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O mundo está ameaçado em Resident Evil 6

23 de setembro de 2012 0

Resident Evil é um marco dos jogos de zumbis, pois foi o primeiro a popularizar a luta da humanidade contra os mortos-vivos. Desde 1996 foram 18 sequências da franquia, que agora em 2012 terá um novo capítulo em Resident Evil 6 (PS3, Xbox e Windows / Capcom). O jogo estará nas lojas no começo de outubro, mas a versão de demonstração já está disponível para quem quiser se preparar para a nova invasão.

A ameaça agora é global, em que o jogador enfrentará os infectados nas variações do T-Vírus na pele de diferentes personagens: Leon Kennedy com sua nova parceira Helena Harper, Chris Redfield com Piers Nivans (e um pequeno exército da B.S.A.A.) e Sherry Birkin com Jake Muller (o filho de Albert Wesker). Há ainda uma história extra com Ada Wong, liberada quando as principais forem terminadas (um vídeo de como será esta parte está aqui).

Horror – Leon e Helena estão nos Estados Unidos, quando o presidente decide contar a verdade sobre o incidente em Racoon City. Mas o local do pronunciamento sofre um ataque bioterrorista, transformando grande parte de quem está lá em zumbis (outros devorados por esses e os personagens principais como sobreviventes). Nessa história o clima é sombrio, em corredores escuros e mortos-vivos que podem puxar o pé dos personagens de qualquer canto (lembra bastante os primeiros jogos). Os inimigos são zumbis clássicos, que andam devagar, mas difíceis de derrubar.

Guerra – Chris e Piers enfrentam bioterroristas em Lanshiang (uma cidade fictícia em Hong Kong). Eles contam com apoio de outros soldados do B.S.A.A. (que têm a mira ruim igual um Stormtrooper), para impedir um ataque massivo. Aqui o cenário são prédios destruídos, ruas bloqueadas e tiros por todos os lados. Os inimigos são guerrilheiros infectados, armados, alguns que viram criaturas bizarras e outros bem grandes.

Sobrevivência – Sherry ajuda Jake a fugir de autoridades durante um ataque bioterrorista em Edonia (cidade fictícia no Leste da Europa). A dupla percorrerá becos sujos, marginais escuras e locais subterrâneos enquanto é perseguida. Os inimigos são cidadãos infectados, mutações e o Ustanak (uma criatura com o objetivo de caçar Jake, que lembra bastante a lógica do Nemesis).

Então – Resident Evil 6 chama a atenção ao apresentar três narrativas diferentes, que juntas formam uma única história, cada uma com um clima próprio. Parece que os desenvolvedores ouviram os fãs, que reclamavam da falta do Survival Horror nos últimos jogos, e voltaram com o estilo (sem tirar a ação que os novos jogadores aprovaram). Na demonstração testada (para Xbox) a mira parece menos precisa do que antes e os movimentos dos personagens mais pesados. Entre as novidades está o sistema de cobertura, para o jogador buscar proteção contra tiros, e as esquivas (pulos para frente, trás e lados). O arsenal e as ervas para cura são os mesmos, há um novo sistema de inventário bem fácil de trocar de itens e algumas armas receberam uma opção de um tiro secundário (Leon também pode usar uma ou duas pistolas na hora de disparar). No geral o jogo parece bem trabalhado, que encerra um ciclo começado em Resident Evil 4. Já a expectativa pela versão final e completa é grande (arrisco dizer que estará nas votações de melhor do ano).

Resident Evil 6 acontece em 2013, 10 anos após o incidente em Raccoon City. O mundo está em crise, variações do T-Vírus já atingiram diversos locais, ameaçando consumir todo o planeta. Na iminência de um ataque bioterrorista global, seis pessoas são a esperança da humanidade.

Falando nisso – um trailer com atores reais foi produzido para divulgar o Resident Evil 6. Cries for Help (Lágrimas por Ajuda), mostra o desespero da humanidade ao descobrir que a ameaça dos zumbis e de um ataque biológico está próxima. O vídeo pode ser visto aqui. Também vale lembrar que as histórias dos jogos de Resident Evil não tem relação direta com os filmes.

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