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O que as fotos vazadas de Jennifer Lawrence e outras atrizes nuas nos mostram?

01 de setembro de 2014 2

De vez em quando “cai na internet” uma ou outra foto de alguma celebridade em uma situação íntima. Mas no dia 31 de agosto, um usuário do fórum 4chan foi o responsável pelo maior vazamento de fotos de pessoas famosas já registrado. Entre as afetadas estão a atriz  Jennifer Lawrence e a cantora Ariana Grande, além de outras dezenas de famosas. Um grande grupo de usuários da internet ficou agitado para ver as imagens. Porém, nesta época que a privacidade online é algo tão precioso e discutido, podemos ver algumas coisas a mais nisso.

Cuidado nunca é demais. Todos tem o direito de tirarem as fotos que quiserem de si mesmos e compartilhar com quem quiserem. O problema é a questão da confiança de quem recebe estas imagens ou daqueles que tem acesso aos locais de onde estão guardadas. Além disso, qualquer lugar de armazenamento é vulnerável às más intenções (de pessoas que estão nem aí para crimes, pois até têm como um desafio achar falhas de segurança e fazer esse tipo de coisa). No caso recente, foi uma falha do iCloud que colaborou para tudo vazar. Ou seja, é preciso ter consciência que esse tipo de material está sujeito a ataques constantemente, não importa onde esteja.  

“São apenas fotos de mulheres nuas”. Só que não.  Existem bilhares de fotos desse tipo na internet, mas de mulheres que querem e são pagas para esse tipo de exposição. O problema que, mesmo sendo atrizes acostumadas com os holofotes, a privacidade ferida é algo muito delicado – e de vítima elas acabam se tornando culpadas por “fazer esse tipo de coisa” (que todo mundo faz, mas nem todos são expostos). O depoimento de Mary Elizabeth Winstead, que foi uma das afetadas, resume bem isso: “Para aqueles que estão vendo fotos que tirei com meu marido anos atrás na privacidade de nossa casa, espero que você se sinta muito bem. Estou me sentindo mal por todas que foram hackeadas”.

A questão não é “tirar foto íntima ou não” ou “qual o lugar mais seguro para guardar“. O detalhe são as leis serem aplicadas neste tipo de situação. Aqui no Brasil foi criada recentemente a Lei Carolina Dieckman, que surgiu depois de um caso do mesmo tipo. Porém, mesmo com uma ordem judicial mandando tirar as fotos de sites de busca, a multiplicação do conteúdo na internet é algo em escala geométrica. O advogado Roberto Hostim aponta uma alternativa bem interessante nestes casos (a discussão completa você confere clicando aqui):

Acredito que uma das formas de evitar esse tipo de situação é responsabilizar solidariamente os sites pela divulgação indevida. Se você é dono de um site que aceita que usuários cadastrados publiquem arquivos de foto e vídeo, deve arcar com a responsabilidade do que publicam, afinal, o dono do site é quem deve filtrar o conteúdo para verificar se aquela publicação não irá ferir o direito de terceiros. Se cada site fosse condenado a pagar um valor de indenização, duvido que após uma condenação o dono do site iria continuar aceitando publicações sem qualquer aprovação prévia. Normalmente os donos desse tipo de site recebem $$$ em razão dos anúncios que ficam nas páginas, nada mais justo que eles pagarem pela indenização, haja vista que lucram com os acessos ao material indevidamente publicado. Com relação à norma vigente no Brasil, o crime é relacionado à invasão do dispositivo informático alheio, conectado ou não a internet, com o fim de obter, alterar ou destruir informação. A divulgação do material vai dar ensejo ao direito de reparação do dano que for causado, no caso dano moral, em valor a ser arbitrado pelo juiz. A pena é leve e o réu provavelmente não vai ficar nenhum dia preso (cumprirá em liberdade). Se não tiver dinheiro, pode até ser condenado a pagar uma indenização, mas não terá condições e ficará por isso mesmo. Um quadro como este não inibi ninguém de cometer o ato ilícito. Ou se agrava a reprimenda, utilizando ainda um procedimento judicial mais célere e eficaz, ou o problema se agravará. Solução paliativa: não tire fotos íntimas, salvo se alguma revista do gênero pagar um valor muito bom.

No mais, é preciso lembrar que o ambiente virtual é só uma extensão do “mundo real” e que tudo que é feito lá pode repercutir (de forma negativa) no mundo real.

E quem chegou até aqui na leitura, recomendo também o texto The Fappening: sobre as fotos que vazaram, da Rosana Hermann lá no Querido Leitor.

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5 segredos sobre o aplicativo Secret

14 de agosto de 2014 2
Imagem: Thinkstock

Imagem: Thinkstock

O Secret é mais um dos muitos aplicativos polêmicos. Ele é anunciado como uma nova maneira de compartilhar ideias e sentimentos, mas, diferente de outros lugares onde os perfis das pessoas são bem detalhados, quem publica nele fica “anônimo”. Então aí entra uma questão complicada: o anonimato na internet, que é um assunto muito debatido, pois tem muitos prós e contras. A fama e a polêmica do Secret surgiu justamente com seu uso negativo (incluindo a #zuera e a #sacanagem), com usuários compartilhando segredos dos outros (não os próprios como é o objetivo). Porém, poucos desses sabem alguns segredos do próprio aplicativo.

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1. O Secret não é tão anônimo assim… 

É possível denunciar o conteúdo das postagens do aplicativo e até revelar a pessoas responsável por compartilhar o “segredo”. Além disso, os perfis do Secret são vinculados com número telefônicos e/ou perfis do Facebook – uma ação judicial pode requisitar os dados de quem emitiu determinada postagem. Também é possível entrar em contato com os desenvolvedores pelo e-mail legal@secret.ly e resolver problemas direto com eles (clique aqui para mais detalhes).

2. O Secret foi criado com um objetivo nobre

A ideia do aplicativo é servir como um espaço para que as pessoas compartilhem seus próprios segredos, de forma anônima. Isso porque muita gente sente dificuldade de expor seus medos, angustias ou dúvidas próprias – e assim seria mais fácil de buscar ajuda. É mais ou menos como o serviço prestado pelo CVV, mas em uma versão adaptada como uma rede social.

3. Não é culpa do Secret, ou de qualquer outra rede social, o conteúdo ofensivo ou destrutivo da internet 

Segundo psicólogos, as pessoas que reclamam constantemente ou atacam as outras fazem isso pela insegurança que sentem ou como um mecanismo de defesa. “A reclamação muitas vezes acaba sendo um tipo de esporte coletivo que pode gerar um sentimento de proximidade com outros através da rejeição mútua de uma pessoa ou situação” (clique aqui para ler mais detalhes). Ou seja, o aplicativo é apenas uma ferramenta para as pessoas divulgarem o que querem. Seu uso depende da intenção de cada um.

4. O Secret é considerado ilegal por juristas brasileiros

Inclusive já há uma ação civil que pede para a Apple e o Google retirarem o aplicativo de suas lojas. Na teoria, todos tem o direito de manifestação, desde que não agridam terceiros. Vale lembrar também que com a “Lei Carolina Dieckman” ficou mais fácil buscar os direitos em crimes sofridos pela internet. E também um advogado sempre pode orientar melhor sobre o que fazer nestes casos.

5. Tem uma página no Facebook que reúne as melhores publicações do Secret

No Vou te contar um Secret (www.facebook.com/voutecontarumsecret) tem humor, sofrimento, lamentação e tudo o que há de mais bizarro no aplicativo. Nada que envolva nomes ou queimação de filme (de forma destrutiva), apenas a #zuera.

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Novo jogo dos Angry Birds é Épico!

20 de junho de 2014 1

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Espadas e magias são as novas armas dos pássaros mais impacientes do mundo dos games contra os porcos ladrões de ovos. Diferente de lançar os personagens contra alvos ou disputar corridas de kartAngry Birds Epic (disponível no Google Play, na App Store e no Windows Phone Store) é uma aventura de fantasia medieval, no estilo de um RPG clássico por turnos – o jogador controla um time de heróis, que alternam suas ações contra os inimigos, com ataques, defesa, magias e outras habilidades. Quem já jogou Final Fantasy, Chrono Trigger ou Pokemón sabe muito bem como funciona. Já quem não é acostumado ao estilo de jogo vai encontrar uma diversão casual, bem fácil de gostar.

Angry Birds Epic simplificou os sistemas de ação, tornando a experiência divertida de aprender e ficando bem envolvente logo nos primeiros combates. Basta selecionar o personagem com o toque, escolher a ação, o inimigo e pronto, pois o resto é estratégia. A evolução dos pássaros por experiência (ganhando níveis depois de certo número de combates), junto com a possibilidade de fabricar itens e personalizar equipamentos, também abre muitas possibilidades de estratégias. Por exemplo, escolher ter um poder mais focado em defesa para sobreviver ou causar muito dano para acabar logo com os adversários.

Como na maioria dos jogos para dispositivos móveis, a integração social com o Facebook permite trocar itens com outros amigos que também estão na aventura. E mesmo o jogo sendo grátis para baixar, existe a possibilidade de pagar para conseguir bônus itens mais rapidamente – diminuindo a dificuldade para quem não tem paciência de ficar muito tempo. Já uma novidade bem interessante é aceitar ver alguns vídeos publicitários para ganhar certos poderes durante um combate (ou seja, você paga com o seu tempo).

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=NCs_1NCLo90]

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Três maneiras de ouvir música de graça (e evitar a pirataria)

26 de maio de 2014 0

Superplayer (www.superplayer.fm)

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O Superplayer é uma serviço de transmissão online, na qual os usuários encontram estações personalizadas e listas feitas pelos desenvolvedores para vários momentos diferentes. Por exemplo, a lista “Jantar à luz de Velas” tem uma seleção tranquila e romântica para curtir a dois, enquanto a lista “Fritando o Melão” tem batidas frenéticas e alucinadas. Não é possível encontrar uma música específica, apenas as coleções prontas para ouvir de forma aleatória.

Na versão gratuita é possível ouvir todas as listas direto pelo navegador (sem precisar baixar um programa, só fazer um login simples) e até usar o aplicativo móvel (para Android e iOS). O único ponto negativo da versão gratuita é que as listas parecem pouco diversificadas, com a impressão das músicas se repetirem demais. Já na versão paga do aplicativo não há propagandas entre as músicas, os áudios são em alta qualidade e é possível sincronizar as seleções com o iTunes.

Grooveshark (www.grooveshark.com)

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O Grooveshark é um catálogo aberto de artistas, músicas e álbuns para ouvir direto no navegador. Diferente do Superplayer, ele permite encontrar títulos específicos e montar playlists personalizadas. A variedade de opções é bem grande, inclusive os covers e versões diferentes das mesmas músicas. Os usuários ainda podem disponibilizar as próprias músicas (serviço bem interessante para novos cantores e bandas divulgarem seu trabalho) e montar transmissões (rádios online) para outros ouvintes acompanharem.

Está disponível na versão para dispositivos móveis, como também tem uma versão paga - para tirar as propagandas e melhorar a qualidade da transmissão (além de poder baixar o programa para ouvir no computador e sincronizar com outros serviços).

Spotify (www.spotify.com/br)   

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O Spotify estreia sua versão brasileira e estará disponível para todos em 28 de maio, mas algumas pessoas convidadas já estão usando o serviço de transmissão de música pela internet. Segundo o próprio serviço, hoje seu banco de dados tem mais de 20 milhões de músicas, de diversos artistas e estilos.

A versão gratuita permite ouvir prontas e montar personalizadas playslits temáticas (como no Superplayer), acessar rádios online, seleções de mais ouvidas e álbuns de forma aleatória. Já a versão paga elimina as propagandas (que são bem inconveniente: por exemplo, você está ouvindo uma rádio de rock e, entre as músicas, aparece uma propaganda de pagode) e permite ouvir músicas em sequência personalizada, além de ser possível baixar as músicas para ouvir offline.

Diferente dos dois serviços anteriores, o Spotify tem um sistema bem preciso de recomendação: pelas primeiras músicas que o usuário marcar como favoritas, o sistema oferecerá outros artistas relacionados (bem interessante para quem gosta de garimpar sons). Já a versão para dispositivos móveis tem um bom desempenho mesmo com a qualidade precária de sinal de internet.

Papo sobre videogames: #GothamConnection - Episódio 5

22 de abril de 2014 3

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Confira o quinto episódio oficial do programa Gotham Connection! A principal novidade desta semana é que o programa está mais curto (agora com cinco minutos), mas ainda com muita informação. Acompanhe a conversa sobre  Age of Empires: World Domination e a onda de games que estão ganhando versões mobile. Será o futuro de todas as franquias? E até que ponto estas versões alternativas dão certo nas plataformas móveis?

Sobre o programa: meu amigo Bruno Stolf resolveu transformar seu trabalho de conclusão de curso da faculdade em um programa online sobre games. Nisso recebi um convite, junto com meu outro amigo, Carlos Pieri e Thiago Marthendal: e eis que nasceu o projeto Gotham Connection. A ideia inicial é conversar semanalmente sobre novidades e lançamentos nas plataformas Xbox, Playstation e PC.

Aproveite também e deixe a sua opinião ou sugestão de temas nos comentários.

# Papo sobre videogames: #GothamConnection – Episódio Piloto

# Papo sobre videogames: #GothamConnection – Episódio #1

# Papo sobre videogames: #GothamConnection – Episódio #2

# Papo sobre videogames: #GothamConnection – Episódio #3

# Papo sobre videogames: #GothamConnection – Episódio #4

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Cinco aplicativos que você já deveria ter instalado #1

26 de fevereiro de 2014 0

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TrelloAndroid / iOS

Serve para: Organizar suas atividades diárias, integrado com sua agenda virtual e ainda sendo possível um acompanhamento das tarefas (inclusive pode ser usado para gerenciar equipes).

Por que é bom? É intuitivo, sendo possível adaptar a interface e organização para as próprias necessidades, além de compartilhar tarefas com outros usuários.

FlipboardAndroid / iOS / Windows Store / BlackBerry

Serve para: Juntar todas as informações que você acompanha em uma única plataforma (como o Google Reader fazia), com possibilidade de cadastrar muitos sites e até algumas redes sociais. Uma verdadeira revista digital personalizável.

Por que é bom? Tem um visual bacana e poupa tempo na hora de se informar.

MailboxiOS

Serve para: Zerar a caixa de e-mails de quem recebe muitas mensagens por dia e organizar as respostas no tempo que elas precisam ser dadas.

Por que é bom? Além de um visual bem legal para a caixa de e-mail, tem funções de organizar os e-mails por temas, ser avisado de um e-mail mais tarde e ser recompensado por uma imagem bem bonita quando a caixa estiver vazia.

TeamViewer MobileAndroid / iOS / Windows Store

Serve para: Acessar o computador de forma remota através do seu celular ou tablet, podendo inclusive usar o ponteiro mouse e abrir arquivos do computador.

Por que é bom? Pela facilidade de poder acessar seu computador (se estiver ligado) de qualquer lugar. Por exemplo, você pode deixar o computador do trabalho ligado e levar o tablete para uma apresentação. Mas aí você precisa acessar um arquivo que está lá e pode fazer isso pelo aplicativo.

AirDroid Android

Serve para: O inverso do TeamViewer Mobilie, com a possibilidade de acessar seu celular ou tablet, gerenciar e transferir arquivos para ele direto do computador.

Por que é bom? Pela praticidade de não precisar de cabos na hora de copiar ou transferir arquivos para dispositivos móveis, além de ter um controle mais detalhado do que tem arquivado nos aparelhos. Também é possível reproduzir no computador os arquivos direto do celular.

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Esta é a primeira parte das sugestões de aplicativos reunidas com a turma de Inovação e Tendências Tecnológicas em Mídias Digitais do professor Anderson Hartmann. Se você também tem sugestões para compartilhar use os comentários :)

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Tensão e terror no jogo independente Damned

05 de novembro de 2013 0

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Daniel Zamudio conseguiu realizar o sonho de muitos gamers: se tornou um profissional dos jogos eletrônicos. Ele, que é egresso do curso de Jogos Digitais da Univali, está entre os vencedores do concurso Steam GreenLight - considerado um Oscar dos desenvolvedores independentes – com o game online de terror Damned. E o jogo premiado já é o segundo desenvolvido pela 9Heads (empresa de Daniel junto com outros dois amigos).

Na história de Damned, cinco jogadores estão presos em um lugar amaldiçoado (um hotel, hospital, casa abandonada no meio do mato…). Quatro deles têm o objetivo de encontrar chaves e itens para conseguir escapar, enquanto um dos jogadores é o monstro que tem o objetivo de atrapalhar a fuga.

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Com uma mecânica e comandos simples, mas em um clima tenso e imersivo, o jogo é o melhor do estilo Slender combinado com multiplayer. Também a cada nova partida os elementos do jogo são alterados de forma aleatória: por exemplo, uma chave que estava em um lugar  pode não estar lá em uma segunda vez . Além disso, o próprio cenário dá sustos nos jogadores, com objetos caindo ou barulhos estranhos.

Segundo Daniel, a principal causa do medo no jogo é o fato de não ser possível antecipar o perigo. “Esse diferencial do jogo só foi possível devido ao monstro também ser controlado por um integrante dos cinco jogadores. Isso não seria possível com o uso de inteligência artificial no controle do monstro. Ao ter um jogador no controle da ameaça, todas as rodadas trazem um clima de suspense e medo”, explica.

Damned está disponível para download na Steam e quem quiser pode ajudar no desenvolvimento, fazendo comentários ou reportando bugs.

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O Cavaleiro das Trevas é a caça e o caçador em Batman: Arkham Origins

26 de outubro de 2013 0

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O começo nunca é fácil para um herói, ainda mais quando se tem um bando de assassinos caçando a sua cabeça por dinheiro. E agora Batman: Arkham Origins (Playstation 3, Xbox 360 e PC / Warner Bros. Games Montreal / 2013 / legendas e dublagem em português) mostra o início da luta do Cavaleiro das Trevas contra o crime de Gothan, quando enfrenta pela primeira vez seus piores inimigos unidos em um único objetivo: matar o Batman.

Este é o terceiro jogo da série Arkham, que já explorou o famoso Asilo Arkham dominado pelo Coringa e a Cidade Prisão controlada por Hugo Strange. E desta vez é o vilão conhecido como Máscara Negra que reuniu um grupo para acabar com o homem morcego.

Batman: Arkham Origins repete tudo o que deu certo nos jogos anteriores, como um controle bem fluído do personagem, o clima sombrio, uma história envolvente e os famosos equipamentos (gancho, bomba de fumaça, gel explosivo e o, estranhamente renomeado, “batarangue”).

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Os combates também são novamente destaque, onde é possível socar muitos inimigos de forma fácil e com uma bela coreografia, sem perder a sensação de desafio. Também cada combate vencido gera pontos de experiência, para serem gastos em melhorias de habilidades físicas ou tecnológicas – também há pequenos segredos escondidos pelos cenários, que se descobertos pelas habilidades de detetive do Batman geram recompensas.

A primeira novidade apresentada durante o jogo é que agora o herói pode acessar a Batcaverna. No refúgio é possível investigar melhor os casos e montar equipamentos novos com a tecnologia de seus inimigos – como as luvas de choque. Já o novo modo multijogador coloca dois times de vilões, como o Coringa e Bane, para caçar Batman e Robin (em um esquema 3 contra 3 contra 2 jogadores).

A parte gráfica parece não ter evoluído do jogo anterior Arkham City, que já era muito boa. Mas alguns efeitos novos como o movimento da capa e o efeito de neve deixam o jogo bem mais bonito. A dublagem também merece destaque na parte técnica, que mostra o investimento do mercado dos jogos no Brasil (apesar dos preços abusivos aos consumidores… mas isso é outra história).

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No geral, Batman: Arkham Origins dá o conforto dos controles e técnicas já jogadas em uma interessante história dos primeiros passos do Cavaleiro das Trevas. Quem ainda não jogou nada da série vai ficar impressionado em vestir o manto negro pela primeira vez. Já quem está cansado de prender o Coringa vai se divertir explorando todas as referências que fecham a trilogia de jogos.

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Confira também meu primeiro gameplay para o blog, da primeira meia hora de Batman: Arkham Origins (versão para PC / Steam).

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Dots é o novo sucesso dos jogos para celulares e tablets

20 de agosto de 2013 0

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Imagem: Dots / Divulgação

O objetivo é simples: conectar o máximo de pontos da mesma cor em 60 segundos ou 30 jogadas. Dots é um novo jogo gratuito para smartphones e tablets que lembra muito o “jogo dos pontinhos” (comum nas escolas). Cada sequência feita soma uma determinada quantidade de pontos ao placar. Quanto mais pontos ligados, melhor o resultado (e melhor ainda se forem fechados quadrados da mesma cor).

Os pontos ganhos em cada partida podem ser convertidos em Power Ups, bônus nas jogadas que incluem tempo adicional, eliminar um ponto específico ou mesmo todos os pontos da mesma cor de uma vez. Tudo para contribuir no placar final, que pode ser comparado com os amigos ligados ao Facebook e ao Twitter.

Dots garante uma diversão casual rápida, mas que prende pela busca de placares melhores. Inclusive, o jogo já está sendo considerado um novo Candy Crush.  Na Apple Store, por exemplo, ficou entre os mais baixados durante uma semana. E agora também está disponível para dispositivos Android.

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Homem de Ferro 3 ganha jogo gratuito para Android e iOS

26 de abril de 2013 3

Imagem: Gameloft Brasil / Divulgação

O filme Homem de Ferro 3 chega aos cinemas acompanhado de um jogo para download gratuito em Android e iOS. O aplicativo é oficial da Marvel, produzido pela Gameloft Brasil e legendado em português. O estilo é o endless running game, como o famoso Temple Run, só que agora você comanda Tony Stark voando em uma de suas armaduras, desviando de obstáculos e combatendo inimigos.

O jogo pede um aparelho com configurações bem atualizadas (consegui instalar em um Sansung Galaxy Tab 2 10.1, mas não em um Galaxy Mini). Mas os gráficos e os elementos de processamento justificam a exigência. É possível escolher controlar o Homem de Ferro com os dedos ou usando o giroscópio do aparelho (muito divertido a última opção, como quando antigamente virávamos os controles em jogos de corrida, mas agora funciona!).

Imagem: Gameloft Brasil / Divulgação

Além de voar pela tela, o jogador pode usar os equipamentos das armaduras (são 18 no total) para destruir os inimigos. E cada versão tem um tipo de ataque especial, que pode ser melhorado com os pontos adquiridos durante o jogo no menu Industrias Stark. Como o jogo é um freemium (grátis para jogar, mas se quiser pode pagar por itens e bônus) é possível comprar melhorias para ir mais rápido (eu acho que isso é trapacear, mas quem quiser, tem a opção…).

O nível de desafio é o de todo jogo casual, pois depois de tentar algumas vezes e pegar o jeito vai embora. Vale a pena para quem é fã e quiser entrar no clima antes de curtir o filme.

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