio e Cardoso

Fonte: Windville- www.windville.com.br


WINDVILLE - Dicas de Manutenção – Uso do Bujão

12 de julho de 2011 0

Quantas vezes você já fez uso do bujão em sua prancha?  Quantas vezes você já pensou “é melhor nem mexer  neste parafusinho aí “  Poderíamos dizer: Mexer ou não Mexer, eis a questão.  Acredito que este assunto possa render alguma cerveja a mais depois de um bom velejo, do que propriamente uma dica de manutenção, de qualquer maneira fica a dica para os amigos.

As pranchas construídas no sistema de sanduíche, tem uma grande porcentagem de ar no seu interior (o bloco das pranchas tem até 98% de bolhas de ar). Esse ar fica confinado entre as várias camadas impermeáveis da prancha.

O volume desse ar confinado tende a se expandir muito com o calor, quando a prancha é deixada por um longo período no sol, por exemplo após velejar, ou quando transportada no rack do carro. Essa dilatação do ar pode gerar tensões extremamente prejudiciais à estrutura da prancha, podendo causar delaminação ou mesmo abrir fendas no casco.

Para que esse excesso de pressão possa ser evitado ou, na pior das hipóteses, liberado, é essencial que se abra o bujão sistematicamente. Melhor que se faça isso preventivamente, ou seja, sempre que a prancha estiver no sol, ou em cima do rack do carro, ou viajando de avião, afrouxe o bujão para que a pressão interna fique igual à externa. É interessante que se abra periodicamente o bujão também, mesmo que sua prancha não esteja submetida a um dos casos citados, apenas para equalizar a pressão.

Tão importante como abrir o bujão é fechá-lo corretamente antes de sair para velejar. Assegure-se que o bujão não está sendo parafusado inclinado até para não danificar a rosca da prancha, que é plástica.

Dica boa também é evitar deixar sua prancha em exposição ao sol por muito tempo, quando transportar em rack utilizar-se de capas com proteção térmica para amenizar o efeito do sol.

Porém outra coisa ainda mais importante que tudo isto, é você USAR PROTETOR SOLAR.

Bons Ventos

Caio – www.windville.com.br

CAMPEONATO CATARINENSE DE WINDSURF WAVE 2011

07 de julho de 2011 0

CAINDO NO WINDURF

07 de junho de 2011 0

Windsurf é repleto de quedas. Quero dizer, a maioria das pessoas cai ao menos 10 vezes antes de conseguir se deslocar o primeiro metro, e aprender o jibe significa cair umas 1.000 vezes. Poderíamos inclusive renomear o esporte como Fallsurfing (Cairsurfing no original). E é precisamente este ato de cair que faz o Windsurf ser melhor que outros tantos esportes e windsurfistas melhores que tantas outras pessoas (isto mesmo, melhores), porque não ter medo de cair é a chave para o sucesso em qualquer esporte, arte ou profissão.

Qualquer grande velejador ao aprender uma nova manobra tem em mente: Cair um monte. Quanto mais rápido quiser aprender a manobra, mais terá de cair. É impossível evoluir neste esporte sem cair, que o digam os grandes campeões.

Ao aprender uma nova manobra, cada queda traz uma nova parcela de informação sobre onde ocorreu o erro, o que fazer para corrigir e somente com esta sucessão de quedas (e aprendizado) e muita, mas muita paciência e determinação é que se chega ao resultado final.

Muitos outros esportes também exigem a queda para aprender e como exemplo pode ser citado o skateboard, mas o windsurf aparentemente é o melhor. Inicialmente porque a água é mais macia que o cimento. Segundo porque a queda na água raramente implica em ossos quebrados ou cortes profundos. Por esta razão, cair é mais do que nada um machucado no Ego do que no corpo.

Para complementar, o windsurf possui uma infinidade de manobras a serem aprendidas, o que significa que você nunca vai parar de cair. Todos, sem excessão, desde o iniciante tentando se equilibrar na prancha, passando pelo intermediário aprendendo o jibe até o profissional desenvolvendo novas manobras, estão constantemente caindo.

Cair é a essência da vida. A ciência requer múltiplas falhas e tentativas antes de atingir seus resultados. A evolução se baseia na mutação das espécies que cria uma variedade muito grande de animais imperfeitos, e desta variedade somente os genes mais fortes sobrevivem. Este modelo de queda que leva ao aprendizado pode ser visto em qualquer lugar, por esta razão é necessário para o aperfeiçoamento.

Então, para aprender você precisa cair. E a melhor maneira de aprender é com o windsurf. Portanto, cada um neste mundo que estiver tentando melhorar deveria aprender o windsurf.

Fonte:  www.windville.com.br