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Posts de julho 2013

Como os brasileiros usam as redes sociais

30 de julho de 2013 0

Pesquisa divulgada pela comScore virou um infográfico bem legal nas mãos de Alex Affonso. Mais prático de entender e útil para quem trabalha (e está imerso) na web.

Dados da pesquisa resumidos:

  • 90,8% dos internautas brasileiros acessam as mídias sociais e gastam em média 4,9 horas nestes sites de relacionamento;
  • as redes com mais usuários são: Facebook (94%), Google+ (75%) e Twitter (73%);
  • quando se trata de frequência de uso temos: Facebook (88,9%) e Twitter (41%) ;
  • 58,7% do volume de acessos nas mídias sociais é das mulheres;
  • quando se trata de compras, 41% dos internautas  pesquisam nas mídias sociais antes de comprar; 2 em cada 3 dão feedback para as marcas via mídias sociais; 54% seguem empresas no Twitter e 74% curtem empresas no Facebook.

O relatório completo de 2013 você pode baixar aqui: O Brasil na Web

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The Last of Us e sua incrível experiência de imersão

26 de julho de 2013 0

A evolução dos jogos de videogames está em um nível incrível. Hoje as produções custam e arrecadam milhões de dólares, como se fossem filmes de Hollywood. Da mesma forma, jogar foi além de um divertimento casual e os roteiros das histórias são experiências imersivas.

E um dos melhores exemplos desta evolução é The Last of Us (exclusivo Playstation 3 / Naughty Dog / 2013 / totalmente em português). Só pelos gameplays disponíveis e as notas das revistas especializadas é possível ter uma noção de quão incrível o jogo é. Infelizmente, desta vez, não pude fazer uma análise jogando (tenho apenas um Xbox 360 :/). Porém, meu amigo Carlos Pieri é o feliz dono de um Playstation 3 e compartilha e experiência em primeira mão para a gente.

Foto: Divulgação / http://www.thelastofus.com/

Imagine estar no seguinte cenário: a humanidade foi varrida do mapa por um fungo que transforma humanos em zumbis. Você conseguiu sobreviver por 20 anos, porém, perdeu muita coisa ao longo do caminho, inclusive as pessoas que você mais ama. E assim começa The Last of Us.

Você irá controlar Joel (não é o autor do blog, não), um contrabandista que vive em uma zona controlada pelo exército americano. Como contrabandista, Joel exporta e importa qualquer tipo de coisa da zona de quarentena, longe dos zumbis mofados. Até que ele recebe um trabalho um tanto quanto inusitado: contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para uma cidade vizinha. E é aí que a história do jogo realmente começa (infelizmente não poderei dar outros detalhes da história, vai por mim, você não vai querer nenhum spoiler).

Foto: Divulgação / http://www.thelastofus.com/

Em termos de jogabilidade, The Last of Us é uma mistura de “horror de sobrevivencia” e “furtividade”. Você terá que atacar inimigos infectados e outros sobreviventes da forma mais silenciosa possível para evitar o desperdício de balas e outros equipamentos que tem durabilidade. Também existe um foco bastante grande na coleta e confecção de itens, como coquetel molotov, facas e armas corpo-a-corpo aprimoradas.

O combate é realista e sangrento (para maiores de 16 anos no Brasil). Os outros personagens que são controlados pelo computador interagem com o jogador e com os inimigos de várias maneiras. Se, por exemplo, um inimigo lhe surpreender e lhe derrubar no chão, sua companheira Ellie irá atacá-lo com algum item que ela tenha encontrado no chão anteriormente (como tijolo por exemplo).

Foto: Divulgação / http://www.thelastofus.com/

Além das excelentes mecânicas, o jogo brilha em termos de roteiro e visuais. A narrativa é focada nos personagens, com ênfase maior no relacionamento entre Joel e Ellie e como cada um deles se relaciona com o mundo em sua volta. Ellie não conhece o mundo antes do apocalipse e é muito interessante saber como ela se relaciona com alguns itens da cultura pop do passado, como maquinas de Arcade e Histórias em Quadrinho, além de estranhar o quão simples a vida era antes do apocalipse.

Os visuais do jogo são incríveis, levando o Playstation 3 ao seu limite. É muito interessante ver a natureza reconquistando o espaço que lhe foi tomado pelos humanos. Existe árvores encontrando seu lugar por entre as ruas e prédios, assim como algumas formas de vida selvagem que colonizam algumas cidades.

Foto: Divulgação / www.thelastofus.com

O jogo é sensacional e sem dúvida é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos! Se você ainda não se convenceu sobre a qualidade do jogo, dê uma olhada no vídeo a seguir, que na minha opinião é a melhor representação do que o jogo oferece.

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Os bonecos de neve mais bizarros do inverno em Santa Catarina

23 de julho de 2013 0

Neve é um fenômeno bem raro no Brasil. Mas na noite passada o fenômeno aconteceu em diversas cidades de Santa Catarina. Quem curte o frio logo começou a registrar o momento e, muitos destes, arriscaram fazer bonecos de neve. Mas acontece que os resultados não saíram bem como o esperado.

E como tudo que é bizarro exótico tem muito potencial na web, surge então o Bonecos de Neve Brasileiros. A página no Facebook está reunindo as melhores fotos dos piores homens de gelo e seus criadores. O pessoal até que é esforçado, mas parece que a falta de prática interfere prá caramba um pouco no final.

A dica veio da minha amiga Fátima Catarina Barbi, lá do Tainha e Abobrinha.

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Saboreie o Pip! - a rede social para quem gosta de culinária

22 de julho de 2013 0

Comida é um dos assuntos mais comuns nas redes sociais. Seja aquela foto do sushi jantar refinado, um #instafood qualquer ou  links de receitas compartilhados. Mas, com tantos outros conteúdos circulando pelas timelines, fica difícil encontrar apenas conversas sobre culinária (o sistema de organização de conteúdo antigo no Facebook é horrível para estas coisas). E para resolver isto a segmentação na web é a solução, como bem ensina a teoria da Cauda Longa. E nesta oportunidade surgiu o Pip!, uma rede social exclusiva para o mundo gastronômico.

No Pip! é possível comentar, curtir e compartilhar conteúdo (igual no Facebook e, inclusive, é possível usar o seu login para participar). Também é possível se conectar com amigos ou outras pessoas com habilidades na cozinha, de acordo com o gosto do usuário. A diferença é que a rede social é bem segmentada e as postagem não vão se perder entre outros assuntos. A plataforma, ao mesmo tempo em que mantém sua ideia gastronômica fixa, funciona como uma galeria de arte com cardápios variados e um Caderno de Receitas 2.0. Infelizmente ainda não é possível postar vídeos, apenas fotos para ilustrar, e não há integração com aplicativos móveis (mas é possível sugerir esta e outras mudanças aos seus administradores).

E o mais legal é que o Pip! surgiu como uma startup aqui em Santa Catarina. Até agora conta com mais de 34 mil usuários, reunindo pessoas que gostam de cozinhar ou degustar todos os tipos de pratos. A rede também tem um grande potencial para chefs de cozinha mostrarem seu trabalho e para restaurantes criarem estratégias de aproximação com o público.

“É uma solução que utiliza e potencializa o hábito das pessoas postarem fotos de comidas no Facebook, Twitter, Instagram, etc. Nestas ferramentas estas postagens perdem-se na timeline, complicando muito pesquisar e colecionar posteriormente. Além disto, estas redes sociais não são feitas para postagem de receitas”, explica Guido Jackson, que criou a plataforma junto com Thomaz Palma Santos e Rodrigo Boscaini de Freitas.

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Governo Federal lança "rede social" para jovens

18 de julho de 2013 5

O Participatório é a nova plataforma online lançada pelo Governo Federal para reunir discussões ligadas às políticas de juventude. A ideia é que os próprios interessados, os jovens, façam parte e desenvolvam suas ideias pelo canal com a ajuda dos amigos. A proposta é inspirada nas redes sociais, principalmente na questão de Construção Coletiva do Conhecimento – como bem sempre ensinou Pierre Lévy.  Mas esqueça #hashtags, linhas do tempo e outras funções do Facebook ou Twitter.

A plataforma é na verdade um grande fórum online (famoso nos anos 90), dividido em comunidade (sim, igualzinho ao Orkut). É até possível “curtir” as publicações, para compartilhar em outras redes sociais. Dentro do site principal também há outros canais, como um blog, vídeos e eventos. Infelizmente, o layout e a navegabilidade passa uma impressão de “velho”.

A objetivo até que é interessante do Governo Federal usar um canal moderno como a web para ouvir a população. Mas uma plataforma online estatal assusta na primeira vista. É que, normalmente, no primeiro passo para controlar discussões é centralizar tudo em um lugar – com a possibilidade de pecar no excesso de controle.  Mas na verdade é a Etapa II da implantação de um E-Gov.

Criar uma plataforma ao invés de aumentar presença em uma das redes sociais mais usadas vai contra ir onde o público está, que é a estratégia digital mais comum hoje. É inovação, mas é arriscado. Além disso, a política de moderação não é clara nos Termos de Uso (apesar de oferecer uma ferramenta de denúncia). E o site não usa o protocolo de segurança HTTPS (importante para preservar senhas e outros dados dos usuários).

Como tudo na web, o Participatório está em sua versão beta (porque a ideia é estar em constante aprimoramento). Agora resta esperar que a iniciativa seja aceita pelo público alvo, que o Governo Federal interaja, ao mesmo tempo que haja um retorno dos pedidos e uma mudança que repercuta no mundo offline.

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Veja o que acontece na internet em 60 segundos

15 de julho de 2013 0

Hoje este espaço completa 365 dias online. Em um ano foram 113 postagens, em 19 categorias e com 533 tags. A repercussão dos temas gerou 423 comentários, principalmente nas duas postagens que também foram as mais vistas – TelexFree é o maior golpe online da atualidade e Justiça classifica como golpe online e interdita Telexfree.

Aproveitando que o tema são números, a Intel divulgou recentemente alguns dados interessantes sobre o que acontece atualmente em toda a internet em 60 segundos (a imagem do início, traduzida no vídeo do final). As cifras só confirmam uma constatação muito repetida pelos profissionais do mundo digital:

Os historiadores calculam que nas três últimas décadas, a humanidade produziu mais informações do que em toda a história. E continuamos criando coisas, produzindo e espalhando conteúdo, e principalmente, consumindo full time.

A tendência é só aumentar a produção. Hoje carregamos no bolso dispositivos capazes de registrar som e vídeo, além de servirem como comunicadores e terminais de informação global – ou seria mais ou menos o que alguém da década de 80 descreveria um simples celular com internet. Mas acontece que apenas informações espalhados, sem contextos, não servem para nada.

O  Big Data nunca foi tão importante. E também são necessários vários espaços (como este blog) que ajudem a pescar e oferecer conteúdo de forma segmentada e explicada (eu tento, juro), para ajudar a velejarmos pelas ondas desse infomar. Por isso, bem-vindo à internet, eu continuarei sendo o seu guia ;)

Em tempo: obrigado por acompanhar o conteúdo do Impressão Digital. E também quero agradecer o convite para ter este espaço e a ajuda para divulgação da equipe do jornal O Sol Diário (que também completa um ano de muita informação).

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Site da Vogue.co.uk esconde surpresa para gamers

10 de julho de 2013 0

Pare tudo o que você estiver fazendo e entre no site da Vogue Britânica – http://www.vogue.co.uk Depois que o site carregar, aperte as seguintes teclas do seu teclado na sequencia: BA.

Se você fez certo, aparecerá um dinossauro fashion em sua tela. É possível repetir a sequência e também apertar diversas vezes “A”, para aparecerem mais personagens jurássicos com chapéus da moda de uma uma vez.

Jogadores de videogame sabem o que é isso: é o famoso Konami Code.  É um dos primeiros códigos de trapaças para conseguir vantagens nos jogos (lembra da época que tínhamos caderninhos cheios de macetes?). Ele virou um símbolo da cultura pop e agora está escondido (easter eggs) em diversos sites (como se fosse uma marca, deixada pelos programadores para a alegria dos gamers).

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Revelado o gameplay de Grand Theft Auto V

09 de julho de 2013 2

Hoje foi revelado o gameplay do aguardado Grand Theft Auto V (ou GTA V para os mais íntimos). E a principal novidade é poder contar com três “heróis” jogáveis, em missões que o jogador poderá controlar todos eles ao mesmo tempo de forma tática. Além disso, parece que as possibilidades de interação com o mundo ficaram bem maiores e melhores que os jogos anteriores.

Desenvolvido pelos criadores da série da Rockstar North, Grand Theft Auto V estará disponível mundialmente no dia 17 de setembro para Xbox 360 e PlayStation 3.

Aprecie.

HISTÓRIA

Los Santos: uma vasta metrópole ensolarada repleta de gurus de autoajuda, estrelas de cinema e celebridades em decadência, que já foram o orgulho do mundo ocidental e que agora lutam para se manterem em uma época de incerteza econômica e reality shows baratos.

Dentro deste cenário, três criminosos, muito diferentes entre si, planejam suas oportunidades de sobrevivência e sucesso: Franklin, um malandro que busca por boas oportunidades de ganhar muito dinheiro; Michael, um ex-assaltante profissional cuja aposentadoria não é bem o mar de rosas que esperava ser; e Trevor, um maníaco violento que pensa somente na próxima dose e na bolada que pode conquistar. Sem muitas opções, a equipe arrisca tudo em uma série de golpes ousados que podem garantir o resto de suas vidas.

Grand Theft Auto V é o jogo de mundo aberto mais dinâmico, mais variado e mais extenso já desenvolvido. Combina história e jogabilidade de um novo modo, enquanto os jogadores entram e saem repetidamente da vida dos três protagonistas do jogo. Graças a essa dinâmica, participam de todos os aspectos de suas histórias entrelaçadas.

Todas as características clássicas da revolucionária série de jogos estão de volta, incluindo a incrível atenção aos detalhes e o humor cínico de GTA sobre a cultura moderna, somados a uma nova e ambiciosa abordagem no modo multijogador de mundo aberto.

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Três coisas inúteis (mas divertidas) da web

01 de julho de 2013 2

Encurrale o gato

Simples: clique nas círculos amarelos, cerce o gato e não deixe ele sair da tela.

Balance a minhoca

Não agite ela demais. Sério, não faça isso (principalmente se tiver epilepsia).

Baleia que segue o mouse

Esta baleia não faz nada além de seguir o ponteiro do seu mouse. Mas é divertido.

Quer outros sites inúteis, mas divertidos? Confira aqui.

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