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The Last of Us e sua incrível experiência de imersão

26 de julho de 2013 0

A evolução dos jogos de videogames está em um nível incrível. Hoje as produções custam e arrecadam milhões de dólares, como se fossem filmes de Hollywood. Da mesma forma, jogar foi além de um divertimento casual e os roteiros das histórias são experiências imersivas.

E um dos melhores exemplos desta evolução é The Last of Us (exclusivo Playstation 3 / Naughty Dog / 2013 / totalmente em português). Só pelos gameplays disponíveis e as notas das revistas especializadas é possível ter uma noção de quão incrível o jogo é. Infelizmente, desta vez, não pude fazer uma análise jogando (tenho apenas um Xbox 360 :/). Porém, meu amigo Carlos Pieri é o feliz dono de um Playstation 3 e compartilha e experiência em primeira mão para a gente.

Foto: Divulgação / http://www.thelastofus.com/

Imagine estar no seguinte cenário: a humanidade foi varrida do mapa por um fungo que transforma humanos em zumbis. Você conseguiu sobreviver por 20 anos, porém, perdeu muita coisa ao longo do caminho, inclusive as pessoas que você mais ama. E assim começa The Last of Us.

Você irá controlar Joel (não é o autor do blog, não), um contrabandista que vive em uma zona controlada pelo exército americano. Como contrabandista, Joel exporta e importa qualquer tipo de coisa da zona de quarentena, longe dos zumbis mofados. Até que ele recebe um trabalho um tanto quanto inusitado: contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para uma cidade vizinha. E é aí que a história do jogo realmente começa (infelizmente não poderei dar outros detalhes da história, vai por mim, você não vai querer nenhum spoiler).

Foto: Divulgação / http://www.thelastofus.com/

Em termos de jogabilidade, The Last of Us é uma mistura de “horror de sobrevivencia” e “furtividade”. Você terá que atacar inimigos infectados e outros sobreviventes da forma mais silenciosa possível para evitar o desperdício de balas e outros equipamentos que tem durabilidade. Também existe um foco bastante grande na coleta e confecção de itens, como coquetel molotov, facas e armas corpo-a-corpo aprimoradas.

O combate é realista e sangrento (para maiores de 16 anos no Brasil). Os outros personagens que são controlados pelo computador interagem com o jogador e com os inimigos de várias maneiras. Se, por exemplo, um inimigo lhe surpreender e lhe derrubar no chão, sua companheira Ellie irá atacá-lo com algum item que ela tenha encontrado no chão anteriormente (como tijolo por exemplo).

Foto: Divulgação / http://www.thelastofus.com/

Além das excelentes mecânicas, o jogo brilha em termos de roteiro e visuais. A narrativa é focada nos personagens, com ênfase maior no relacionamento entre Joel e Ellie e como cada um deles se relaciona com o mundo em sua volta. Ellie não conhece o mundo antes do apocalipse e é muito interessante saber como ela se relaciona com alguns itens da cultura pop do passado, como maquinas de Arcade e Histórias em Quadrinho, além de estranhar o quão simples a vida era antes do apocalipse.

Os visuais do jogo são incríveis, levando o Playstation 3 ao seu limite. É muito interessante ver a natureza reconquistando o espaço que lhe foi tomado pelos humanos. Existe árvores encontrando seu lugar por entre as ruas e prédios, assim como algumas formas de vida selvagem que colonizam algumas cidades.

Foto: Divulgação / www.thelastofus.com

O jogo é sensacional e sem dúvida é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos! Se você ainda não se convenceu sobre a qualidade do jogo, dê uma olhada no vídeo a seguir, que na minha opinião é a melhor representação do que o jogo oferece.

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