Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

O engodo da formatura

09 de outubro de 2015 2

Os estudantes sairiam ganhando se não levassem o significado da palavra “formatura” ao pé da letra.

Se, nos dias de hoje, continuarmos a aceitar essa palavra para ajudar a delinear a função contemporânea de instituições educacionais, ela precisa ser reinterpretada. Precisamos associá-la à ideia de “formar estudantes para que eles estejam preparados para continuar seus estudos por conta própria”.

Afinal, nada mais contraditório do que o comportamento de alunos que, mesmo contando com ferramentas do século 21, reivindicam aulas expositivas do século 18 para respaldar o próprio aprendizado.

Pensando bem, faz sentido: o mais difícil, em sala de aula, não é desenvolver o pensamento crítico. A verdadeira missão é promover a autonomia.


Quer saber mais sobre minhas atividades? www.gustavoreis.com.br
Quer receber as atualizações do blog por e-mail? www.gustavoreis.com.br/lista

The following two tabs change content below.
Sou professor e faz-tudo no Mathematica Et Cetera, no Clube do Enem e na Unisinos. Palestrante (2012) e apresentador (2013/14) do TEDxUnisinos. Educação : Tecnologia : Design : Inovação

Latest posts by Gustavo Reis (see all)

Bookmark and Share

Comentários (2)

  • Anderson Carvalho diz: 13 de outubro de 2015

    Sempre penso isso na UFRGS, e creio que o “objeto formador” desse conceito ficou num passado que não condiz mais com o acesso à informação. Só faz sentido a aula expositiva por doutores e pós-doutores em um assunto, o restante está na ponta do dedo. A pergunta é, como mudar esse “velho costume”?

Envie seu Comentário