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Resultados da pesquisa por "infográfico"

Aquilo que você precisa saber sobre Big Data

04 de dezembro de 2013 0

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Big Data é uma grande quantidade de dados não estruturados, que agora temos a possibilidade de processar em tempo real. “Não estruturados” quer dizer que eles não fazem sentido nenhum se lidos isolados. Mas se alguém juntar todas as peças certas é possível montar uma informação bem estruturada, que pode servir como uma resposta ou uma previsão para um problema.

É como pensar um grande quebra-cabeças. Hoje nós produzimos muitas peças a cada clique, curtida, comentário, parte preenchida nos perfis das redes sociais ou postagens que fazemos na web. Por sua vez, a web funciona como uma grande caixa coletiva, que armazena as peças do mundo inteiro no mesmo lugar. Mas não é só a web que serve como caixa: servidores privados, bancos de dados restritos e redes de computadores ou celulares também fazem parte da grande caixa de peças conhecida como Big Data.

Já quem explora o Big Data, procurando as peças certas para montar a sua resposta ou previsão, está minerando os dados. E encontrar os dados certos é como achar ouro (informação útil) no meio de um monte de pedras inúteis (dados não estruturados) . Por isso o  “big” (grande): há muita coisa, mas o essencial é difícil de encontrar. Ou não para algumas empresas que estão investindo nisso, que usam um conjunto de programas e máquinas para ajudar a ler a grande quantidade de dados.

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Mas por que isso é importante agora?

- O aumento do uso de smartphones com GPS e internet: há mais de 4,6 bilhões de dispositivos móveis ativos no mundo e há entre 1 e 2 bilhões de pessoas acessando a internet. Todos eles alimentando o Big Data.

- Sensores aéreos e redes de satélites: O Centro de Simulação de Clima da Nasa, por exemplo, armazena 32 petabytes (cerca de 10 bilhões de fotos em alta qualidade) de observação climática para fazer simulações no supercomputador Discover - que minera esses dados. Isso é usado para prever catástrofes climáticas, por exemplo

- A popularização das mídias sociais: o Facebook tem mais de 1 bilhão de usuários ativos por mês, que produzem e compartilham mais de 30 bilhões de peças de dados (conteúdo) por lá. Além disso, são disparados no Twitter mais de 175 milhões de mensagens por dia, de mais de 465 milhões de contas. E isso tudo pode ser explorado por empresas para fazer propagandas direcionas, saber os hábitos das pessoas, prever o que elas vão querer comprar no próximo mês…

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Qual o tamanho do Big Data atualmente?

- 2.7 Zetabytes (isso é 27 seguido de 21 zeros, ou seja, muito coisa) de dados existentes no universo digital hoje.

- Analistas estimam que em 2020 a quantidade de dados será 50 vezes maior do que hoje (135 sequidos por 22 zeros)

- Em 2012, 90% de todos os dados acumulados na história da humanidade foram criados nos dois anos anteriores.

- A cada dois dias nós criamos mais informação do que tínhamos acumulado no mundo até 2003.

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E o que as pessoas estão fazendo com tudo isso?

- A polícia de Los Angeles e a Universidade da Califórnia usam os dados do Big Data para prever crimes antes que eles aconteçam.

- O Google Flu Trends usa a busca de termos avançada para prever (com muita precisão) quando e onde uma gripe irá se espalhar.

- Estatísticos dos Estados Unidos conseguiram resultados muito próximos em exatidão da realidade das eleições de 2012 antes da votação.

- O MIT está usando os dados emitidos por celulares para saber onde as pessoas andam ou usam carros para melhorar o planejamento urbano.

A ambição de muitas empresas é mostrar como o Big Data pode ser usado para melhorar a vida das pessoas nas experiência diárias. A ideia é criar um mundo como o do vídeo A Day in Big Data:

Porém, se não houver cuidado (sem querer ser pessimista), algumas empresas podem fazer o que bem entenderem com os dados que acumulam das pessoas de seus aplicativos ou redes socais (e você preocupado com o Obama dando uma fuçada no seu Facebook…).  Como, por exemplo, a polêmica do descadastro no Tubby, app que avalia as mulheres, que pode expor ainda mais as pessoas.

O Big Data é uma realidade em desenvolvimento. Cabe aos usuários dos aplicativos e mídias sociais terem consciência daquilo que jogam na grande caixa de peças. E as empresas que crescer neste cenário aprenderem a minerar aquilo que é importante para seus negócios sem explorar as pessoas.

 Este texto, por exemplo, “minerei” manualmente dos links marcados e do site www.adayinbigdata.com. 

Ser contratado, ou não, para um novo emprego depende hoje do seu perfil online

16 de setembro de 2013 0

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Você já deve ter ouvido que “tudo postado na internet fica para sempre na internet”. Quem sabe muito bem disso são as celebridades com seus vídeos vazados, além de ilustres desconhecidos que ganham fama com suas fotos de bebedeira em festas – devidamente publicadas (e marcadas) por um amigo inconveniente no Facebook. Mas este tipo de conteúdo vai além da zoeira nos círculos sociais.

As empresas usam cada vez mais referências de redes sociais para avaliar os candidatos para vagas de emprego. E uma imagem embaraçosa ou outro comportamento online inadequado aos padrões profissionais pode fazer a diferença na hora de conseguir um trabalho.

Na pesquisa publicada recentemente pela empresa Jobvite, especializada em recrutamento para empresas, mais de 40% dos responsáveis pela contratação disseram que reconsideram candidatos depois de conhecerem seu perfil online. Isto acontece quando eles avaliam o conteúdo do Facebook, Twitter, Google+ e outros canais com a presença do candidato.

O estudo também mostra que os empregadores classificam o candidato (muito) negativamente se há sinais de uso de drogas ilegais ou mensagens de natureza sexual em seus perfis. Já mais de 60% das empresas pesquisadas disseram que a evidência de voluntariado ou outros atos de caridade reflete muito bem para o candidato.

Imagens não são as únicas peças avaliadas. Os textos também são importantes, pois quase dois terços das empresas afirmou que palavrões, erros de digitação e gramaticas refletem negativamente na escolha do candidato ao emprego.

Então o que é preciso fazer para as redes sociais não arruinarem as chances do emprego? O infográfico abaixo detalha os tipos de comportamento que influenciam na hora da análise. E atenção com conteúdo postado é o primeiro passo (configurar o Facebook para não ser marcado nas fotos inconvenientes também ajuda muito).

EMPREGO WEB

Guia básico para atualizar redes sociais de empresas

05 de agosto de 2013 2

Que as redes sociais têm um grande potencial para empresas todo mundo sabe. O que poucos entendem é o que fazer depois que entram nelas. E só simplesmente estar nelas não basta – está acontecendo mais ou menos como no final dos anos 1990, quando todas as empresas queriam ter um site, mas não sabiam muito bem o que fazer com eles. Por isso compartilho uma versão adaptada para o português (com alguns toques pessoais) de um infográfico produzido pelo thewholebraingroup.com.

A Rotina Básica de Atualização das Redes Sociais serve como um começo bem superficial, mas certo para executar durante curto prazo. Junto com ele, deve ser somada uma boa análise de quais as melhores estratégias (e quantidades de conteúdo para a rotina) para cada empresa investir nestes canais. E é preciso planejamento e avaliações constantes para o sucesso a longo prazo – trabalhos que um bom profissional ou empresa da área pode ajudar.

O infográfico tem informações para quatro dos principais canais atualmente: Blog, Facebook, Twitter e LinkedIn. É importante reforçar que o guia serve como um “o que fazer” básico, com um “como” dependendo de cada caso.

Clique aqui para ver a imagem em tamanho maior.

O que achou do guia? Há uma segunda parte para o Google+, o Pinterest e o Youtube (três redes em crescimento e com potencial). Se houver interesse nos comentários posso publicar ela adaptada.

Como os brasileiros usam as redes sociais

30 de julho de 2013 0

Pesquisa divulgada pela comScore virou um infográfico bem legal nas mãos de Alex Affonso. Mais prático de entender e útil para quem trabalha (e está imerso) na web.

Dados da pesquisa resumidos:

  • 90,8% dos internautas brasileiros acessam as mídias sociais e gastam em média 4,9 horas nestes sites de relacionamento;
  • as redes com mais usuários são: Facebook (94%), Google+ (75%) e Twitter (73%);
  • quando se trata de frequência de uso temos: Facebook (88,9%) e Twitter (41%) ;
  • 58,7% do volume de acessos nas mídias sociais é das mulheres;
  • quando se trata de compras, 41% dos internautas  pesquisam nas mídias sociais antes de comprar; 2 em cada 3 dão feedback para as marcas via mídias sociais; 54% seguem empresas no Twitter e 74% curtem empresas no Facebook.

O relatório completo de 2013 você pode baixar aqui: O Brasil na Web

Veja o que acontece na internet em 60 segundos

15 de julho de 2013 0

Hoje este espaço completa 365 dias online. Em um ano foram 113 postagens, em 19 categorias e com 533 tags. A repercussão dos temas gerou 423 comentários, principalmente nas duas postagens que também foram as mais vistas – TelexFree é o maior golpe online da atualidade e Justiça classifica como golpe online e interdita Telexfree.

Aproveitando que o tema são números, a Intel divulgou recentemente alguns dados interessantes sobre o que acontece atualmente em toda a internet em 60 segundos (a imagem do início, traduzida no vídeo do final). As cifras só confirmam uma constatação muito repetida pelos profissionais do mundo digital:

Os historiadores calculam que nas três últimas décadas, a humanidade produziu mais informações do que em toda a história. E continuamos criando coisas, produzindo e espalhando conteúdo, e principalmente, consumindo full time.

A tendência é só aumentar a produção. Hoje carregamos no bolso dispositivos capazes de registrar som e vídeo, além de servirem como comunicadores e terminais de informação global – ou seria mais ou menos o que alguém da década de 80 descreveria um simples celular com internet. Mas acontece que apenas informações espalhados, sem contextos, não servem para nada.

O  Big Data nunca foi tão importante. E também são necessários vários espaços (como este blog) que ajudem a pescar e oferecer conteúdo de forma segmentada e explicada (eu tento, juro), para ajudar a velejarmos pelas ondas desse infomar. Por isso, bem-vindo à internet, eu continuarei sendo o seu guia ;)

Em tempo: obrigado por acompanhar o conteúdo do Impressão Digital. E também quero agradecer o convite para ter este espaço e a ajuda para divulgação da equipe do jornal O Sol Diário (que também completa um ano de muita informação).

Curso gratuito do Google acontece em Balneário Camboriú

02 de junho de 2013 2

A publicidade online deve superar a da TV em 2016. Mas antes que esse dia chegue, é importante entender como funciona o processo de divulgação na web (e por favor, esqueça o Marketing Multinível). A maior referência neste processo hoje é o Google, principalmente por meio do posicionamento em suas buscas e o AdWords. E uma grande oportunidade de aprender mais sobre as ferramentas do buscador vai acontecer em Balneário Camboriú (SC).

A Universidade do Vale do Itajaí – Univali sediará o seminário presencial gratuito para quem quiser aprender mais sobre a publicidade pelo Google. O evento acontece no dia 11 de julho, uma quinta-feira, das 19h30min às 21h30min, no Campus de Balneário Camboriú. Serão duas horas de um curso prático e teórico. As inscrições são gratuitas pelo site da Univali. As vagas são limitadas e as inscrições encerram no dia 8 de julho. Mais informações aqui.

Enquanto o dia do evento não chega, aproveite e conheça mais sobre o AdWords em vídeo:

Você sabe usar as principais redes sociais?

06 de maio de 2013 2

O pessoal da Moving Targets montou uma tabela bem interessante, que apresenta especificações, destaques e outras características das plataformas sociais mais usadas na web.

As dicas exploram os potenciais e servem para planejar os conteúdos básicos publicados em cada rede. Muito útil para quem quer começar a investir no segmento, além de ajudar usuários do Facebook, Twitter, Foursquare, Pinteres, LinkedIn e Google+ a entender melhor as regras dos jogos.

O material original está em inglês, mas o designer gráfico Rodrigo Pereira de Barros montou uma versão em português. Ele então resolveu compartilhar com a gente o conteúdo. Aproveite.

Baixe uma versão em PDF das Dicas para as Redes Sociais aqui.

Se você também tem algum conteúdo legal que você montou e quiser compartilhar, envie para joelminusculi@gmail.com ou deixe um comentário aqui no blog.

Veja também outros infográficos já publicados aqui no Impressão Digital.

Quanta pornografia tem na internet?!

29 de janeiro de 2013 0

Não demorou para o novo aplicativo de compartilhamento de vídeos, o Vine, ser mais uma ferramenta do mundo erótico online. Usuários aproveitaram o novo sistema (feito pelos criadores do Twitter) para publicar e ver vídeos pornográficos. Tudo foi postado na hashtag #porn e, inclusive, um desses vídeos ficou entre os mais vistos entre todos os outros.  Além disso, usuários do sistema IOs encontraram uma brecha para sua luxúria, já que na Apple são proibidos aplicativos eróticos.

Apesar da notícia ser bizarra, isso já era esperado. Acontece que a indústria do pornô tem na internet um de seus maiores meios de disseminação – e isso não é de hoje. Para mostrar melhor e bem fundo (!) como está a atual situação, o pessoal do site http://www.onlineschools.com/ fez um infográfico bem interessante com os números da safadeza para maiores de 18 anos. Compartilho a seguir com uma tradução adaptada:

Imagem: Reprodução - http://www.onlineschools.com/

Só para registro: o site Good Magazine produziu em 2007 um vídeo bem interessante (e temático) sobre os números da pornografia na web da época. Vale a pena conferir e comparar os números (alguns ainda são os mesmos):

Retrospectiva 2012 das mídias sociais

07 de dezembro de 2012 1

Dezembro é época de retrospectivas. E para começar vamos aos assuntos mais compartilhados e as plataformas sociais mais importantes de 2012 em perspectiva mundial. O infográfico abaixo foi produzido pelo pessoal do AddThis (uma espécie de IBOPE da web, com serviços de audiência e métricas online), onde está evidente que foi o ano do Facebook no quesito popularidade (e do Pinterest no crescimento). Legal também ver o quanto os fatos mais marcantes foram compartilhados. Só uma observação: as palavras da moda não foram traduzidas, já que foi a escrita em inglês a mais procurada.

Quanto mais tecnologia, menos sono na hora de dormir

20 de novembro de 2012 0

Antes de dormir, ainda na cama, você precisa ver todas as atualizações das redes sociais? Dorme com o celular embaixo do travesseiro? Pois esses hábitos que parecem inofensivos causam impacto em nossa saúde física e mental.  Para mostrar isso, o site Online Psicology Degree construiu um infográfico bem interessante, que apresenta as principais conclusões de estudos recentes sobre como o uso de tecnologias interfere em nossa rotina de sono. Compartilho a seguir uma tradução livre das informações. O infográfico original (em inglês) está disponível aqui.

O material serve como um alerta, pois as tecnologias são hoje partes importantes de nosso dia-a-dia (mas não precisam interferir em nossas noites de descanso). Você está em alguma das estatísticas abaixo?

Veja também:
Quanto a internet evoluiu em 10 anos?
Qual o tamanho da internet?
Qual dos principais smarthphones de hoje é o melhor?