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Grooveshark renova visual, funções e mercado da música

18 de outubro de 2012 0

O Grooveshark está de cara nova, com funções e design melhorados. Entre as novidades está um sistema  para relacionar novas bandas e músicas de acordo com o perfil do usuário (ótimo para quem gosta de “garimpar”), uma forma mais fácil de montar e editar playlists e a possibilidade de criar uma rádio online (com programação montada automaticamente de acordo com o perfil). Além disso, agora também há integração com dispositivos móveis, com a versão do Grooveshark para iOS e Android (mas também é possível acessar direto, sem precisar instalar nenhum aplicativo).

Para quem ainda não conhece, o Grooveshark é uma das formas mais práticas de ouvir música sem precisar baixar nada (tudo via streaming e sem preocupações com pirataria). Entre as muitas opções de sites do mesmo tipo, como Last.fm, o Grooveshark é diferente porque é simples, totalmente nas nuvens e permite integração com com outras redes (para compartilha via Facebook e Twitter).

A plataforma também funciona como um rede social de música. Lá é possível acompanhar seus artistas favoritos e compartilhar suas playlists com os amigos. Outra coisa interessante é o suporte para novos músicos, que podem criar perfis artístico e fazer o upload de suas produções, para assim espalhar suas canções pelo mundo.

Gorjetas –  O Grooveshark também tem um botão muito legal de Flattr nos perfis dos artistas. O sistema serve para contribuir e incentivar financeiramente os músicos (quem não quiser pagar nada pode continuar usando o site e ouvir músicas sem nenhum problema). Funciona assim: você está disposto a pagar €24 (valor mínimo, mas pode ser mais) pelas músicas que você ouve e ajudar os artistas (novos principalmente); acontece que você acha que um só não merece todo o dinheiro; no sistema Flattr você pode configurar valores por cliques, por exemplo €2; cada vez que você apertar no botão Flattr na página você doará €2 para o respectivo artista (ou seja, você pode ajudar até 12 músicos diferentes com o dinheiro do exemplo reservado para entretenimento musical). A iniciativa segue o mesmo modelo do “pague quanto achar que merece”, que a banda Radiohead lançou com seu álbum In Rainbows em 2007.

O Grooveshark teve alguns problemas com a justiça, principalmente pela questão de direitos autorais. Mas sua renovação mostra que é possível combater a pirataria de forma inteligente, além de achar um meio termo entre a nova economia da web e o desejo de lucro das gravadoras. Principalmente com o apoio dos usuários e os novos sistemas de contribuição como o Flattr (assunto para ser detalhado em outra postagem…).

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